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Vida no campo 07nov

Vida no campo

“Eu sou Jair e vim de Mogi Guaçu em 2003, a gente costuma dizer que aqui é Bauru. Rapaz, o sofrimento foi grande, na época eu deixei meu emprego em rumo ao desconhecido. Toda vida eu trabalhei no campo, única carteira registrada que eu tive foi rural, agora eu quero ver se consigo me aposentar,
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Trabalho nas ruas 01nov

Trabalho nas ruas

“Aparecido Cardoso, vou fazer 61 anos agora em outubro. essa atividade é uma atividade que praticamente eu trabalhei em várias empresas em São Paulo e até agora não pude pagar o restante pra completar o INSS, eu queria pagar de uma vez mas não pude pagar, o meu serviço na minha cidade não existe mais,
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Vida no Café 25out

Vida no Café

“Vivi todos meus anos no mundo do café. Da infância até hoje. Fico feliz, muito feliz, quando olho para trás e vejo tudo que vivi.”

Aprendi com meus pais 23out

Aprendi com meus pais

“Vinturante Manuel de Assunção, 62 anos. Aprendi a fazer isso aqui com o meu pai, com a minha mãe. Aprendi assim, vendo eles fazerem. Porquê eles faziam e a gente ia ajudar, e naquilo que a gente foi ajudando, aprendi. Por isso fico muito feliz em poder fazer oficinas. Aqui foi muito bom. Eu me
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Minha comunidade 20out

Minha comunidade

“Eu tenho 71 anos. Elena Simão dos Santos. Eu nasci em Pernambuco, Garanhuns, a terra que não chove e o mato é verde. Casei em 1970, vim pra cá e ‘tô’ aqui até hoje… eu fui pra Penha, morei 3 anos e meio lá, voltei pra Pernambuco duas vezes, e ‘tô’ dentro do Paraisópolis há
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Ele e eu 19out

Ele e eu

“Meu nome é Maria Moreira Barbosa, 77 anos. Quando eu fui buscar ele, ele é meu sobrinho, ele tinha 5 anos e tinha muitos problemas que a família não tinha como resolver, né. Aí eu fui buscar ele pra fazer o tratamento. Ele veio, ficou comigo, a gente fez os tratamentos que precisava, aí foi
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Normal do Tiete 08out

Normal do Tiete

“Ninguém ia acreditar que pesquei esse peixe aqui nessa altura do Tiete, isso é espécie que tem la pros lados do pantanal. Aqui não é normal.”

Entalhados e madeiras 07out

Entalhados e madeiras

“Trabalho com entalhados e madeiras, artista plástico e comecei a trabalhar desde quando eu comecei a escrever no primário, Deus foi me dando discernimento e sou autodidata, hoje faço trabalho pra igrejas, pra prefeituras e vivo disso, faço serviço graças a Deus.”

Nova geração 05out

Nova geração

“Antônio Luiz Carvalho, eu nasci 12 de junho de 1953. Eu nasci aqui nessa fazenda, na Fazenda Criciúma. Eu nasci aqui, estudei aqui, cresci aqui. Meus pais trabalhavam aqui, era só café, depois veio algodão, milho e a partir de 82 começou a iniciar o plantio de cana. Aí construiu a destilaria e apareceu mais
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Sonho do trabalho 04out

Sonho do trabalho

“José de Souza Santos, 59 anos. A minha história é dura. Eu fui abandonado pelos meus pais aqui onde antigamente era creche, nunca mais vieram me buscar em São Paulo. Dormi duas noites aqui e depois fui pro Belenzinho, depois me transferiram lá pra Sorocaba, cresci lá, não conheço nem pai nem mãe, fiquei em
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Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
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Vida no chá 10set

Vida no chá

“Conhecer o chá eu conheci com cinco anos. Porque o meu pai trouxe uma muda, uma semente de chá não sei de onde! Ele semeou na areia e esse chá começou brotar! Então o meu pai me deu uma latinha e disse “Agora você vai ‘escoiê’ os broto e ‘colocá’ nessa latinha.” Isso eu lembro
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Minha Sorocaba 03set

Minha Sorocaba

“Sorocaba passou de uma cidade assim bem provincial pra uma cidade bem moderna a partir de 1970. hoje Sorocaba tem um dos polos industriais mais importantes do Brasil. Quando cheguei aqui em 1955 não era assim. A sorocabana foi importante nesse processo. Foi pioneira como empresa de transporte que movimentou todo esse ramal de São
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Nossa terra 02set

Nossa terra

“Sou José Militão, 74 a lutador do MST. A parte melhor de viver aqui é que aqui é todo mundo irmão, o que acontece com um acontece com todo mundo. Tem outra coisa, aqui nós todos gosta daqui, a nossa patroa é a melhor que tem. Não é puxando o saco, é a realidade, o
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Vida de Santo 01set

Vida de Santo

“Me chamo Luiz, mais conhecido pelo meu nome de santo, Toloji. Minha caminhada nesse mundo começou quando eu tinha um amigo, aqui em Campinas, que frequentava a Umbanda. Antes eu era católico, minha família muito católica, mas tinha algumas coisas que não dava pra gente conceber dentro do catolicismo como, por exemplo, o fato de
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Comida boa 01set

Comida boa

“Eu moro sozinho, a minha irmã tem uma casa, e eu tenho, a minha mãe deu três cômodos no fundo pra mim morar. Lá eu só faço o meu café, e pago a pensão pra minha irmã, aí eu como, todo dia ela dá pensão pra mim, almoço e janta, mas eu gosto da comida
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Sozinho na praça 30ago

Sozinho na praça

“Gosto de vir aqui na praça e ficar pensando na vida.’Tá’ difícil as coisas, sozinho na casa, sem dinheiro. Eu entro na casa e a casa não fala comigo, não tenho com quem conversar, saio na rua e só consigo encontrar algum colega pra conversar um pouquinho. ‘Tava’ pensando aqui porquê eu moro sozinho. Eu
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Meu grande sonho 29ago

Meu grande sonho

“Valdecir Bastos, nasci em Ribeirão Preto, nasci dia 23 de maio de 1954. Hoje meu grande objetivo é ter um pedacinho de terra pra plantar, colher, ter o sustento e o pão de cada dia. Nós merece, cada um de nós.”

Costura da alegria 29ago

Costura da alegria

“Participar de uma casa de caridade como essa faz muito bem, sabe. É bom para distrair minha cabeça, minha depressão e foi aonde eu me encontrei: na costura. Aqui a gente passa a parte da manhã do sábado, bem gostoso, a gente ri, diverte, desabafa, faz novos amigos. A gente faz bem e recebe o
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Povo da Roça 18ago

Povo da Roça

“O pessoal da cidade precisa aprender a respeitar mais o povo da roça, sabe. O povo da roça é mais sofrido: é sol quente, chuva, poeira e vários outros obstáculos que não podem fazer com que a gente não trabalhe. Não tem greve aqui, não tem muita escolha. Temos que trabalhar e ponto final.”