Empoderamento negro

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Empoderamento negro

“O que eu encontrei aqui dentro desta comunidade, além dessa conexão com a ancestralidade, a Casa de Cultura fazenda Roseira e a comunidade do Jongo Dito Ribeiro, pra mim funcionam como uma universidade livre, onde eu aprendo que não é só a história do negro vindo escravizado e sofrido, não é isso que a gente prega aqui. A gente prega o empoderamento da mulher negra, a gente vai falar sobre histórias de rainhas poderosas, que conseguiram atravessar esse oceano, a gente vai falar dos mitos africanos, não na perspectiva religiosa, mas na perspectiva da mitologia africana como uma cultura mesmo. O que a gente valoriza na casa de cultura é a história do jongo, é a história do negro como conhecedor de jogos, conhecedor de ciências, de artes, de saberes, a gente valoriza os saberes que vem desse povo diásporo, dessa diáspora africana até chegar aqui e em como a gente se relaciona com o jongo. Então pra mim aqui é uma universidade, livre, sobre toda a cultura afro, especificamente do jongo, e onde eu posso ser vetor, como arte educadora que eu sou, e atriz tb, eu consigo levar isso pros meus espaços. E hoje, fazendo parte dessa comunidade, es também estou no conselho de cultura.”

Tags: Campinas, Jongo, Meio Corpo, PROAC, São Paulo, Sentada, Sudeste, Tomás Cajueiro

Informações

Cidade
Campinas – SP
Data
Junho 2017
Fotógrafo
Tomás Cajueiro
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