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Motorista CAPS 28set

Motorista CAPS

“João Francisco Carlota, 52 anos. Há um ano sou motorista do CAPS Integração. Antes eu era metalúrgico, vim de uma fábrica falida, trabalhei na Mabe, 23 anos, faliu. Então fiz alguns cursos de motorista e aí fiz uma entrevista lá no Transportes Monteiro e aí me contrataram pra trabalhar no Cândido Ferreira. Pra quem tá
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Doença incurável 23set

Doença incurável

“Sou Sandra, tenho 58 anos. Já passei por quase todos hospitais aqui em Campinas. Todos, e o que eu encontrei o tratamento melhor, que é mais liberto, mais livre, mais higiênico, que dá liberdade de falar, de pensar, de agir também, seja a forma que for foi aqui no caps David Capistrano. No outro lado
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A depressão 20set

A depressão

“Sou Lucimara Lessi, 46 anos. Já tem 9 anos que eu faço tratamento de depressão. Eu fazia particular, trabalhando, até que eu fui afastada do trabalho por causa da depressão, aí eu não pude mais voltar a trabalhar, a empresa não me aceitou mais. Aí eu fiquei sem receber, tô na justiça pra poder me
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Música guia 14set

Música guia

“Estou aqui para tratar de um transtorno bipolar. Faz um tempo, se eu não me engano fazem uns 3 anos porque eu estava num outro CAPS lá no Taquaral, aí eu parei de tomar os remédios e voltou tudo de novo. Foi quando minha mãe me trouxe até aqui e eu comecei a fazer o
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Empoderamento negro 12set

Empoderamento negro

“O que eu encontrei aqui dentro desta comunidade, além dessa conexão com a ancestralidade, a Casa de Cultura fazenda Roseira e a comunidade do Jongo Dito Ribeiro, pra mim funcionam como uma universidade livre, onde eu aprendo que não é só a história do negro vindo escravizado e sofrido, não é isso que a gente
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Minha vida 11set

Minha vida

“Sou José Paulino Reis, 59 anos, estou aqui no CAPS desde outubro de 2006. O dia a dia meu aqui hoje é muito gostoso, mas quando eu comecei aqui era muito perturbado, eu não tinha assim, vontade de viver mais. Tentei tirar a minha vida, a primeira vez foi com remédios. Comecei com tratamento em
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Familia da Roseira 06set

Familia da Roseira

“Sou Dandewara Pereira 42 anos, nasci em Campinas e estou no jongo há aproximadamente 4 anos. Eu acompanhava as atividades que eles faziam em outros lugares, como no Largo São Benedito e em outras atividades que eles participavam, praticamente onde tinha apresentação do jongo eu acompanhava. Ia como visitante, aí, há quatro anos que eu
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Exemplo da mãe 05set

Exemplo da mãe

“Talita de Melo Luiz, 29 anos. Entrei no CAPS no final de novembro do ano passado, entrei numa vaga provisória pra uma licença maternidade sem nunca ter trabalhado no CAPS antes. Mas foi algo que busquei, sabe. Fiquei quatro meses fazendo vários processos, tentando, tentando, e sofrendo, não conseguia. Foi uma luta, até que um
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Quando crescer 03set

Quando crescer

“Aqui na fazenda eu ajudo a fazer a coisas no computador, ajudo na cozinha a fazer a comida, a limpar a casa, arrumar livros. Gosto daqui porque aqui a gente aprende várias coisas, a gente aprende sobre cultura, a gente trabalha com isso, a gente trabalha com cartografia também. Isso tudo é importante É importante,
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Vida de Santo 01set

Vida de Santo

“Me chamo Luiz, mais conhecido pelo meu nome de santo, Toloji. Minha caminhada nesse mundo começou quando eu tinha um amigo, aqui em Campinas, que frequentava a Umbanda. Antes eu era católico, minha família muito católica, mas tinha algumas coisas que não dava pra gente conceber dentro do catolicismo como, por exemplo, o fato de
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Comida boa 01set

Comida boa

“Eu moro sozinho, a minha irmã tem uma casa, e eu tenho, a minha mãe deu três cômodos no fundo pra mim morar. Lá eu só faço o meu café, e pago a pensão pra minha irmã, aí eu como, todo dia ela dá pensão pra mim, almoço e janta, mas eu gosto da comida
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Jongo de Campinas 25ago

Jongo de Campinas

“Sou Bianca Lúcia Martins Lopes, 19 anos. Faço parte da Comunidade Dito Ribeiro, sou bisneta, neta da D. Maria, mãe da Alessandra, liderança da comunidade que está lá na África. Ser parte integrante desse comunidade é maravilhoso, eu estou aqui desde os meus cinco anos de idade, desde quando a gente acordou o jongo na
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Jongo na Itália 23ago

Jongo na Itália

“Ingrid D’Esposito, 26 anos. Cheguei no Brasil há 3 meses, mas sou de Nápoles, na Itália. Estou aqui desenvolvendo um projeto de pesquisa, minha dissertação em antropologia, na Unicamp. Meu projeto é focado na comunidade Jongo Dito Ribeiro, na revitalização do jongo, em particular no contexto urbano, como Campinas. Um dia eu descobri o jongo
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Empoderamento Negro 19ago

Empoderamento Negro

“A história da nossa comunidade é uma história de resistência, de luta e de empoderamento da mulher negra. É notório quando as mulheres passam por esse espaço, aliás, todos que passam pelo jongo, de certa medida passam por uma transformação, mas é muito mais notório quando se trata da mulher negra, que chega aqui de
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Jongo e Casa 15ago

Jongo e Casa

“Eu cheguei aqui através de um amigo meu, que também faz parte aqui da casa de cultura. Primeiro eu fui pro Urucungos, que é outra cultura popular, aí ele me perguntou se eu gostaria de conhecer o jongo, a Fazenda Roseira. Foi quando ele me trouxe aqui pra visitar e no primeiro dia que eu
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Cultura Popular 12ago

Cultura Popular

“No ano 2000 eu comecei a conhecer a questão da cultura popular. Essa caminhada de uns dezessete anos pela cultura tem sido muito boa. Conheci muitas coisas, fui pra muitos lugares. Ainda mais porque eu permeio no meio da cultura, quando dos Urucungos, quando da Capoeira, quando do Jongo. Eu não sou assim, de uma cultura. A
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Ajudar os outros 08ago

Ajudar os outros

“Eu gosto de ficar dançando Jongo. Gosto também de ajudar os outros, quando alguém tiver triste eu ajudo. Eu vou lá e pergunto pra ela o que aconteceu.”

Candido da Mãe 06ago

Candido da Mãe

“Trabalho aqui no Caps David Capistrano. É muito bom trabalhar aqui cara. Muito gratificante. Os pacientes, os funcionários muito gente boa. Tem 3 meses que eu estou aqui, mas vou falar pra você, eu já considero o pessoal como se eu tivesse aqui há mais de 3, 4 anos. Cheguei aqui porque eu deixei meu
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Brincar de peteca 05ago

Brincar de peteca

“Gosto de brincar de peteca.”

Educação Ambiental 02ago

Educação Ambiental

“Eu cheguei aqui no Dito Ribeiro bem no começo, em 2008. Eu estava em um coletivo na Unicamp, que se chama COEDUCA, Coletivo de Educação Ambiental, a gente chegou aqui na fazenda porque a casa estava sendo depredada e a gente veio aqui dar um apoio também por conta das questões ambientais. Então posso dizer
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