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Trabalho na terra 14nov

Trabalho na terra

“Verônica Roque dos Santos, 58 anos de idade e já 14 aqui de assentamento. A gente veio pra cá em 2003, né, foi bastante difícil, não tinha muito recurso, a gente dependia até de fazer uma arrecadação pra ajudar o pessoal que era mais fraco, a gente foi buscando projetos e foi melhorando as coisas.
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O amigo 10nov

O amigo

“Sou Messias da Silva, 41 anos. Fazem uns 3 anos que estou aqui no carvão. Antes trabalhava de cortador de cana, na usinas aqui da região. Mudei porquê o rapaz que trabalha aqui é muito meu amigo e abriu essa firma, aí me chamou pra trabalhar com ele e eu vim pela amizade. Vim pela
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Aprender na vida 08nov

Aprender na vida

“Sou parte de uma geração que não teve muito acesso a estudo e que aprendeu as coisas na vida. Sabe, a escola da vida. Entra ano e sai ano você vai aprendendo cada vez mais, você nunca sabe tudo, sempre tem alguém pra te ensinar.”

Vida no campo 07nov

Vida no campo

“Eu sou Jair e vim de Mogi Guaçu em 2003, a gente costuma dizer que aqui é Bauru. Rapaz, o sofrimento foi grande, na época eu deixei meu emprego em rumo ao desconhecido. Toda vida eu trabalhei no campo, única carteira registrada que eu tive foi rural, agora eu quero ver se consigo me aposentar,
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Luta difícil 04nov

Luta difícil

“Meu nome é Antônio José Rodrigues, conhecido como Antônio da Ave-Maria, tenho 71 anos, 14/07/1945. Quando eu entrei na terra eu tinha 53, então quando a gente chegou aqui a gente chegou em 2003, dentro dessa área aqui tem 5196 hectares. Quando a gente entrou era tudo cheio de eucalipto, aí foram cortando eucalipto e
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Vida na laranja 02nov

Vida na laranja

“Venho de uma família humilde, de trabalhadores rurais. Eu e meu irmão fizemos o máximo pra ajudar nossos pais. Eles tocavam roça, mexia com lavoura de grãos e também tirava leite. Desde pequeno eu acordava muito cedo pra ajudar eles. Lembro da mãe contar pra gente que quando era pequena apanhava algodão na região de
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Cidade e campo 01nov

Cidade e campo

“Meu nome é Cristiane Rodrigues Lima de Oliveira, tenho 44 anos e ‘tô’ aqui já faz 1 ano. Foi muito bom eu ter descoberto isso aqui, eu não fazia ideia antes do que era isso, eu achava que Sem Terra era uma coisa feia, uma coisa ruim. Isso não existe, não são cangaceiros, não são
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Família unida 29out

Família unida

“Maria Carolina Mouro César dos Reis, 37 anos. Eu comecei a trabalhar aqui depois que eu me formei, eu estudei em São Paulo, fiquei lá até 2003. Fui pra lá estudar Administração, fui não com a intenção de voltar, eu fui fazer administração e viver. Aí eu comecei a me identificar mais com esse negócio
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Estradas da vida 27out

Estradas da vida

“Joaquim Roberto Simões, tenho 51 anos, já ‘tô’ aqui na parte da cana já há uns 17 anos, eu vivi muito tempo na estrada, 22 anos na estrada, depois passei pra cá. Claro, ainda sou caminhoneiro, mas ser caminhoneiro aqui é uma rotina diferente do que tinha antes. Foi tudo meio de repente, com esse
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Meu espaço 26out

Meu espaço

“João Francisco de Lima, 61 anos, eu gosto muito daqui, faz 4 anos que eu moro aqui, certo? Em Araçatuba faz tempo que moro, mas vim pra cá atrás da minha terra a uns 4 anos. Foi quando vim pra cá que eu entrei no MST. Um aluta justa, uma luta por terra. Aqui eu
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Vida no Café 25out

Vida no Café

“Vivi todos meus anos no mundo do café. Da infância até hoje. Fico feliz, muito feliz, quando olho para trás e vejo tudo que vivi.”

Rotina pesada 18out

Rotina pesada

“Sou Silvio Donizette Pereira Lima, 45 anos. Mexo na parte da roça, dos tratores. Já tem uns 15 anos que eu faço isso. Minha rotina é pesada, acordo 4h da manhã, venho pra cá, limpo os coxos, trato o gado, roço os pastos. Tem muita coisa durante o dia. Aqui na fazenda eu aprendi muita
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Mãe exemplar 15out

Mãe exemplar

“Me chamo Aparecida das Graças Votolino de Souza, eu vou fazer 60 anos. Quarenta anos aqui nessa propriedade. Eu procuro ser uma mãe exemplar, uma mãe espelho, procuro colocar na família aquilo que eu tenho à base de vida, ao longo da vida. Eu procuro ouvir mais e falar menos, pra gente conviver com todas
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Luta no MST 11out

Luta no MST

“Meu nome é Edson de Oliveira, ‘tô’ no acampamento há 1 ano e 3 meses, e a relação que a gente tem aqui a respeito do ambiente foi o melhor lugar que a gente achou pra se manter mais focado nas coisas, entendeu? no começo quando eu vim pra cá todo mundo achava que eu
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Nova geração 05out

Nova geração

“Antônio Luiz Carvalho, eu nasci 12 de junho de 1953. Eu nasci aqui nessa fazenda, na Fazenda Criciúma. Eu nasci aqui, estudei aqui, cresci aqui. Meus pais trabalhavam aqui, era só café, depois veio algodão, milho e a partir de 82 começou a iniciar o plantio de cana. Aí construiu a destilaria e apareceu mais
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Plantando esperança 02out

Plantando esperança

“Estou na luta pela terra fazem alguns anos. Eu ‘tô’ aqui nesse acampamento há 3 anos. Sabe o que plantamos aqui? A gente planta esperança. Esperança de sair uma terrinha pra gente plantar mais coisas, tocar nossa vida.”

Família nos cavalos 28set

Família nos cavalos

“Meu nome é Marcelo Vieira Roldan, tenho 43 anos, trabalho há 20 anos com cavalo. Hoje eu sou ferrador, eu ferro cavalo porquê eu gosto. Já venho de uma família que tem relação com os cavalos. Meu pai era treinador de cavalo de corrida, eu ajudava ele desde os 7 anos de idade. Minha família
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Fui aprendendo 27set

Fui aprendendo

“Paulo Sérgio Moura, tenho 50 anos de idade. Eu comecei aqui em 1993, e eu comecei como tratorista. Trabalhei demais da conta. Eu tinha 26 anos quando comecei aqui e ai fui me desenvolvendo, fui aprendendo, fui melhorando. Hoje ‘tô’ de encarregado, é quebrar a cabeça mas é mais tranquilo que naquele tempo. Antes era
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
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