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Dar o máximo 30nov

Dar o máximo

“João Bosco Agostinho Lopes, 53 anos. 16 anos na Asten. Cheguei aqui por um acaso, vi um anúncio no jornal, liguei aqui, fiz a entrevista, tudo bem no padrão. Não tinha experiência nas coisas que fábrica faz, mas conversei direitinho com o gerente e ele me deu essa oportunidade. Entrei como líder da produção, hoje
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Arte de rua 29nov

Arte de rua

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua. Ser artista de rua é difícil, muito difícil ! O preconceito é muito, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘Não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos
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Saudade do filho 28nov

Saudade do filho

“Meu nome é Osvaldo da Silva, sou pedreiro, carpinteiro, caldeireiro. Tenho 54 anos bem vividos, bem aproveitados graças a Deus. Mas, olha, nos últimos tempos eu passei por um fato muito triste, eu que criei meus filhos da melhor maneira possível, eduquei, ensinei a profissão, criei dentro da igreja evangélica e por fim um se
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Meus gostos 26nov

Meus gostos

“Eu sou a Luciana, gosto muito de pintar, gosto muito de fazer poema. Eu não gosto muito de comer porquê eu tenho medo de engordar, e se eu engordar vou dar trabalho pra minha mãe.”

Feliz e saudável 25nov

Feliz e saudável

“Um sonho? Acho que ser feliz e ter saúde já está de bom tamanho.”

Dividir a cultura caiçara 24nov

Dividir a cultura caiçara

“Meu falecido pai fazia, fazia balaio, cesto, fazia aquele negócio de pegar peixe no rio. Hoje que já tenho mais idade fico muito feliz em poder compartilhar isso esses meninos. Dividir a cultura caiçara para que ela não morra.”

Vida no assentamento 23nov

Vida no assentamento

“Meu nome é Yhara Ferreira dos Santos, tenho 23 anos. Vivi muitos anos em Campinas, até que meus pais resolveram vir pro acampamento, a gente ficou nas barraquinhas por um tempo até que chegou aqui no processo de assentamento. Foi um período bem difícil, eu tinha 9 anos quando vim pra cá. A gente sempre
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