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Sossego em casa 19set

Sossego em casa

“Vivo um período da minha vida que eu quero mais é sossego. Só sossego, o resto deixo pra segundo lugar.”

Minha Sorocaba 03set

Minha Sorocaba

“Sorocaba passou de uma cidade assim bem provincial pra uma cidade bem moderna a partir de 1970. hoje Sorocaba tem um dos polos industriais mais importantes do Brasil. Quando cheguei aqui em 1955 não era assim. A sorocabana foi importante nesse processo. Foi pioneira como empresa de transporte que movimentou todo esse ramal de São
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Sozinho na praça 30ago

Sozinho na praça

“Gosto de vir aqui na praça e ficar pensando na vida.’Tá’ difícil as coisas, sozinho na casa, sem dinheiro. Eu entro na casa e a casa não fala comigo, não tenho com quem conversar, saio na rua e só consigo encontrar algum colega pra conversar um pouquinho. ‘Tava’ pensando aqui porquê eu moro sozinho. Eu
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Costura da alegria 29ago

Costura da alegria

“Participar de uma casa de caridade como essa faz muito bem, sabe. É bom para distrair minha cabeça, minha depressão e foi aonde eu me encontrei: na costura. Aqui a gente passa a parte da manhã do sábado, bem gostoso, a gente ri, diverte, desabafa, faz novos amigos. A gente faz bem e recebe o
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Minha cidade 13ago

Minha cidade

“Sou nascido dia doze de fevereiro de mil novecentos e cinquenta e um. Isso foi a 66 anos ! Nasci e cresci aqui na minha amanda Araçatuba. Minha terra é essa. Nasci aqui, me criei aqui e já viajei com muita boiada aqui. Tenho um orgulho enorme aqui da minha terra. Acho que o motivo
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A molecada 11ago

A molecada

“José Alexandre Mendes, tenho 50 anos, devo parecer ter uns 80 mas é só 50. Frequento a casa aqui há muitos anos, já fui católico, já cantei em coral de igreja e recentemente sou um aposentado. Pra mim vir aqui é uma terapia em grupo, uma satisfação poder ver a juventude, a molecada, eu me
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Minha Paraisópolis 28jul

Minha Paraisópolis

“Sou Neuza Maria Vicente, 64 anos, moradora de Paraisópolis há mais de 30 anos. Nasci em Presidente Prudente, vim pra Paraisópolis há quase 40 anos. Vim porque meu irmão morava aqui, eu pagava aluguel e na época ‘tava’ caro, então tinha um espaço aqui e ele cedeu. Fiz um barraquinho e ‘tô’ até hoje. Quando
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Arte de viver 19jul

Arte de viver

“Sou Maria Cândido Santos Russo, esposa de artista e mãe de artista, então já viu, né? O mundo da arte sempre fez parte da  minha vida. A arte é incrível, ela muda a gente, a personalidade muda rapidinho, de uma hora pra outra. Porquê todo artista ele é meio, digamos assim, difícil de conviver. Eles
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Meus amores 16jul

Meus amores

“Um dia eu ‘tava’ um dia no hospital com o meu menino quando vi o Conselho Tutelar baixar lá e levar uma menina embora. Fiquei angustiada e fui atrás de quem era. A menininha ficou 5 meses no orfanato e quando eu cheguei lá e tirei ela tinha 7 meses de vida. Ou seja, quase
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Voltar pra casa 15jul

Voltar pra casa

“De menino eu morei no sítio mas quando cresci eu fiquei um tempo na cidade. Depois que aposentei não tive dúvida: voltei pro lugar de onde vem a minha família. Gosto de ficar aqui, aqui é outro ar, aqui é mais fresco. Devo falar que eu não sinto falta de praticamente nada de lá. Eu
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Viver em Paraisópolis 14jul

Viver em Paraisópolis

“Sou Antônio Cavalcante de Melo, aqui em Paraisópolis sou o ‘Toninho Moveis’, tenho 61 anos e sou do Recife. Cheguei em São Paulo em 1973 com 16 anos, vim sozinho. Eu ‘tava’ trabalhando em Alagoas, aí de Alagoas eu vim pra cá. Sempre trabalhei com móveis quando eu cheguei em São Paulo com esse trabalho
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Fé da Bahia 08jul

Fé da Bahia

“Aurelina Naltério de Brito, tenho 85 anos e faz um mês que cheguei da Bahia. Sou de uma família de 4 filhos, duas meninas e dois meninos. Todos lá de Maracás. Já ouviu falar? Fica no interior da Bahia, nossa terra era pra lá de Maracás. A vida lá foi dura então eu e a
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Estado de São Paulo 28jun

Estado de São Paulo

“Sou Amelia Maria Correia Santos, 60 anos, eu vim de Salvador acompanhando meu esposo que é o Josias, agora eu ‘tô’ querendo voltar pra Bahia, rever meus filhos, netos, meus irmãos. Quanto aqui ao Estado de São Paulo não tenho o que dizer, ‘tô’ sendo bem recebida, muito carinho, é um povo acolhedor. Aqui a
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Pão de queijo 22jun

Pão de queijo

“Sou Ângela Antônio Aloísio de Moura, 65 anos. Hoje sou conhecida graças a esse meu trabalho. É só você perguntar aqui no centro de alguém que vende pão de queijo e todo mundo vai me conhecer. E pensar que comecei num momento que a gente ‘tava’ passando dificuldade, sem opção de serviço e aí eu
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Iguape de ontem 19jun

Iguape de ontem

“Meu nome é Paulo de Moraes Tangari, 83 anos vividos nessa linda Iguape. Ao longo dessa vida eu pesquisei muito a história de Iguape, até hoje continuo fazendo e descobrindo novas coisas. Agora eu estava pesquisando sobre o coronel Diogo Ribeiro, que foi prefeito de Iguape em 1936 e era muito amigo de meu pai.
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Casa de Deus 16jun

Casa de Deus

“Foi Deus que trouxe eu aqui pra Vila Soma. Eu pagava um aluguel de 700 reais, meu marido faleceu em 2008, sem o pagamento dele Deus mostrou esse lugar aqui pra mim e pro meu filho e aí a gente fez nossa casinha. Aluguel é muito caro, o pobre não tem condição de financiar uma casa.
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Ser humanizado 12jun

Ser humanizado

“Eu gosto de vir aqui porquê além de aprender a costura pra poder fazer os trabalhinhos em casa, agora eu tenho uma netinha, eu pretendo fazer roupinhas pra ela. Também pelas amizades, pela conversa, a gente passa umas horas muito boas, faz amizade, troca ideia, fica bem humanizado.”

Fé e Família 07jun

Fé e Família

“Desde minha infância tenho uma relação com a Folia do Divino. É algo que vem muito da minha família, por parte da minha mãe e do meu pai, dos meus antepassados, eles eram festeiros do Divino na cidade, faziam festas, e isso era uma tradição. Divino, Divino. Quando eu vim pra essa praia aqui, há
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Vida do meu pai 06jun

Vida do meu pai

“Nasci em 1946, dia 28 de julho de 1946 e costumo dizer que foi ali que começou minha relação com a Folia do Divino. Ela é importante, é um respaldo que meu pai deixou. Com ela vem não só minha fé, mas a memória do meu pai, que foi folião muitos anos.”

Tudo e nada 03jun

Tudo e nada

“Sou paraibano falsificado, nasci em Pernambuco mas me registrei na Paraíba então ‘tô’ me colocando como paraibano. ’Tô’ a caminho do advogado. Eu ‘tô’ correndo atrás da minha aposentadoria, eu sou alcoólatra, eu tive pressão alta, eu sou meio surdo e meio cego. Eu sou que nem o Beethoven. Sou cabeludo, não tenho dinheiro pra
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