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A APAE 17jan

A APAE

“Sou Deise Kratza e venho aqui na APAE desde bebezinha ! Gosto muito daqui, gosto das atividades propostas, gosto principalmente do teatro. Gosto de enfrentar a o público, não tenho medo ou vergonha porque faço isso desde que tenho 10 anos. Acho que ele também ajudou a não ser tímida com nada, eu falo é
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Fusca Amarelo 17jan

Fusca Amarelo

“Memória afetiva, o fusca na minha vida está ligado a diversos momentos: descobertas, viagem, aprender a dirigir, namoro, família, filhos etc. Tenho a grata satisfação de ainda poder dirigir um, ainda mais o “Pigmeu Amarelo”, da minha mãe, um senhor de 44 anos, com o qual celebro a vida e as emoções que a permeiam.
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Rua Sete 15jan

Rua Sete

“Eu nasci em 1962 e tenho muitas lembranças da Rua Sete de Setembro, principalmente dos carnavais, desfilei desde os 10 anos de idade na Águias da Avenida. Já com o futebol, joguei só no Rigesa, onde ganhei vários campeonatos, jogava de centroavante e tinha muita rivalidade aqui na cidade. Infelizmente Valinhos preservou pouco sua história
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Vida na arte 10jan

Vida na arte

‘Eu tinha 14 anos quando comecei a me envolver com arte. Foi graças a uma vizinha, que comentou que iria começar um curso e eu acabei indo junto. Na época eu não conhecia nada, eu era uma menina ainda. Era um curso difícil mas apaixonante e portanto, quando fiz 18 anos, precisei decidir o que
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Arte de rua 29nov

Arte de rua

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua. Ser artista de rua é difícil, muito difícil ! O preconceito é muito, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘Não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos
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Meus gostos 26nov

Meus gostos

“Eu sou a Luciana, gosto muito de pintar, gosto muito de fazer poema. Eu não gosto muito de comer porquê eu tenho medo de engordar, e se eu engordar vou dar trabalho pra minha mãe.”

Feliz e saudável 25nov

Feliz e saudável

“Um sonho? Acho que ser feliz e ter saúde já está de bom tamanho.”

Dividir a cultura caiçara 24nov

Dividir a cultura caiçara

“Meu falecido pai fazia, fazia balaio, cesto, fazia aquele negócio de pegar peixe no rio. Hoje que já tenho mais idade fico muito feliz em poder compartilhar isso esses meninos. Dividir a cultura caiçara para que ela não morra.”

Vida no assentamento 23nov

Vida no assentamento

“Meu nome é Yhara Ferreira dos Santos, tenho 23 anos. Vivi muitos anos em Campinas, até que meus pais resolveram vir pro acampamento, a gente ficou nas barraquinhas por um tempo até que chegou aqui no processo de assentamento. Foi um período bem difícil, eu tinha 9 anos quando vim pra cá. A gente sempre
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Saudades da família 21nov

Saudades da família

“Jéssica, tenho 24 anos, morava em Alagoas e vim pra cá pra Santos tem 3 anos. Eu ‘tô’ gostando, tem as praias, tem mais pessoas, tem o shopping. Mas não tem a família, né. Sinto falta da família.”

Escolhas da vida 17nov

Escolhas da vida

“Marcos Donizete Rodrigues, nasci em 1971. Antes de chegar aqui eu mexia com lanche, aí o que eu tinha era uma clientela bem boa. Ai do cachorro-quente a gente passou pra outro tipo de lanche, levou um certo tempo, eu trabalhava registrado e saí pra trabalhar por conta. O lanche mudou nossa vida, com ele
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Vida digna 16nov

Vida digna

“Já sonhei muito, já quis mudar o mundo. Hoje em dia, cara, meu sonho é dar uma qualidade de vida razoável pra minha família, pros meus dois filhos, minha esposa e ter uma vida tranquila. Ter uma vida digna, respeitar as pessoas.”

Pé Vermelho 15nov

Pé Vermelho

“Sidineia Pereira Nunes, tenho 35 anos, nasci em Campinas e moro há 35 anos em Sumaré. Tenho 10 irmãos, pai baiano, mãe pernambucana e peguei o começo de Sumaré mesmo, parecido com o começo aqui do Vila Soma. O pessoal fala que a gente é pé vermelho, mas em Sumaré todo mundo era. A cidade
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Trabalho na terra 14nov

Trabalho na terra

“Verônica Roque dos Santos, 58 anos de idade e já 14 aqui de assentamento. A gente veio pra cá em 2003, né, foi bastante difícil, não tinha muito recurso, a gente dependia até de fazer uma arrecadação pra ajudar o pessoal que era mais fraco, a gente foi buscando projetos e foi melhorando as coisas.
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Inventar soluções 13nov

Inventar soluções

“Jorge Inocêncio Alves Júnior, 37 anos, sou daqui de Ubatuba mesmo. Eu tive avós muito que além de serem muito criativos sempre incentivaram a minha criatividade. Então sempre tinha casa de farinha, aquelas engrenagens com cintos, correias e tudo mais que tem na roça. O caiçara tem sua forma de fazer, né? Você tem que
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Amor pela mudança 12nov

Amor pela mudança

“Meu nome é Verena Paparato e eu tenho 24 anos. Eu adoro mudança, gosto de ir embora de todo lugar, acho maravilhoso, aquela agitação interna e normalmente a vida me surpreende de uma maneira positiva, então acho isso sensacional… agora esse final de semana eu fui pela primeira vez em Belo Horizonte, nunca tinha ido
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Pedacinho de terra 11nov

Pedacinho de terra

“Esse é meu primeiro acampamento, primeira vez que entrei na luta pela terra. Se fosse na beira da pista eu não iria porque tem perigo do carro, caminhão, atropelamento, ladrão e etc. O que me trouxe pra cá foi a vontade de ter um pedacinho de terra, plantar alguma coisa, passar horas aqui. Distrair a
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O amigo 10nov

O amigo

“Sou Messias da Silva, 41 anos. Fazem uns 3 anos que estou aqui no carvão. Antes trabalhava de cortador de cana, na usinas aqui da região. Mudei porquê o rapaz que trabalha aqui é muito meu amigo e abriu essa firma, aí me chamou pra trabalhar com ele e eu vim pela amizade. Vim pela
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Mudar a vida 09nov

Mudar a vida

“Jonathan Carvalho Monteiro, 22 anos e desde os 18 ‘trampando’ aqui na limpeza dos peixes. Sabe, quando comecei nesse mundo do pescado minha vontade mesmo era pescar. Sabe, aquela da aventura, de estar ali lutando contra o mar e superando desafios. Mas ai a vida vai passando e vamos perdendo as ilusões né. Hoje, que
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Aprender na vida 08nov

Aprender na vida

“Sou parte de uma geração que não teve muito acesso a estudo e que aprendeu as coisas na vida. Sabe, a escola da vida. Entra ano e sai ano você vai aprendendo cada vez mais, você nunca sabe tudo, sempre tem alguém pra te ensinar.”