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Saudades da família 21nov

Saudades da família

“Jéssica, tenho 24 anos, morava em Alagoas e vim pra cá pra Santos tem 3 anos. Eu ‘tô’ gostando, tem as praias, tem mais pessoas, tem o shopping. Mas não tem a família, né. Sinto falta da família.”

Escolhas da vida 17nov

Escolhas da vida

“Marcos Donizete Rodrigues, nasci em 1971. Antes de chegar aqui eu mexia com lanche, aí o que eu tinha era uma clientela bem boa. Ai do cachorro-quente a gente passou pra outro tipo de lanche, levou um certo tempo, eu trabalhava registrado e saí pra trabalhar por conta. O lanche mudou nossa vida, com ele
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Vida digna 16nov

Vida digna

“Já sonhei muito, já quis mudar o mundo. Hoje em dia, cara, meu sonho é dar uma qualidade de vida razoável pra minha família, pros meus dois filhos, minha esposa e ter uma vida tranquila. Ter uma vida digna, respeitar as pessoas.”

A minha mãe 07nov

A minha mãe

“Meu nome é Ivanice Maria de Oliveira Lima, eu tenho 44 anos. Hoje minha vida gira em torno da minha mãe, que representa tudo pra mim. Apesar de sermos 5 irmãos, sou mais eu que cuido dela. Mas olha, pra falar a verdade, foi uma coisa positiva que ficou pra mim. Posso dizer que pra
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Ele e eu 19out

Ele e eu

“Meu nome é Maria Moreira Barbosa, 77 anos. Quando eu fui buscar ele, ele é meu sobrinho, ele tinha 5 anos e tinha muitos problemas que a família não tinha como resolver, né. Aí eu fui buscar ele pra fazer o tratamento. Ele veio, ficou comigo, a gente fez os tratamentos que precisava, aí foi
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Ocupação família 21ago

Ocupação família

“Sou Telma Aparecida de Proença, 31 anos, orgulhosamente mãe de 3 filhos. No momento estou sozinha porquê meu marido está detido e assim vem parar aqui no Soma desde o ano passado, cheguei em Novembro. Eu estava morando na área da linha do trem até que chegou um ofício pra gente sair de lá, então
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Empoderamento Negro 19ago

Empoderamento Negro

“A história da nossa comunidade é uma história de resistência, de luta e de empoderamento da mulher negra. É notório quando as mulheres passam por esse espaço, aliás, todos que passam pelo jongo, de certa medida passam por uma transformação, mas é muito mais notório quando se trata da mulher negra, que chega aqui de
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O Jongo 26jul

O Jongo

“Sou Maria Alice Ribeiro, 73 anos e uma das lutadoras, coordenadora do Jongo Dito Ribeiro. Benedito Ribeiro era mineiro, praticava o Jongo lá. Quando ele veio pra Campinas, casou e teve o primeiro filho. Acho que ele casou em 30. Sou a última dos filhos e minha trajetória começou ali, com esses dois. O jongo
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Adeus pai 20jul

Adeus pai

“Sou Diovolas e minha vida começa desse jeito: eu perdi meu pai tem 7 anos, ele era tudo pra mim, e então eu caí no mundão. Eu morava em Francisco Morato, meus irmãos venderam a casa e me deixaram de fora. Quando me recuperei, fui pra casa da minha irmã, mas 3 meses atrás ela me
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Trabalhar com Prazer 03jul

Trabalhar com Prazer

“Me chamo Wanderlei Simonato Garcia, 40 anos, dos quais 26 produzindo hortaliças. Isso começou com a minha mãe, ela ficou desempregada e aí como a gente sempre morou aqui, ela começou a plantar. Nesse meio tempo que ela plantou um pedacinho de horta chamaram ela pra trabalhar. Ela ficou se dividindo. Na época eu tinha
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Sonhos da vida 01jul

Sonhos da vida

“Quando a gente é novo a gente quer uma casa. A residência passa a ser nosso maior sonho. Eu já tenho casa, depois sonhamos com um carro, eu já tenho um carro. Então o meu sonho é ver os meus filhos todos com saúde daqui pra frente.”

Caminho de Deus 14jun

Caminho de Deus

“Minha história é complicada, sou o caçula da minha família, perdi meus pais cedo, a gente morava num barraco e foi aquela dificuldade toda. Os irmãos todos se ajudando, quando eu tinha mais ou menos 13 anos conheci as drogas: maconha, cocaína. Comecei a virar um dependente químico, comecei a bebe muito. Eu bebia que
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Paraná da família 28mai

Paraná da família

“Sou lá do Paraná, de um tempo no qual a pescaria era mais difícil lá no sul. Era tão mais difícil lá, que viemos aqui pra Iguape, onde era mais fácil de comercializar o peixe. Pesco desde os 8 anos. Eu ia com o meu pai na praia pescar. Não só eu, mas todos meus
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Benção do Divino 17mai

Benção do Divino

“Esse é o quinto ano que a Folia do Divino passa aqui e todo ano eu ofereço o almoço pra eles.  Isso pra te mostrar com pra mim a benção deles é muito importante. É uma santidade que nos atende sempre que precisamos. Sempre que preciso de uma graça, de uma bênção nós pedimos à
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Pai e filho 16mai

Pai e filho

“Eu não nasci aqui em Iguape, quem nasceu aqui foram os meus pais. Depois de casarem, em julho de 1947, foram morar em Santos onde eu vim nascer em 1949. Assim como meu irmão também é de Santos. Depois meus pais voltaram pra Iguape, ficamos morando aqui por 4 anos e voltamos para Santos. De
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Lá em casa 14mai

Lá em casa

“Meu nome é Diego da Silva de Souza, tenho 26 anos, eu nasci em Pariquera, mas sou criado aqui em Iguape. Estudei por aqui até meus 17 anos, aí fui pra Pernambuco e morei lá por 3 anos com a família da minha mãe. Lá terminei meu ensino médio em um ano, trabalhei em outro,
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Força da tradição 08mai

Força da tradição

“A tradição de folião é uma coisa que eu gostei desde criança, eu sempre adorei, adoro, e não deixo a tradição. Uma tradição pra mim é algo de grande importância. Afinal, a gente criou-se naquilo e viu o pessoal mais antigo tocar, fazer, ali bem perto da gente. Então a gente tem dentro da gente
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Minha mãe é maior 03mai

Minha mãe é maior

“Dos vários orgulhos que tenho na vida, acho que minha mãe é o maior!”

Filhos e drogas 21abr

Filhos e drogas

“Quem vê de fora não consegue entender a luta de um dependente químico. Não sabe como é difícil e, normalmente, julgam demais. O máximo que eu consigo parar é 15 dias… 20… 25 dias e aquela ansiedade já vem. Acho que isso vem dos problemas que a gente tem dentro de casa né, porquê tenho três
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Maior dor 20abr

Maior dor

“O álcool, que achei fosse minha fonte de diversão, na verdade me tirou tudo. Eramos 12 irmãos, 8 homens e 4 mulheres, hoje só sou próximo de uma das irmãs. Acho que essa é minha maior dor.”