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Familia da Roseira 06set

Familia da Roseira

“Sou Dandewara Pereira 42 anos, nasci em Campinas e estou no jongo há aproximadamente 4 anos. Eu acompanhava as atividades que eles faziam em outros lugares, como no Largo São Benedito e em outras atividades que eles participavam, praticamente onde tinha apresentação do jongo eu acompanhava. Ia como visitante, aí, há quatro anos que eu
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Contadora de Histórias 31ago

Contadora de Histórias

“Sou Tânia Aparecida Antunes, né, mas eu acabei por conhecer um encontro de aldeias indígenas e aí conheci uma índia e ela acabou me presenteando com o próprio nome dela que é Katuapó. Resolvi adotar porquê eu já adorava a ideia de ter um nome artístico e agora resolvi adotar Tânia Katuapó Antunes. Acho que
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Jongo de Campinas 25ago

Jongo de Campinas

“Sou Bianca Lúcia Martins Lopes, 19 anos. Faço parte da Comunidade Dito Ribeiro, sou bisneta, neta da D. Maria, mãe da Alessandra, liderança da comunidade que está lá na África. Ser parte integrante desse comunidade é maravilhoso, eu estou aqui desde os meus cinco anos de idade, desde quando a gente acordou o jongo na
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Empoderamento Negro 19ago

Empoderamento Negro

“A história da nossa comunidade é uma história de resistência, de luta e de empoderamento da mulher negra. É notório quando as mulheres passam por esse espaço, aliás, todos que passam pelo jongo, de certa medida passam por uma transformação, mas é muito mais notório quando se trata da mulher negra, que chega aqui de
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Jongo e Casa 15ago

Jongo e Casa

“Eu cheguei aqui através de um amigo meu, que também faz parte aqui da casa de cultura. Primeiro eu fui pro Urucungos, que é outra cultura popular, aí ele me perguntou se eu gostaria de conhecer o jongo, a Fazenda Roseira. Foi quando ele me trouxe aqui pra visitar e no primeiro dia que eu
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Cultura Popular 12ago

Cultura Popular

“No ano 2000 eu comecei a conhecer a questão da cultura popular. Essa caminhada de uns dezessete anos pela cultura tem sido muito boa. Conheci muitas coisas, fui pra muitos lugares. Ainda mais porque eu permeio no meio da cultura, quando dos Urucungos, quando da Capoeira, quando do Jongo. Eu não sou assim, de uma cultura. A
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O Jongo 26jul

O Jongo

“Sou Maria Alice Ribeiro, 73 anos e uma das lutadoras, coordenadora do Jongo Dito Ribeiro. Benedito Ribeiro era mineiro, praticava o Jongo lá. Quando ele veio pra Campinas, casou e teve o primeiro filho. Acho que ele casou em 30. Sou a última dos filhos e minha trajetória começou ali, com esses dois. O jongo
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Sonho de realizações 25jul

Sonho de realizações

“Meu nome é Eduardo Fernandes da Silva, tenho 21 anos. Eu sou do interior do Estado de Goiás, uma cidade chamada Ouvidor e aí a família da minha mãe veio pra aqui pra Ribeirão. Isso faz tempo, né. Ai meu pai acabou conhecendo ela aqui, aí eles foram pra lá onde eu nasci e eu
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Arte e Política 23jul

Arte e Política

“Sou Isabele Bitar, tenho 28 anos, sou atriz e dançaria. A gente ‘tá’ fazendo uma manifestação artístico-visual de dança, política com a temática “Diretas Já!”. A gente veio no centro, fizemos umas performances de dança e fotografia, que é visual, e aí tem esse trabalho de um artista nosso que é caligrafia no corpo, com
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Meu carnaval 23jul

Meu carnaval

“Tenho uma ligação muito forte com o carnaval, gosto de pensar que essa relação exista pelo fato de eu ter nascido no mês do carnaval. Poderia usar também a astrologia pra justificar, já que sou de aquário, um signo de liberdade, e acho que o conceito de liberdade pode ser sintetizado muito bem com a
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Beija Flor 13jul

Beija Flor

“Maria Elidia da Silva, tenho 53 anos. Meu apelido, nome artístico, é Beija-Flor, porquê eu fiz capoeira aos 32 anos de idade, e aí foi meu nome de batismo. Quem me deu esse apelido foi o mestre Nenel, que é filho do mestre Bimba, que trouxe a capoeira regional para o mundo. Além do apelido
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Maria do Fandango 18jun

Maria do Fandango

“Desde minha infância eu vivo o mundo do fandango. Desde os 10 anos eu já dançava, aí depois eu casei e abandonei, deixei um pouco de lado, sabe. Mas o meu pai tocava viola, meus tios todos também tocavam, ai sai mas fiquei do lado. Depois eu parei, mudei pra Iguape e a gente fazia
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Relações de família 08jun

Relações de família

“Com meus pais aprendi a dança e cantar. Acho que foi uma das grandes lições que me deram, pois ela permite manter nossa cultura e fortalecer sempre nossa relações. Afinal, disso é feita uma comunidade: de relações.”

Dançar pra fora 21mai

Dançar pra fora

“Eu gosto mais de dançar do que cantar, gosto de levar pra fora da Aldeia um pouco da nossa cultura.”

Familia Taiko 12mar

Familia Taiko

‘Já se passaram 5 anos desde que me juntei ao grupo de Taiko. Já fazem 5 anos que em todos os treinos eu agradeço por fazer parte do grupo. O taiko deixou de ser apenas um hobby há muito tempo; agora ele é simplesmente meu ar! Os laços que construímos são simplesmente incríveis. Eu realmente
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Me divirto 01mar

Me divirto

‘Me divirto muito quando estou aqui, faz pouco tempo mas já parece que é muito.

Carnaval de gerações 10fev

Carnaval de gerações

‘Na minha família quem começou a viver a Rosas de Ouro foi meu pai e minha mãe. Mas isso já faz tempo né, hoje minha netas são a quarta geração que está aqui na escola. Eu mesmo venho desde menina e já fiz de tudo um pouco: já dei e fiz cursos, ajudei empurrar carro,
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Forró italiano 02jun

Forró italiano

‘Perguntei quem se interessaria pelo Forró no grupo Brasileiros em Turin no Facebook. A partir daí algumas pessoas aderiram à ideia, inclusive um pessoal em sua maioria estudantes do ciência sem fronteiras e então organizei a festa de forró no La Choza, um pequeno cocktail bar em San Salvario bairro de Torino. O forró acontecia
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Samba do Véio 28mar

Samba do Véio

Dediquei minha vida ao Samba de Velho, tradição nossa aqui dessa ilha. Quando eu comecei há tempos que o samba tinha começado. É algo de muito, mas muito tempo mesmo. Dos mais velhos. Hoje está perdendo força com as criança, mas no meu tempo era a brincadeira que nóis tinha porque não tinha essas brincadeira
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