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Meu grande sonho 29ago

Meu grande sonho

“Valdecir Bastos, nasci em Ribeirão Preto, nasci dia 23 de maio de 1954. Hoje meu grande objetivo é ter um pedacinho de terra pra plantar, colher, ter o sustento e o pão de cada dia. Nós merece, cada um de nós.”

Costura da alegria 29ago

Costura da alegria

“Participar de uma casa de caridade como essa faz muito bem, sabe. É bom para distrair minha cabeça, minha depressão e foi aonde eu me encontrei: na costura. Aqui a gente passa a parte da manhã do sábado, bem gostoso, a gente ri, diverte, desabafa, faz novos amigos. A gente faz bem e recebe o
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Povo da Roça 18ago

Povo da Roça

“O pessoal da cidade precisa aprender a respeitar mais o povo da roça, sabe. O povo da roça é mais sofrido: é sol quente, chuva, poeira e vários outros obstáculos que não podem fazer com que a gente não trabalhe. Não tem greve aqui, não tem muita escolha. Temos que trabalhar e ponto final.”

Jongo e Casa 15ago

Jongo e Casa

“Eu cheguei aqui através de um amigo meu, que também faz parte aqui da casa de cultura. Primeiro eu fui pro Urucungos, que é outra cultura popular, aí ele me perguntou se eu gostaria de conhecer o jongo, a Fazenda Roseira. Foi quando ele me trouxe aqui pra visitar e no primeiro dia que eu
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Minha cidade 13ago

Minha cidade

“Sou nascido dia doze de fevereiro de mil novecentos e cinquenta e um. Isso foi a 66 anos ! Nasci e cresci aqui na minha amanda Araçatuba. Minha terra é essa. Nasci aqui, me criei aqui e já viajei com muita boiada aqui. Tenho um orgulho enorme aqui da minha terra. Acho que o motivo
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Quilombola lutador 08ago

Quilombola lutador

“Eu sou de 55! Do tempo em que não tinha nem estrada passando aqui perto do Quilombo. Isso aconteceu só em 1968, quando eu tinha 13 anos! É curioso, porque com a chegada da estrada, chegou a legislação! Quer dizer: Tinha lei, mas o pessoal aqui não sabia! Não tinha revista, não tinha jornal, não
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Bóia Fria 04ago

Bóia Fria

“Sou Maria de Lourdes Alves Pereira, 50 anos. Já fiz muita coisa na vida, meu filho. Comecei trabalhando como bóia fria, carpia soja, carpia trigo, carpia café. Era muito difícil, muito mesmo. Só quem já foi sabe o quanto é difícil, mas você faz isso pelos filhos, né? O pior é que apesar de difícil
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O Jongo 26jul

O Jongo

“Sou Maria Alice Ribeiro, 73 anos e uma das lutadoras, coordenadora do Jongo Dito Ribeiro. Benedito Ribeiro era mineiro, praticava o Jongo lá. Quando ele veio pra Campinas, casou e teve o primeiro filho. Acho que ele casou em 30. Sou a última dos filhos e minha trajetória começou ali, com esses dois. O jongo
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Arte de viver 19jul

Arte de viver

“Sou Maria Cândido Santos Russo, esposa de artista e mãe de artista, então já viu, né? O mundo da arte sempre fez parte da  minha vida. A arte é incrível, ela muda a gente, a personalidade muda rapidinho, de uma hora pra outra. Porquê todo artista ele é meio, digamos assim, difícil de conviver. Eles
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Vivendo na fazenda 18jul

Vivendo na fazenda

“Sou Luiz José Machado, 71 anos e trabalho aqui com a cana desde julho de 1970. Sou nascido em Minas, Passos de Minas em 1945, vim pra cá em 1970 e já entrei no jardim da sede aqui da fazendo. O trabalho é bom, o patrão é bom então ‘tô’ aqui até hoje. Antes de
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Meus amores 16jul

Meus amores

“Um dia eu ‘tava’ um dia no hospital com o meu menino quando vi o Conselho Tutelar baixar lá e levar uma menina embora. Fiquei angustiada e fui atrás de quem era. A menininha ficou 5 meses no orfanato e quando eu cheguei lá e tirei ela tinha 7 meses de vida. Ou seja, quase
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Voltar pra casa 15jul

Voltar pra casa

“De menino eu morei no sítio mas quando cresci eu fiquei um tempo na cidade. Depois que aposentei não tive dúvida: voltei pro lugar de onde vem a minha família. Gosto de ficar aqui, aqui é outro ar, aqui é mais fresco. Devo falar que eu não sinto falta de praticamente nada de lá. Eu
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Viver em Paraisópolis 14jul

Viver em Paraisópolis

“Sou Antônio Cavalcante de Melo, aqui em Paraisópolis sou o ‘Toninho Moveis’, tenho 61 anos e sou do Recife. Cheguei em São Paulo em 1973 com 16 anos, vim sozinho. Eu ‘tava’ trabalhando em Alagoas, aí de Alagoas eu vim pra cá. Sempre trabalhei com móveis quando eu cheguei em São Paulo com esse trabalho
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Conhecimento do Museu 11jul

Conhecimento do Museu

“Eu trabalhava no Banco do Brasil até 2000, então em 2000 eu tive que sair do Banco porque meu pai ‘tava’ doente e eu não tive opção. A minha opção era ir pra São Paulo e deixar meu pai sozinho com a minha mãe aqui, e meu pai dependia de que fossem levar ele até
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Fé da Bahia 08jul

Fé da Bahia

“Aurelina Naltério de Brito, tenho 85 anos e faz um mês que cheguei da Bahia. Sou de uma família de 4 filhos, duas meninas e dois meninos. Todos lá de Maracás. Já ouviu falar? Fica no interior da Bahia, nossa terra era pra lá de Maracás. A vida lá foi dura então eu e a
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Português da areia 07jul

Português da areia

“Sou José Gomes dos Santos, português de nascimento e brasileiro por escolha. Quando cheguei aqui esse rio era bem mais estreito, estreitinho. Foi antes da barragem,  aí  eu ficava no meio do rio e puxava areia. Foi assim que comecei a trabalhar com areia. Depois fizeram as barragens, represaram o rio e passamos a precisar
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Vida na pesca 01jul

Vida na pesca

“Meu nome é Waldyr Alvin Correia, tenho 59 anos. Trabalho na pesca desde os 8 anos, mas na pesca de alto mar eu trabalho desde 14 anos. Deixa eu pensar, já fazem então 46 anos que eu ‘tô’ na pesca em alto mar, como mestre de barco eu já ‘tô’ há 25 anos. Se eu
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Vida na fazenda 30jun

Vida na fazenda

“Eu ‘tô’ aqui desde que o rapaz saiu semana passada, então o novo que o patrão ‘tá’ contratando ‘tá’ saindo do emprego dele pra vir pra cá semana que vem. Então aceitei trabalhar aqui por uns 15 dias.  Eu sou aposentado, eu fico parado na cidade, parado na cidade ‘cê’ ‘tá’ gastando e não ganhando
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Casa de Deus 16jun

Casa de Deus

“Foi Deus que trouxe eu aqui pra Vila Soma. Eu pagava um aluguel de 700 reais, meu marido faleceu em 2008, sem o pagamento dele Deus mostrou esse lugar aqui pra mim e pro meu filho e aí a gente fez nossa casinha. Aluguel é muito caro, o pobre não tem condição de financiar uma casa.
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Ser humanizado 12jun

Ser humanizado

“Eu gosto de vir aqui porquê além de aprender a costura pra poder fazer os trabalhinhos em casa, agora eu tenho uma netinha, eu pretendo fazer roupinhas pra ela. Também pelas amizades, pela conversa, a gente passa umas horas muito boas, faz amizade, troca ideia, fica bem humanizado.”