Jongo e Casa

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Jongo e Casa

“Eu cheguei aqui através de um amigo meu, que também faz parte aqui da casa de cultura. Primeiro eu fui pro Urucungos, que é outra cultura popular, aí ele me perguntou se eu gostaria de conhecer o jongo, a Fazenda Roseira. Foi quando ele me trouxe aqui pra visitar e no primeiro dia que eu cheguei aqui tinha uma roda de jongo. Eu gostei muito, parecia que eu já tinha vivido aquilo, e a partir desse dia eu comecei a frequentar, foi em 2010. O jongo é uma coisa inexplicável, quando eu tô na roda de jongo, ou cantando algum ponto, mexe muito comigo, eu me sinto muito bem quando estou numa roda de jongo.

Não parei mais depois que entrei! Mas aí eu comecei a fazer parte da casa, de cuidar da casa e me envolver mais na comunidade. Antes eu só vinha quando tinha roda de jongo, quando tinha apresentação, aí depois a Alessandra me perguntou se eu queria fazer parte da casa, na organização, aí eu comecei a participar, vir uma, duas vezes por semana, receber pessoas, os alunos que vem, aí eu comecei e estou até hoje.”

Tags: Artistas, Campinas, Corpo Inteiro, Dança, Em pé, Fazenda, Idoso, Individual, PROAC, São Paulo, Sudeste, Tomás Cajueiro

Informações

Cidade
Campinas – SP
Data
Junho 2017
Fotógrafo
Tomás Cajueiro
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