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De bem com a vida 03dez

De bem com a vida

“A vida é cheia de escolhas, né? Eu acho que a melhor escolha é estar de bem com a vida. Estar mais de olho nas coisas boas do que nas dificuldades, estar mais interessado no que aprendeu no que deixou de fazer. Afinal, essa vida é só uma!”

Gostar da APAE 02dez

Gostar da APAE

“Michele, eu tenho 21 anos. Eu gosto muito de vir na APAE, gosto dos amigos. Eu gosto da educação física, das atividades em sala de aula, das aulas de música, de dança.”

Dar o máximo 30nov

Dar o máximo

“João Bosco Agostinho Lopes, 53 anos. 16 anos na Asten. Cheguei aqui por um acaso, vi um anúncio no jornal, liguei aqui, fiz a entrevista, tudo bem no padrão. Não tinha experiência nas coisas que fábrica faz, mas conversei direitinho com o gerente e ele me deu essa oportunidade. Entrei como líder da produção, hoje
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Terra natal 20nov

Terra natal

“Meu nome é Josias, vim de Salvador pra cá há 15 anos, eu vim porquê queria uma coisa melhor na vida, mas como não consegui e agora ‘tá’ chegando a idade eu quero voltar pra minha terra natal.”

Os meus filhos 19nov

Os meus filhos

“Jéssica Caroline Ferreira, 22 anos, meu filho tem 8 meses… primeiro filho. ‘Tô’ no seguro desemprego, como meu filho é pequeno, fica difícil pra trabalhar, eu tentei fazer acordo no meu serviço e ele não quis mudar, aí resolveu me mandar embora. Eu sou a mais velha dos irmãos, então geralmente quem trabalhava em casa
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Pé Vermelho 15nov

Pé Vermelho

“Sidineia Pereira Nunes, tenho 35 anos, nasci em Campinas e moro há 35 anos em Sumaré. Tenho 10 irmãos, pai baiano, mãe pernambucana e peguei o começo de Sumaré mesmo, parecido com o começo aqui do Vila Soma. O pessoal fala que a gente é pé vermelho, mas em Sumaré todo mundo era. A cidade
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Inventar soluções 13nov

Inventar soluções

“Jorge Inocêncio Alves Júnior, 37 anos, sou daqui de Ubatuba mesmo. Eu tive avós muito que além de serem muito criativos sempre incentivaram a minha criatividade. Então sempre tinha casa de farinha, aquelas engrenagens com cintos, correias e tudo mais que tem na roça. O caiçara tem sua forma de fazer, né? Você tem que
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Amar cavalos 11nov

Amar cavalos

“Rodrigo Miranda de Souza, eu tenho 34 anos. Diferentemente de muitos dos meus competidores, eu não nasci no mundo do cavalo. Não cresci com isso. Eu comecei um pouco mais velho, com 20 anos. Acho que fui conquistado pela docilidade do animal. Agora é interessante como não me vejo mais fora desse mundo. Não me
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Pedacinho de terra 11nov

Pedacinho de terra

“Esse é meu primeiro acampamento, primeira vez que entrei na luta pela terra. Se fosse na beira da pista eu não iria porque tem perigo do carro, caminhão, atropelamento, ladrão e etc. O que me trouxe pra cá foi a vontade de ter um pedacinho de terra, plantar alguma coisa, passar horas aqui. Distrair a
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Gostar da APAE 08nov

Gostar da APAE

“Sou Deise Kratza e frequento a APAE de Valinhos desde que sou bebezinha, por isso tenho uma ligação muito forte com as pessoas e os espaços aqui da APAE. Gosto das atividades propostas, e gosto bastante do teatro.”

Aprender na vida 08nov

Aprender na vida

“Sou parte de uma geração que não teve muito acesso a estudo e que aprendeu as coisas na vida. Sabe, a escola da vida. Entra ano e sai ano você vai aprendendo cada vez mais, você nunca sabe tudo, sempre tem alguém pra te ensinar.”

Vida no campo 07nov

Vida no campo

“Eu sou Jair e vim de Mogi Guaçu em 2003, a gente costuma dizer que aqui é Bauru. Rapaz, o sofrimento foi grande, na época eu deixei meu emprego em rumo ao desconhecido. Toda vida eu trabalhei no campo, única carteira registrada que eu tive foi rural, agora eu quero ver se consigo me aposentar,
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A minha mãe 07nov

A minha mãe

“Meu nome é Ivanice Maria de Oliveira Lima, eu tenho 44 anos. Hoje minha vida gira em torno da minha mãe, que representa tudo pra mim. Apesar de sermos 5 irmãos, sou mais eu que cuido dela. Mas olha, pra falar a verdade, foi uma coisa positiva que ficou pra mim. Posso dizer que pra
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Inventar meu pai 06nov

Inventar meu pai

“Sou Emanuel, tenho 8 anos. Gosto das invenções do meu pai, gosto do carro grandão que ele fez. Acho legal, eu também quero ser um inventor.”

Morar na rua 06nov

Morar na rua

“Sou bauruense, meu nome é Cristiano Caetano Soares Barbosa, tenho 31 anos, desde os 13 anos eu moro na rua. O tratamento que as pessoas nos dão é meio duro sabe. Tirando os irmãos da igreja que nos ajuda com roupa e alimentação o resto passa perto de nós como se a gente fosse invisível,
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Luta difícil 04nov

Luta difícil

“Meu nome é Antônio José Rodrigues, conhecido como Antônio da Ave-Maria, tenho 71 anos, 14/07/1945. Quando eu entrei na terra eu tinha 53, então quando a gente chegou aqui a gente chegou em 2003, dentro dessa área aqui tem 5196 hectares. Quando a gente entrou era tudo cheio de eucalipto, aí foram cortando eucalipto e
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Desenho e grafite 03nov

Desenho e grafite

“Sérgio de Campos Oliveira, 31 anos, desenhista, artista visual, artista do grafite também… minha ligação com a arte ‘tá’ desde pequeno, desde os 10 anos já venho desenhando, autodidata. Me descobri no desenho aos 15 anos, já tinha em mente o que eu queria fazer, conversando com a minha mãe eu perguntei se a profissão
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Trabalho aposentado 03nov

Trabalho aposentado

“Joaquim José dos Santos Neto, ‘tô’ com 65 anos e depois de aposentado comecei um desafio em um mundo novo: o mundo da areia. Eu não mexia com esse ramo aqui, eu fui funcionário do Banco do Brasil até 96, lá no Mato Grosso do Sul, lá eu pescava todo sábado. Era bom demais, ficava
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Amor pela cidade 02nov

Amor pela cidade

“Meu nome é Stella Bonotti Paes de Melo, tenho 37 anos. Nasci em Ribeirão e sou moradora aqui até hoje. No momento eu sou cozinheira escolar e fotógrafa amadora. Eu amo essa cidade, sou apaixonada por essa cidade, nasci e cresci aqui e pretendo morrer nessa cidade. Fiz muita coisa, no momento eu ‘tô’ trabalhando
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Vida na laranja 02nov

Vida na laranja

“Venho de uma família humilde, de trabalhadores rurais. Eu e meu irmão fizemos o máximo pra ajudar nossos pais. Eles tocavam roça, mexia com lavoura de grãos e também tirava leite. Desde pequeno eu acordava muito cedo pra ajudar eles. Lembro da mãe contar pra gente que quando era pequena apanhava algodão na região de
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