Agricultor

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Nova geração 05out

Nova geração

“Antônio Luiz Carvalho, eu nasci 12 de junho de 1953. Eu nasci aqui nessa fazenda, na Fazenda Criciúma. Eu nasci aqui, estudei aqui, cresci aqui. Meus pais trabalhavam aqui, era só café, depois veio algodão, milho e a partir de 82 começou a iniciar o plantio de cana. Aí construiu a destilaria e apareceu mais
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Plantando esperança 02out

Plantando esperança

“Estou na luta pela terra fazem alguns anos. Eu ‘tô’ aqui nesse acampamento há 3 anos. Sabe o que plantamos aqui? A gente planta esperança. Esperança de sair uma terrinha pra gente plantar mais coisas, tocar nossa vida.”

Família nos cavalos 28set

Família nos cavalos

“Meu nome é Marcelo Vieira Roldan, tenho 43 anos, trabalho há 20 anos com cavalo. Hoje eu sou ferrador, eu ferro cavalo porquê eu gosto. Já venho de uma família que tem relação com os cavalos. Meu pai era treinador de cavalo de corrida, eu ajudava ele desde os 7 anos de idade. Minha família
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Fui aprendendo 27set

Fui aprendendo

“Paulo Sérgio Moura, tenho 50 anos de idade. Eu comecei aqui em 1993, e eu comecei como tratorista. Trabalhei demais da conta. Eu tinha 26 anos quando comecei aqui e ai fui me desenvolvendo, fui aprendendo, fui melhorando. Hoje ‘tô’ de encarregado, é quebrar a cabeça mas é mais tranquilo que naquele tempo. Antes era
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
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Leite da vida 22set

Leite da vida

“Meu nome é Tales Afonso Ferrari Ribeiro, tenho 20 anos, sou estudante de veterinária. Minha relação com os animais, sobretudo com a pecuária, vem da infância. Antes até de vir aqui pra fazenda, eu já andava com o meu pai quando ele era vendedor, sempre no meio do sítio, sempre gostei de animais e de
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Nova laranja 18set

Nova laranja

“Me chamo Edson César Zeulle, 56 anos. Faz um ano que trabalho aqui com Laranja. Antes, eu era vendedor de trator, nós tivemos essa crise e a coisa ficou difícil. A cobrança é grande nas vendas, se não vender… Você sabe. Além disso, aqui é uma coisa gostosa trabalhar, trabalho com pessoas boas. Aqui encontrei
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Vida na estrada 14set

Vida na estrada

“Sou Maria José Ferreira dos Santos, 63 anos. Olha, se eu fosse homem eu seria caminhoneiro, pra ficar na estrada, sempre na estrada. Esse sentimento de movimento sempre me perseguiu! Quando eu trabalhava nas casas de família eu nunca quis ter carteira registrada, porque se o patrão me olhasse torto, eu já falava tchau. Voltava
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Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
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Vida no chá 10set

Vida no chá

“Conhecer o chá eu conheci com cinco anos. Porque o meu pai trouxe uma muda, uma semente de chá não sei de onde! Ele semeou na areia e esse chá começou brotar! Então o meu pai me deu uma latinha e disse “Agora você vai ‘escoiê’ os broto e ‘colocá’ nessa latinha.” Isso eu lembro
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A luta 09set

A luta

“Meu nome completo é João Bosco Padula, tenho exatamente 59 anos, natural de Fonte Nova, Minas Gerais. Minha infância foi maravilhosa, assim, eu não tive complexo da doença que eu tive, né, graças ao esforço da minha mãe, do meu pai, da minha madrinha, que ajudaram bastante e a minha força de vontade pra superar
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Outro preconceito 08set

Outro preconceito

“Pessoas acham que nós que trabalhamos com carvão somos uns bicho, que é só trabalho escravo. É só mais um desses preconceitos que dominam a opinião pública. Digo mais um, porque tem tantos, não tem?”

Saudade do pai 07set

Saudade do pai

“Eu sinto muita falta do meu pai, acho que é a coisa que eu mais sinto falta. Meu pai trabalhava no garimpo, era difícil a vida, mas eu sinto muito a falta dele.”

Amor pela laranja 07set

Amor pela laranja

“Venho de uma família humilde, de trabalhadores rurais. Eu e meu irmão fizemos o máximo pra ajudar nossos pais. Eles tocavam roça, mexia com lavoura de grãos e também tirava leite. Desde pequeno eu acordava muito cedo pra ajudar eles. Lembro da mãe contar pra gente que quando era pequena apanhava algodão na região de
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Nossa terra 02set

Nossa terra

“Sou José Militão, 74 a lutador do MST. A parte melhor de viver aqui é que aqui é todo mundo irmão, o que acontece com um acontece com todo mundo. Tem outra coisa, aqui nós todos gosta daqui, a nossa patroa é a melhor que tem. Não é puxando o saco, é a realidade, o
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A vida na fazenda 01set

A vida na fazenda

“André Luís Carvalho, vou fazer 41 anos agora dia 13 de outubro, nasci aqui nessa fazenda que eu trabalho, meu pai também, minha avó mãe da minha mãe também é nascida aqui, então vem de geração trabalhar na cana, antes era mais cereais mas hoje é mais cana e soja. Posso dizer que conheço bem
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Meu grande sonho 29ago

Meu grande sonho

“Valdecir Bastos, nasci em Ribeirão Preto, nasci dia 23 de maio de 1954. Hoje meu grande objetivo é ter um pedacinho de terra pra plantar, colher, ter o sustento e o pão de cada dia. Nós merece, cada um de nós.”

Cidade e roça 28ago

Cidade e roça

“Entre a cidade e a roça, sem dúvida eu fico com a roça.”

Vida na cana 23ago

Vida na cana

“Trabalho com cana fazem 24 anos já, isso mais de metade da minha vida. Nesse longo caminhar eu já fiz de tudo: adubação,  preparação do solo, corte e tudo mais que você pode imaginar. Sabe, as coisas melhoraram muito com a chegada da tecnologia e dos equipamentos. Antes era o dia inteiro embaixo do sol,
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