TODOS

Salvar gente

“Sou o Yuri Siqueira de Freitas e estudo. Estou no prezinho. Isso hoje né, porque quando eu crescer quero ser bombeiro. Vou salvar muita gente.”

Lanchonete

“Alípio Solto Carvalho, vou fazer 80 anos, tenho 79 ainda. Quem é o Alípio? Alípio é o Alípio mesmo. Nasci em Aracaçu, interior de São Paulo. Eu vim pra São Paulo em 1958, servir o exército. Minha infância foi só alegria, eu morava no sítio do meu pai, eu ajudava ele tirar leite, lidava com ...continue lendo

Desafios do Capão

“Meu nome é Felipe Guilherme de Souza Chagas Melo, tenho 20 anos. Hoje eu moro no Capão, nasci aqui e moro aqui desde pequeno. A minha infância é bem complicada, eu nasci com muita parte do corpo deformada, isso fez eu superar muito desafios. O que ajudou também foi a vivência na rua, aprendi muito ...continue lendo

Recado pra quebrada

“Mano, sou nascido e criado no Grajaú, nascido na Zona Sul de São Paulo. Sou um cara pra frente, tenho uma visão de futuro, dar um conforto pra minha família. Hoje graças a Deus tenho uma profissão daora, na qual batalhei muito pra chegar onde cheguei. Hoje eu moro com a minha esposa, tenho 3 ...continue lendo

Vida no Yoga

“Meu nome é Letícia Cristina Ubiali. Eu larguei tudo para ser professora de Yoga. Me formei bacharel em direito, fiz estágio no Tribunal e até tentei advogar, mas não me identifiquei. Na verdade, logo no primeiro ano de faculdade eu entendi que o Direito se faz necessário quando as relações humanas vão à falência… E ...continue lendo

Nova Vida

“Meu nome é Carlos Eduardo, ‘tô’ com 36 anos e vim de Santo André ainda menino para Valinhos. Aqui encontrei um lar ! Fui adotado pelo Nélio Zanucchi quando ainda não tinha nem a casa da criança ainda, isso foi em 1989 quand tinha só 9 anos. Fiquei com ele uns 6-7 anos antes dele ...continue lendo

Viver de Arte

“Meu nome é Amanda Barroso nasci e fui criada aqui na cidade de Valinhos, por mais que não tenha tido experiências de morar em outro lugar gosto muito daqui, acho uma cidade tranquila para se morar. Desde pequena fui apaixonada por arte e hoje trabalho somente com isso, ilustrações e tatuagem.   Os artistas mais ...continue lendo

Vida em Valinhos

‘Tinha três anos e meio quando mudei aqui pra essa casa..Hoje tenho XX. Nessas ruas já conheci até italianos que vieram fugido de lá porque lá o Mussolini fez eles tomarem um litro de óleo rícino. Mas entres várias histórias vi o bairro mudar. Aqui onde eu to morando, era tudo figo.Não muito, mas tinha ...continue lendo

Minha mãe

“Eu sou a Luciana, gosto muito de pintar, gosto muito de fazer poema. Eu não gosto muito de comer porquê eu tenho medo de engordar, e se eu engordar vou dar trabalho pra minha mãe.”

Servir Valinhos

“Meu nome é Marcos de Freitas da Silva, tenho 39 anos, acabei de fazer. dia 1º de agosto eu fiz 17 anos de guarda. Entrei na corporaçãoo quando eu tinha 21 anos. Eu era agricultor, eu sempre trabalhei na roça, sempre tive uma vida muito difícil, trabalhei na roça no Estado do Paraná com café ...continue lendo

A APAE

“Sou Deise Kratza e venho aqui na APAE desde bebezinha ! Gosto muito daqui, gosto das atividades propostas, gosto principalmente do teatro. Gosto de enfrentar a o público, não tenho medo ou vergonha porque faço isso desde que tenho 10 anos. Acho que ele também ajudou a não ser tímida com nada, eu falo é ...continue lendo

Fusca Amarelo

“Memória afetiva, o fusca na minha vida está ligado a diversos momentos: descobertas, viagem, aprender a dirigir, namoro, família, filhos etc. Tenho a grata satisfação de ainda poder dirigir um, ainda mais o “Pigmeu Amarelo”, da minha mãe, um senhor de 44 anos, com o qual celebro a vida e as emoções que a permeiam. ...continue lendo

Rua Sete

“Eu nasci em 1962 e tenho muitas lembranças da Rua Sete de Setembro, principalmente dos carnavais, desfilei desde os 10 anos de idade na Águias da Avenida. Já com o futebol, joguei só no Rigesa, onde ganhei vários campeonatos, jogava de centroavante e tinha muita rivalidade aqui na cidade. Infelizmente Valinhos preservou pouco sua história ...continue lendo

Vida na arte

‘Eu tinha 14 anos quando comecei a me envolver com arte. Foi graças a uma vizinha, que comentou que iria começar um curso e eu acabei indo junto. Na época eu não conhecia nada, eu era uma menina ainda. Era um curso difícil mas apaixonante e portanto, quando fiz 18 anos, precisei decidir o que ...continue lendo

Ser Juiz | Retratos Brasileiros

‘Quando crescer quero ser Juiz. Juiz. Sabe porque ? Porquê minha mãe foi em um por causa do meu irmãozinho. Então por isso quero ser juiz.’

Pedreira de Valinhos

“Meu nome é Jonathas Fernandes da Silva conhecido também como John, Jonas, Negão ou Star. Nasci em Niterói RJ mas me considero valinhense, pois desde os 3 anos resido em Valinhos, escolhi a pedreira como meu lugar pois como vegano minha maior conexão é com a natureza. Este lugar me traz o silêncio e a ...continue lendo

Família Skate

“Artur Bernardes Damo, 39 anos de idade, filósofo de formação, skatista desde 1985, naturalizado valinhense e morador da proximidade central da cidade. Meu local predileto para a prática do esporte de coração, é o Half-pipe que se encontra no Parque Municipal Mon Senhor Bruno Nardini, também participo como colaborador no projeto Skate Constrói, que acontece ...continue lendo

Ser médica

“Maria Eduarda Santos Souza, tenho 12 anos e sonho em ser médica ! Já pensou, se fomar em medicina. Gosto da ideia de ajudar as pessoas, de um trabalho que faça o bem. Além disso tenho a memoria de meu pai com medo de injeção, medo de tomar agulhada. Não sei porque, mas acho que ...continue lendo

De bem com a vida

“A vida é cheia de escolhas, né? Eu acho que a melhor escolha é estar de bem com a vida. Estar mais de olho nas coisas boas do que nas dificuldades, estar mais interessado no que aprendeu no que deixou de fazer. Afinal, essa vida é só uma!”

Gostar da APAE

“Michele, eu tenho 21 anos. Eu gosto muito de vir na APAE, gosto dos amigos. Eu gosto da educação física, das atividades em sala de aula, das aulas de música, de dança.”

Ser negra

“Gostaria de falar sobre ser mulher negra inserida aqui na sociedade de Bauru. Eu vejo que quando você anda pela cidade, principalmente na Batista, você é tratado diferente, eles te olham torto, tem uns grupos que querem te oprimir, fazer de tudo pra te diminuir. Mas a gente também faz muitos grupos, parcerias com outras ...continue lendo

Dar o máximo

“João Bosco Agostinho Lopes, 53 anos. 16 anos na Asten. Cheguei aqui por um acaso, vi um anúncio no jornal, liguei aqui, fiz a entrevista, tudo bem no padrão. Não tinha experiência nas coisas que fábrica faz, mas conversei direitinho com o gerente e ele me deu essa oportunidade. Entrei como líder da produção, hoje ...continue lendo

Arte de rua

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua. Ser artista de rua é difícil, muito difícil ! O preconceito é muito, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘Não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos ...continue lendo

Saudade do filho

“Meu nome é Osvaldo da Silva, sou pedreiro, carpinteiro, caldeireiro. Tenho 54 anos bem vividos, bem aproveitados graças a Deus. Mas, olha, nos últimos tempos eu passei por um fato muito triste, eu que criei meus filhos da melhor maneira possível, eduquei, ensinei a profissão, criei dentro da igreja evangélica e por fim um se ...continue lendo

Meus gostos

“Eu sou a Luciana, gosto muito de pintar, gosto muito de fazer poema. Eu não gosto muito de comer porquê eu tenho medo de engordar, e se eu engordar vou dar trabalho pra minha mãe.”

Feliz e saudável

“Um sonho? Acho que ser feliz e ter saúde já está de bom tamanho.”

Dividir a cultura caiçara

“Meu falecido pai fazia, fazia balaio, cesto, fazia aquele negócio de pegar peixe no rio. Hoje que já tenho mais idade fico muito feliz em poder compartilhar isso esses meninos. Dividir a cultura caiçara para que ela não morra.”

Vida no assentamento

“Meu nome é Yhara Ferreira dos Santos, tenho 23 anos. Vivi muitos anos em Campinas, até que meus pais resolveram vir pro acampamento, a gente ficou nas barraquinhas por um tempo até que chegou aqui no processo de assentamento. Foi um período bem difícil, eu tinha 9 anos quando vim pra cá. A gente sempre ...continue lendo

Emprego pro idoso

“Sou o Leônidas Martins Neto, 61 anos. Eu vim pra cá de Minas com 14 anos, em Araçatuba, depois voltei pra região do Guararapes e fiquei por 30 anos lá. Não era assentamento, lá eu casei e tive um casal de filhos e vivi anos muito felizes. Aí vim embora pra Araçatuba, formei os 2, ...continue lendo

Saudades da família

“Jéssica, tenho 24 anos, morava em Alagoas e vim pra cá pra Santos tem 3 anos. Eu ‘tô’ gostando, tem as praias, tem mais pessoas, tem o shopping. Mas não tem a família, né. Sinto falta da família.”