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Exemplo dos irmãos 26ago

Exemplo dos irmãos

“Sou o mais velho de cinco irmãos. Todos nós estudamos, mas eu além disso tenho que ser o exemplo deles.”

Meus problemas 17jun

Meus problemas

“Meu nome é Thamires Luiza Ferreira Paralta, eu tenho 16 anos. Minha convivência aqui nesse bairro é muito boa, eu nasci em Guarujá, com um sério problema. Quando eu era pequena, não pegava em nada, tudo que eu tocava caía. Os professores perceberam que eu era muito nervosa, ficava com medo de qualquer coisa então minha mãe me
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Relações de família 08jun

Relações de família

“Com meus pais aprendi a dança e cantar. Acho que foi uma das grandes lições que me deram, pois ela permite manter nossa cultura e fortalecer sempre nossa relações. Afinal, disso é feita uma comunidade: de relações.”

Boa e ruim 04jun

Boa e ruim

“Meu nome é Mikaela Cristina da Silva, tenho 14 anos, eu nasci em 29/01/2003. Morar aqui na comunidade onde moro pra mim é meio difícil. Tem coisa que é ruim e coisa que é boa, se você passa na esquina, você vê coisa sendo vendida que nem todo mundo usa. Mas ai tem muita gente
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Psicologia do futuro 01jun

Psicologia do futuro

“Sou Ana Júlia Duarte, eu tenho 14 anos. Estou fazendo um técnico em administração, não porque eu goste muito da área, mas porque é mais fácil eu arrumar um emprego pra ai sim poder seguir meu sonho: futuramente fazer psicologia em alguma faculdade. Sabe, me fascina lidar com pessoas, tentar ajudar.”

Jovem normal 27mai

Jovem normal

“Gosto de ir na casa de reza dançar nossa dança e jogar futebol como todos os jovens. Como qualquer jovem, não? Não sei, porque o pessoal da cidade acha que aqui na tribo fazemos um monte de coisas diferentes! Fazemos não, sou jovem como todos os jovens!”

Dançar pra fora 21mai

Dançar pra fora

“Eu gosto mais de dançar do que cantar, gosto de levar pra fora da Aldeia um pouco da nossa cultura.”

Coral adulto 18mai

Coral adulto

“Sou parte do coral aqui da nossa tribo. Agora que já tenho 14 anos, estou passando pro coral dos adultos, onde cantos e danças são diferentes daqueles que fiz quando era criança. Esse crescimento, essa mudança, é pra mim motivo de muita felicidade.”

Slack e praia 14mai

Slack e praia

“A maioria do meu tempo eu ‘tô’ aqui na praia andando de slack. Gosto muito dos dois, é algo difícil até de descrever: é essa energia, o Sol, a água, essa areia e o slack. Sabe o que me fascina nesse esporte? Você ter que superar seu medo. Claro, é normal sentir medo, mas o legal
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Várias coisas 13mai

Várias coisas

“Das várias coisas que fazemos aqui na tribo o que eu mais gosto é caçar. E das coisas que fazemos na caça o que eu mais gosto de fazer é armadilha.”

Sonho da cidade 18abr

Sonho da cidade

“É bom morar aqui no Quilombo, mas bom mesmo é pra quem gosta de mexer com roça. Agora pra gente como eu, que não gosta, é melhor sair! Eu mesmo não sei se tenho vontade de viver minha vida toda aqui no Quilombo, sabe. É um trabalho muito cansativo. Acho que tenho vontade de sair
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Arte de superar-se 26mar

Arte de superar-se

“Tenho quase 22 anos e sou atleta a quase 7 anos, sempre com a natação. Eu sempre gostei de piscina, desde criança, mas um dos nossos treinadores estava precisando dar continuidade a um projeto e, portanto, estava procurando pessoas novas. Ele estava procurando pessoas que quisessem aprender a nadar e foi aí que eu entrei
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Talita 24mar

Talita

“Pra mim desde sempre morar fora do Brasil era uma coisa meio certa, que eu iria fazer um dia. Vim pra França porque aqui tem muito incentivo aos estudantes estrangeiros e também porque me identificava com a cultura. Na época em que fazia faculdade de jornalismo no Brasil uma amiga me falou do programa Au
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Sonho de nadar 22mar

Sonho de nadar

“Eu comecei a nadar porque eu tinha um problema na coluna cervical e meu ortopedista recomendou que eu começasse a nadar, porque caso isso piorasse eu poderia até fazer uma cirurgia, né!? Então, eu comecei a nadar na academia e acabei me desenvolvendo. Meu ex-técnico foi quem me iniciou, ele viu que eu tinha potencial;
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Esporte na veia | Retratos Brasileiros 16mar

Esporte na veia | Retratos Brasileiros

‘Artur Bernardes Damo, 39 anos de idade, filósofo de formação, skatista desde 1985, naturalizado valinhense e morador da proximidade central da cidade. Meu local predileto para a prática do esporte de coração, é o Half-pipe que se encontra no Parque Municipal Mon Senhor Bruno Nardini, também participo como colaborador no projeto Skate Constrói, que acontece
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Familia Taiko 12mar

Familia Taiko

‘Já se passaram 5 anos desde que me juntei ao grupo de Taiko. Já fazem 5 anos que em todos os treinos eu agradeço por fazer parte do grupo. O taiko deixou de ser apenas um hobby há muito tempo; agora ele é simplesmente meu ar! Os laços que construímos são simplesmente incríveis. Eu realmente
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Segunda família 03mar

Segunda família

‘Ribeira ryofu daiko, é minha segunda família essas pessoinhas são especias é difícil conseguir explicar . Entrei no taiko no finalzinho de 2012 , era algo completamente diferente. Aqui umas pessoas maluquinhas me receberam super bem, me confundindo com minha irmã gêmea. Foram engraçadas as confusões. Tive meu primeiro treino com o Minowa sensei e
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Família Rosas de Ouro 23fev

Família Rosas de Ouro

‘Eu sou da bateria e minha mãe trabalha como harmonia, mas como a gente gosta muito da escola acabamos vindo aqui pra ajudar na confecção das roupas e fantasias que o pessoal usa no dia do desfile. Eu sempre toquei, sempre fiz música em diferentes lugares aqui em São Paulo. Tenho essa coisa com a
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Incrível Taiko 21fev

Incrível Taiko

‘Me chamo Natasha, tenho 20 anos e moro na cidade de Registro. No ano de 2009 eu entrei no Taiko. Entrei mais pelo fato de apreciar bastante e pela vontade de aprender a tocar da mesma forma que eu via os outros tocadores nas apresentações. Não imaginava que fosse permanecer até hoje (já se passaram
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Cultura familiar 14fev

Cultura familiar

‘Fazem uns 6 anos que eu tenho tocado aqui na associação. Fico feliz por saber que isso mantém viva a tradição do meu povo, a cultura japonesa aqui no Brasil. Algo que desde meus avós tem sido uma parte da nossa família e agora eu dou continuidade.’