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Números 25set

Números

“Sou Bruna de Oliveira Rego, 24 anos. ‘Tô’ aqui nesse trabalho há 10 meses. Eu trabalhava numa empresa só de faturamento, o trabalho englobava um pouco mais de funções. Mas com a crise me dispensaram e fiquei 1 ano desempregada e aí surgiu oportunidade aqui na Asten. Sabe o que me fascina no meu trabalho?
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Doença incurável 23set

Doença incurável

“Sou Sandra, tenho 58 anos. Já passei por quase todos hospitais aqui em Campinas. Todos, e o que eu encontrei o tratamento melhor, que é mais liberto, mais livre, mais higiênico, que dá liberdade de falar, de pensar, de agir também, seja a forma que for foi aqui no caps David Capistrano. No outro lado
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A minha cidade 21set

A minha cidade

“Meu nome é Míria Souza dos Santos, tenho 33 anos, sou natural de Presidente Prudente. Trabalho atualmente no Tênis Clube, minha trajetória aqui na cidade eu comecei trabalhando profissionalmente com 12 anos, na atual Fundação Mirim, e vim trabalhando desde cedo, a cidade sempre me proporcionou coisas boas. Já fui morar fora e realmente a
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A depressão 20set

A depressão

“Sou Lucimara Lessi, 46 anos. Já tem 9 anos que eu faço tratamento de depressão. Eu fazia particular, trabalhando, até que eu fui afastada do trabalho por causa da depressão, aí eu não pude mais voltar a trabalhar, a empresa não me aceitou mais. Aí eu fiquei sem receber, tô na justiça pra poder me
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Uma vida de trabalho 15set

Uma vida de trabalho

“Sou Maria Aparecida Maurício, 58 anos. Sou ‘lavrourista’, dia 3 de dezembro vai fazer 5 anos que eu ‘tô’ aqui na fazenda, mas comecei a trabalhar mesmo quando eu tinha 10 anos. Não consigo imaginar uma vida sem trabalho.”

Vida na estrada 14set

Vida na estrada

“Sou Maria José Ferreira dos Santos, 63 anos. Olha, se eu fosse homem eu seria caminhoneiro, pra ficar na estrada, sempre na estrada. Esse sentimento de movimento sempre me perseguiu! Quando eu trabalhava nas casas de família eu nunca quis ter carteira registrada, porque se o patrão me olhasse torto, eu já falava tchau. Voltava
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Vida no chá 10set

Vida no chá

“Conhecer o chá eu conheci com cinco anos. Porque o meu pai trouxe uma muda, uma semente de chá não sei de onde! Ele semeou na areia e esse chá começou brotar! Então o meu pai me deu uma latinha e disse “Agora você vai ‘escoiê’ os broto e ‘colocá’ nessa latinha.” Isso eu lembro
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A música 08set

A música

“Meu nome é Joyce Rodrigues, tenho 20 anos. Eu aprendi a tocar instrumentos quando eu tinha uns 6 anos o violão, minha mãe sempre tocou desde pequena, aí eu lembro que um dia ela ‘tava’ saindo de casa pra fazer alguma coisa e eu enchendo o saco dela há horas pra tocar violão. Aí ela
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Familia da Roseira 06set

Familia da Roseira

“Sou Dandewara Pereira 42 anos, nasci em Campinas e estou no jongo há aproximadamente 4 anos. Eu acompanhava as atividades que eles faziam em outros lugares, como no Largo São Benedito e em outras atividades que eles participavam, praticamente onde tinha apresentação do jongo eu acompanhava. Ia como visitante, aí, há quatro anos que eu
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Exemplo da mãe 05set

Exemplo da mãe

“Talita de Melo Luiz, 29 anos. Entrei no CAPS no final de novembro do ano passado, entrei numa vaga provisória pra uma licença maternidade sem nunca ter trabalhado no CAPS antes. Mas foi algo que busquei, sabe. Fiquei quatro meses fazendo vários processos, tentando, tentando, e sofrendo, não conseguia. Foi uma luta, até que um
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Rolezinho no shopping 02set

Rolezinho no shopping

“Eu sou Yasmin Oliveira da Silva, tenho 18 anos, nasci aqui no Paraisópolis, fui criada aqui e nunca me mudei. Minha infância aqui foi normal, sempre tive amizade, sempre conheci muita gente. Eu me inscrevi no Homero, que tem o supletivo, como eu parei ‘tô’ voltando agora, ‘tô’ no 2º ano. Hoje em dia eu
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Contadora de Histórias 31ago

Contadora de Histórias

“Sou Tânia Aparecida Antunes, né, mas eu acabei por conhecer um encontro de aldeias indígenas e aí conheci uma índia e ela acabou me presenteando com o próprio nome dela que é Katuapó. Resolvi adotar porquê eu já adorava a ideia de ter um nome artístico e agora resolvi adotar Tânia Katuapó Antunes. Acho que
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Jongo de Campinas 25ago

Jongo de Campinas

“Sou Bianca Lúcia Martins Lopes, 19 anos. Faço parte da Comunidade Dito Ribeiro, sou bisneta, neta da D. Maria, mãe da Alessandra, liderança da comunidade que está lá na África. Ser parte integrante desse comunidade é maravilhoso, eu estou aqui desde os meus cinco anos de idade, desde quando a gente acordou o jongo na
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Jongo na Itália 23ago

Jongo na Itália

“Ingrid D’Esposito, 26 anos. Cheguei no Brasil há 3 meses, mas sou de Nápoles, na Itália. Estou aqui desenvolvendo um projeto de pesquisa, minha dissertação em antropologia, na Unicamp. Meu projeto é focado na comunidade Jongo Dito Ribeiro, na revitalização do jongo, em particular no contexto urbano, como Campinas. Um dia eu descobri o jongo
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Vida diferente 22ago

Vida diferente

“Meu nome é Clesia, 46 anos muito bem vividos e iniciados na fantástica Alagoas, no sertão de Alagoas. Vim pra São Paulo em 91, morei lá por 10 anos e desde 2000 moro em São Vicente. Vim pra trabalhar mesmo, a cidade que eu morava lá é muito pobre, não tinha recursos nenhum, então vim
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Ocupação família 21ago

Ocupação família

“Sou Telma Aparecida de Proença, 31 anos, orgulhosamente mãe de 3 filhos. No momento estou sozinha porquê meu marido está detido e assim vem parar aqui no Soma desde o ano passado, cheguei em Novembro. Eu estava morando na área da linha do trem até que chegou um ofício pra gente sair de lá, então
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Empoderamento Negro 19ago

Empoderamento Negro

“A história da nossa comunidade é uma história de resistência, de luta e de empoderamento da mulher negra. É notório quando as mulheres passam por esse espaço, aliás, todos que passam pelo jongo, de certa medida passam por uma transformação, mas é muito mais notório quando se trata da mulher negra, que chega aqui de
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Viver sonhos 18ago

Viver sonhos

“Meu nome é Nara Ousana Nogueira, tenho 44 anos nasci em Guaíra, eu vim pra Ribeirão criança, eu tinha 8 anos de idade. Antes porém morei em Brasília e de Brasília eu vim pra cá criança. Me sinto ribeirão pretana, foi aqui que me casei, foi aqui que tive meu filho, hoje com 20 anos
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Ser milagre 16ago

Ser milagre

“Eu ganhei uma homenagem da minha equipe por ter sido eleita a funcionária do mês, nunca na minha vida me senti tão bem tratada, lá no trabalho me chamam de vó, e eu adoro todos. Dentro da empresa em que trabalho sou respeitada, me sinto muito feliz e realizada por ter conquistado meu primeiro trabalho
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Depressão de Sampa 14ago

Depressão de Sampa

“Eu sou a Anna Luiza, tenho 20 anos e eu vim pra Prudente porquê minha mãe ‘tava’ com depressão em São Paulo devido a morte do meu avô, do meu bisavô e do meu primo. Foi um baque enorme pra ela e então a gente acabou vindo pra cá, tendo parentes aqui eu acabei me
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