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Minha vida na rua 20set

Minha vida na rua

“Sou José Roberto Fernandes, de 16/05/1966. Estou na rua a 12 anos, cheguei aqui depois de uma separação um pouco traumática. Eu era amasiado, tenho 3 filhos, sou avô e ‘tô’ há 12 anos na rua porquê não consegui mais trabalho, sou eletricista, depois que eu caí na rua e não tinha endereço fixo, as
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Macaquinho de Bauru 18set

Macaquinho de Bauru

“Trabalho de conscientização em relação a importância da Ecologia. É um trabalho importante e por isso esse projeto de sensibilização. porquê ele interfere diretamente na questão da saúde pública, na questão ambiental e na educação. Envolve nosso dia a dia. É um projeto que pode ser desenvolvido com escolas, empresas. Eu mesmo gosto das escolas.
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Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
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Minha vida 11set

Minha vida

“Sou José Paulino Reis, 59 anos, estou aqui no CAPS desde outubro de 2006. O dia a dia meu aqui hoje é muito gostoso, mas quando eu comecei aqui era muito perturbado, eu não tinha assim, vontade de viver mais. Tentei tirar a minha vida, a primeira vez foi com remédios. Comecei com tratamento em
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A luta 09set

A luta

“Meu nome completo é João Bosco Padula, tenho exatamente 59 anos, natural de Fonte Nova, Minas Gerais. Minha infância foi maravilhosa, assim, eu não tive complexo da doença que eu tive, né, graças ao esforço da minha mãe, do meu pai, da minha madrinha, que ajudaram bastante e a minha força de vontade pra superar
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Outro preconceito 08set

Outro preconceito

“Pessoas acham que nós que trabalhamos com carvão somos uns bicho, que é só trabalho escravo. É só mais um desses preconceitos que dominam a opinião pública. Digo mais um, porque tem tantos, não tem?”

Saudade do pai 07set

Saudade do pai

“Eu sinto muita falta do meu pai, acho que é a coisa que eu mais sinto falta. Meu pai trabalhava no garimpo, era difícil a vida, mas eu sinto muito a falta dele.”

Amor pela laranja 07set

Amor pela laranja

“Venho de uma família humilde, de trabalhadores rurais. Eu e meu irmão fizemos o máximo pra ajudar nossos pais. Eles tocavam roça, mexia com lavoura de grãos e também tirava leite. Desde pequeno eu acordava muito cedo pra ajudar eles. Lembro da mãe contar pra gente que quando era pequena apanhava algodão na região de
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Hip Hop em Bauru 06set

Hip Hop em Bauru

“Meu nome é David, eu tenho 23 anos de idade, moro em Bauru, nasci aqui na cidade. Meu envolvimento com a cultura é com o hip-hop, aprendi muito com ela. Comecei aos 9 anos de idade, meu pai era dançarino e me ensinou algumas coisas. Aí na vida eu encontrei muito o hip-hop de rua,
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Nossos sonhos 05set

Nossos sonhos

“Apesar das dificuldades ainda tenho meus sonhos. Mas tem que lutar, tem que trabalhar. Do dia pra noite é difícil de realizar ele. Eu acho que não dá. A gente consegue realizar ele conforme o que a gente gosta, conforme a gente luta.”

Ser feliz 04set

Ser feliz

“Meu nome é João Henrique de Souza, sou do Estado de São Paulo, vim pro interior com 25 anos e chegando aqui eu fui trabalhar de cortador de cana. Logo de cara já achei emprego, mas porque eu aceitava o que aparecesse: bombeador de boi, fiz uns serviços como pedreiro, encanador, eletricista. Uma hora decidi
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Minha Sorocaba 03set

Minha Sorocaba

“Sorocaba passou de uma cidade assim bem provincial pra uma cidade bem moderna a partir de 1970. hoje Sorocaba tem um dos polos industriais mais importantes do Brasil. Quando cheguei aqui em 1955 não era assim. A sorocabana foi importante nesse processo. Foi pioneira como empresa de transporte que movimentou todo esse ramal de São
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Quando crescer 03set

Quando crescer

“Aqui na fazenda eu ajudo a fazer a coisas no computador, ajudo na cozinha a fazer a comida, a limpar a casa, arrumar livros. Gosto daqui porque aqui a gente aprende várias coisas, a gente aprende sobre cultura, a gente trabalha com isso, a gente trabalha com cartografia também. Isso tudo é importante É importante,
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Vida de Santo 01set

Vida de Santo

“Me chamo Luiz, mais conhecido pelo meu nome de santo, Toloji. Minha caminhada nesse mundo começou quando eu tinha um amigo, aqui em Campinas, que frequentava a Umbanda. Antes eu era católico, minha família muito católica, mas tinha algumas coisas que não dava pra gente conceber dentro do catolicismo como, por exemplo, o fato de
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Comida boa 01set

Comida boa

“Eu moro sozinho, a minha irmã tem uma casa, e eu tenho, a minha mãe deu três cômodos no fundo pra mim morar. Lá eu só faço o meu café, e pago a pensão pra minha irmã, aí eu como, todo dia ela dá pensão pra mim, almoço e janta, mas eu gosto da comida
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Sozinho na praça 30ago

Sozinho na praça

“Gosto de vir aqui na praça e ficar pensando na vida.’Tá’ difícil as coisas, sozinho na casa, sem dinheiro. Eu entro na casa e a casa não fala comigo, não tenho com quem conversar, saio na rua e só consigo encontrar algum colega pra conversar um pouquinho. ‘Tava’ pensando aqui porquê eu moro sozinho. Eu
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Meu grande sonho 29ago

Meu grande sonho

“Valdecir Bastos, nasci em Ribeirão Preto, nasci dia 23 de maio de 1954. Hoje meu grande objetivo é ter um pedacinho de terra pra plantar, colher, ter o sustento e o pão de cada dia. Nós merece, cada um de nós.”

Cidade e roça 28ago

Cidade e roça

“Entre a cidade e a roça, sem dúvida eu fico com a roça.”

Exemplo dos irmãos 26ago

Exemplo dos irmãos

“Sou o mais velho de cinco irmãos. Todos nós estudamos, mas eu além disso tenho que ser o exemplo deles.”

Cidade despreparada 25ago

Cidade despreparada

“Meu nome completo é Benedito Honorato dos Santos Filho, eu nasci em São Paulo, atualmente moro em Araçatuba. Ser cadeirante aqui é terrível, você vê a calçada e ao mesmo tempo que ‘tá’ retinha já tem uma rampa. Então é perigoso, ninguém respeita os cadeirantes, ninguém pensa em quem vai passar na rua, só pensam
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