De bem com a vida

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De bem com a vida 03dez

De bem com a vida

“A vida é cheia de escolhas, né? Eu acho que a melhor escolha é estar de bem com a vida. Estar mais de olho nas coisas boas do que nas dificuldades, estar mais interessado no que aprendeu no que deixou de fazer. Afinal, essa vida é só uma!”

Gostar da APAE 02dez

Gostar da APAE

“Michele, eu tenho 21 anos. Eu gosto muito de vir na APAE, gosto dos amigos. Eu gosto da educação física, das atividades em sala de aula, das aulas de música, de dança.”

Ser negra 01dez

Ser negra

“Gostaria de falar sobre ser mulher negra inserida aqui na sociedade de Bauru. Eu vejo que quando você anda pela cidade, principalmente na Batista, você é tratado diferente, eles te olham torto, tem uns grupos que querem te oprimir, fazer de tudo pra te diminuir. Mas a gente também faz muitos grupos, parcerias com outras
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Dar o máximo 30nov

Dar o máximo

“João Bosco Agostinho Lopes, 53 anos. 16 anos na Asten. Cheguei aqui por um acaso, vi um anúncio no jornal, liguei aqui, fiz a entrevista, tudo bem no padrão. Não tinha experiência nas coisas que fábrica faz, mas conversei direitinho com o gerente e ele me deu essa oportunidade. Entrei como líder da produção, hoje
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Arte de rua 29nov

Arte de rua

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua. Ser artista de rua é difícil, muito difícil ! O preconceito é muito, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘Não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos
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Saudade do filho 28nov

Saudade do filho

“Meu nome é Osvaldo da Silva, sou pedreiro, carpinteiro, caldeireiro. Tenho 54 anos bem vividos, bem aproveitados graças a Deus. Mas, olha, nos últimos tempos eu passei por um fato muito triste, eu que criei meus filhos da melhor maneira possível, eduquei, ensinei a profissão, criei dentro da igreja evangélica e por fim um se
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Meus gostos 26nov

Meus gostos

“Eu sou a Luciana, gosto muito de pintar, gosto muito de fazer poema. Eu não gosto muito de comer porquê eu tenho medo de engordar, e se eu engordar vou dar trabalho pra minha mãe.”

Feliz e saudável 25nov

Feliz e saudável

“Um sonho? Acho que ser feliz e ter saúde já está de bom tamanho.”

Dividir a cultura caiçara 24nov

Dividir a cultura caiçara

“Meu falecido pai fazia, fazia balaio, cesto, fazia aquele negócio de pegar peixe no rio. Hoje que já tenho mais idade fico muito feliz em poder compartilhar isso esses meninos. Dividir a cultura caiçara para que ela não morra.”

Vida no assentamento 23nov

Vida no assentamento

“Meu nome é Yhara Ferreira dos Santos, tenho 23 anos. Vivi muitos anos em Campinas, até que meus pais resolveram vir pro acampamento, a gente ficou nas barraquinhas por um tempo até que chegou aqui no processo de assentamento. Foi um período bem difícil, eu tinha 9 anos quando vim pra cá. A gente sempre
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Emprego pro idoso 22nov

Emprego pro idoso

“Sou o Leônidas Martins Neto, 61 anos. Eu vim pra cá de Minas com 14 anos, em Araçatuba, depois voltei pra região do Guararapes e fiquei por 30 anos lá. Não era assentamento, lá eu casei e tive um casal de filhos e vivi anos muito felizes. Aí vim embora pra Araçatuba, formei os 2,
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Saudades da família 21nov

Saudades da família

“Jéssica, tenho 24 anos, morava em Alagoas e vim pra cá pra Santos tem 3 anos. Eu ‘tô’ gostando, tem as praias, tem mais pessoas, tem o shopping. Mas não tem a família, né. Sinto falta da família.”

Terra natal 20nov

Terra natal

“Meu nome é Josias, vim de Salvador pra cá há 15 anos, eu vim porquê queria uma coisa melhor na vida, mas como não consegui e agora ‘tá’ chegando a idade eu quero voltar pra minha terra natal.”

Os meus filhos 19nov

Os meus filhos

“Jéssica Caroline Ferreira, 22 anos, meu filho tem 8 meses… primeiro filho. ‘Tô’ no seguro desemprego, como meu filho é pequeno, fica difícil pra trabalhar, eu tentei fazer acordo no meu serviço e ele não quis mudar, aí resolveu me mandar embora. Eu sou a mais velha dos irmãos, então geralmente quem trabalhava em casa
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Pessoas da rua 18nov

Pessoas da rua

“Meu nome é João Paulo Ramos da Silva, tenho 21 anos e moro na Estação. O que é difícil pra mim na rua é a discriminação, você chega perto das pessoas pra pedir um lanche e elas acham que você vai roubar. Te jugam sem saber, te jugam sem te conhecer. O que é bom
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Escolhas da vida 17nov

Escolhas da vida

“Marcos Donizete Rodrigues, nasci em 1971. Antes de chegar aqui eu mexia com lanche, aí o que eu tinha era uma clientela bem boa. Ai do cachorro-quente a gente passou pra outro tipo de lanche, levou um certo tempo, eu trabalhava registrado e saí pra trabalhar por conta. O lanche mudou nossa vida, com ele
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Vida digna 16nov

Vida digna

“Já sonhei muito, já quis mudar o mundo. Hoje em dia, cara, meu sonho é dar uma qualidade de vida razoável pra minha família, pros meus dois filhos, minha esposa e ter uma vida tranquila. Ter uma vida digna, respeitar as pessoas.”

Pé Vermelho 15nov

Pé Vermelho

“Sidineia Pereira Nunes, tenho 35 anos, nasci em Campinas e moro há 35 anos em Sumaré. Tenho 10 irmãos, pai baiano, mãe pernambucana e peguei o começo de Sumaré mesmo, parecido com o começo aqui do Vila Soma. O pessoal fala que a gente é pé vermelho, mas em Sumaré todo mundo era. A cidade
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Trabalho na terra 14nov

Trabalho na terra

“Verônica Roque dos Santos, 58 anos de idade e já 14 aqui de assentamento. A gente veio pra cá em 2003, né, foi bastante difícil, não tinha muito recurso, a gente dependia até de fazer uma arrecadação pra ajudar o pessoal que era mais fraco, a gente foi buscando projetos e foi melhorando as coisas.
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Inventar soluções 13nov

Inventar soluções

“Jorge Inocêncio Alves Júnior, 37 anos, sou daqui de Ubatuba mesmo. Eu tive avós muito que além de serem muito criativos sempre incentivaram a minha criatividade. Então sempre tinha casa de farinha, aquelas engrenagens com cintos, correias e tudo mais que tem na roça. O caiçara tem sua forma de fazer, né? Você tem que
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