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Cultura local 27jul

Cultura local

“Meu nome é Letícia Sartori, tenho 21 anos, sou nascida e criada aqui em Bauru, interior de São Paulo. Eu escrevo e escrevo muitas coisas andando pelas ruas dessa cidade, lembrando de momentos que aconteceram aqui com as pessoas que eu trombo na rua, nos corres todos da vida. Eu acho muito importante essa relação
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O Jongo 26jul

O Jongo

“Sou Maria Alice Ribeiro, 73 anos e uma das lutadoras, coordenadora do Jongo Dito Ribeiro. Benedito Ribeiro era mineiro, praticava o Jongo lá. Quando ele veio pra Campinas, casou e teve o primeiro filho. Acho que ele casou em 30. Sou a última dos filhos e minha trajetória começou ali, com esses dois. O jongo
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Sonho de realizações 25jul

Sonho de realizações

“Meu nome é Eduardo Fernandes da Silva, tenho 21 anos. Eu sou do interior do Estado de Goiás, uma cidade chamada Ouvidor e aí a família da minha mãe veio pra aqui pra Ribeirão. Isso faz tempo, né. Ai meu pai acabou conhecendo ela aqui, aí eles foram pra lá onde eu nasci e eu
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Arte e Política 23jul

Arte e Política

“Sou Isabele Bitar, tenho 28 anos, sou atriz e dançaria. A gente ‘tá’ fazendo uma manifestação artístico-visual de dança, política com a temática “Diretas Já!”. A gente veio no centro, fizemos umas performances de dança e fotografia, que é visual, e aí tem esse trabalho de um artista nosso que é caligrafia no corpo, com
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Meu carnaval 23jul

Meu carnaval

“Tenho uma ligação muito forte com o carnaval, gosto de pensar que essa relação exista pelo fato de eu ter nascido no mês do carnaval. Poderia usar também a astrologia pra justificar, já que sou de aquário, um signo de liberdade, e acho que o conceito de liberdade pode ser sintetizado muito bem com a
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Vida pra parte 19jul

Vida pra parte

“Meu nome é Fernanda Diniz, tenho 20 anos, e eu moro numa casa que a intenção é se tornar um ponto de cultura da cidade. Moro com mais 2 pessoas agora, antes éramos em 3, agora são duas. Tudo começou com o grupo Maquinaria, que era um grupo de teatro independente também que durou 3
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Arte de viver 19jul

Arte de viver

“Sou Maria Cândido Santos Russo, esposa de artista e mãe de artista, então já viu, né? O mundo da arte sempre fez parte da  minha vida. A arte é incrível, ela muda a gente, a personalidade muda rapidinho, de uma hora pra outra. Porquê todo artista ele é meio, digamos assim, difícil de conviver. Eles
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Coisas da vida 15jul

Coisas da vida

“Eu sempre quis fazer muitas coisas, ser várias coisas, e ai eu não conseguia escolher o que ser o que fazer, era como se eu precisasse me interessar muito por algo pra realmente conseguir seguir até o fim. E nas artes, como ator e como diretor, eu poderia ser e fazer várias coisas, dentro de
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Arte do picho 13jul

Arte do picho

“Thiago, 25, entre na pichação em 2004, 2005 mas com as influências mais da capital mesmo. Aprendi um pouco na rua com um tio que era dono de um canil. O picho, na minha visão, é a arte contemporânea do Brasil dos anos 80 pra cá, diferente do grafite, o grafite é uma arte americanizada,
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Beija Flor 13jul

Beija Flor

“Maria Elidia da Silva, tenho 53 anos. Meu apelido, nome artístico, é Beija-Flor, porquê eu fiz capoeira aos 32 anos de idade, e aí foi meu nome de batismo. Quem me deu esse apelido foi o mestre Nenel, que é filho do mestre Bimba, que trouxe a capoeira regional para o mundo. Além do apelido
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DJ trance 07jul

DJ trance

“Meu nome é Lucas Ednaldo Gonçalves de Souza, tenho 20 anos, sou da cidade de Presidente Prudente, trabalho como DJ nas baladas noturnas, trance, ‘tá’ ligado? Aqui na cidade não é muito fácil. A cena eletrônica tem sido muito pequena aqui dentro, tem espaço mais pra funk, balada sertaneja, então dentro disso a gente começou
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Nova cidade 03jul

Nova cidade

“Meu nome é Aran, tenho 38 anos. Não sou aqui de Bauru,  vim pra cá nos anos 90. Gosto de viver aqui, mas procuro criar coisas que criem um ambiente mais meu aqui nessa cidade. Assim fiz a Extinção em 2003 pra melhorar um pouco o ambiente que eu vivo, um modo compartilhável de trabalhar,
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Maria do Fandango 18jun

Maria do Fandango

“Desde minha infância eu vivo o mundo do fandango. Desde os 10 anos eu já dançava, aí depois eu casei e abandonei, deixei um pouco de lado, sabe. Mas o meu pai tocava viola, meus tios todos também tocavam, ai sai mas fiquei do lado. Depois eu parei, mudei pra Iguape e a gente fazia
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Professor da brincadeira 15jun

Professor da brincadeira

“Fui professor na EMIA, Escola Municipal de Iniciação Artística e minha linguagem lá era teatro, dei aula mais de 20 anos. Fui ‘titeiriteiro’, isso é legal de contar porquê ninguém sabe o que é: é quem vende títere, boneco, então eu era bonequeiro na prefeitura de São Paulo. Foi um cargo que foi entrando em
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Relações de família 08jun

Relações de família

“Com meus pais aprendi a dança e cantar. Acho que foi uma das grandes lições que me deram, pois ela permite manter nossa cultura e fortalecer sempre nossa relações. Afinal, disso é feita uma comunidade: de relações.”

Vida do meu pai 06jun

Vida do meu pai

“Nasci em 1946, dia 28 de julho de 1946 e costumo dizer que foi ali que começou minha relação com a Folia do Divino. Ela é importante, é um respaldo que meu pai deixou. Com ela vem não só minha fé, mas a memória do meu pai, que foi folião muitos anos.”

Remoda Funk 05jun

Remoda Funk

“Meu nome é Danilo Lara dos Santos, tenho 26 anos, sou morador da cidade de Iguape, sou nascido em Santos, minha história é lá de Santos, nasci e fui criado lá até meus 12 anos. A cidade nunca saiu da minha mente e ‘curação’, mas mudei pra Iguape em 2000 e agora já sou Iguapense,
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Alegria do Divino 25mai

Alegria do Divino

“Eu me sinto feliz quando estou tocando, eu gosto, gosto do fandango, da folia do Divino. Acho que quando a gente passa e o pessoal aplaude a gente, chama a gente pra cantar, é uma maneira deles nos darem carinho sabe. E quem não gosta de receber sentimentos bons e carinho?”

Dançar pra fora 21mai

Dançar pra fora

“Eu gosto mais de dançar do que cantar, gosto de levar pra fora da Aldeia um pouco da nossa cultura.”

Tradição do Divino 20mai

Tradição do Divino

“Sou mestre do Divino do Espírito Santo, da romaria. Comecei no Divino com 11 anos de idade e aí fiquei até minha adolescência, até uns 16 anos de idade. Depois eu parei, estudei um pouco, aí fui fazer outra coisa, né? Essas coisas de adolescente que quer algo diferente daquilo de onde veio. Que experimentar.
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