Presidente Prudente

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Nossa Senhora 23set

Nossa Senhora

“Sou Aldenira, eu tenho 53 anos, moro aqui em Presidente Prudente, sinto muita emoção quando venho nessa festa, é muita fé, uma bênção. Não dá pra explicar, é muita coisa boa. já participo da festa há 14 anos, eu venho desde que começou A gente sempre arruma um tempinho pra Nossa Senhora, não tem trabalho
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A minha cidade 21set

A minha cidade

“Meu nome é Míria Souza dos Santos, tenho 33 anos, sou natural de Presidente Prudente. Trabalho atualmente no Tênis Clube, minha trajetória aqui na cidade eu comecei trabalhando profissionalmente com 12 anos, na atual Fundação Mirim, e vim trabalhando desde cedo, a cidade sempre me proporcionou coisas boas. Já fui morar fora e realmente a
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Sossego em casa 19set

Sossego em casa

“Vivo um período da minha vida que eu quero mais é sossego. Só sossego, o resto deixo pra segundo lugar.”

A luta 09set

A luta

“Meu nome completo é João Bosco Padula, tenho exatamente 59 anos, natural de Fonte Nova, Minas Gerais. Minha infância foi maravilhosa, assim, eu não tive complexo da doença que eu tive, né, graças ao esforço da minha mãe, do meu pai, da minha madrinha, que ajudaram bastante e a minha força de vontade pra superar
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Outro preconceito 08set

Outro preconceito

“Pessoas acham que nós que trabalhamos com carvão somos uns bicho, que é só trabalho escravo. É só mais um desses preconceitos que dominam a opinião pública. Digo mais um, porque tem tantos, não tem?”

Trabalho normal 16ago

Trabalho normal

“Muita gente assusta, mas esse pra mim é um trabalho normal. Hoje é muito mais seguro do que no passado. Claro, fisicamente é desgastante, mas assim como muitos outros trabalhos. As pessoas acham que é um trabalho escravo, que estamos aqui por desespero. Mas não é nem um nem outro. É um trabalho digno, e
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Depressão de Sampa 14ago

Depressão de Sampa

“Eu sou a Anna Luiza, tenho 20 anos e eu vim pra Prudente porquê minha mãe ‘tava’ com depressão em São Paulo devido a morte do meu avô, do meu bisavô e do meu primo. Foi um baque enorme pra ela e então a gente acabou vindo pra cá, tendo parentes aqui eu acabei me
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Ensinar crianças 06ago

Ensinar crianças

“Meu nome é Gessica Andrade Melo, tenho 26 anos, eu trabalho com essa parte de cavalos pra crianças, aulas pra crianças. A base é ensinar a montar, arrear, aprender a lidar com o cavalo. Tem 8 anos que eu faço isso, na verdade eu monto desde os 3 anos de idade, minha família mexia com
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Montar pequena 01ago

Montar pequena

“Comecei a montar porquê eu gostava bastante. Sempre gostei desses animais, mas antes não tinha como eu fazer porque era pequena. Acho que fui influenciada pelos meus pais, afinal meu pai monta boi e já tem uma relação com esses animais. Além de montar, que pretendo continuar fazendo até quando der, pretendo fazer medicina veterinária.”

Vida dura 30jul

Vida dura

“Eu sou Edílson Pereira da Silva e tenho 30 anos. Sou o mais novo aqui dessa frente e meu trabalho é desgalhar e amontoar certinho os tocos que os outros cortaram. Viemos aqui pro carvão todos quase que ao mesmo tempo. Antes todo mundo aqui na região trabalhava na usina, mas já faz uns 4
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Mãe e rainha 22jul

Mãe e rainha

“Meu nome é Josielen Cândido dos Santos, tenho 19 anos, nasci na cidade de Alvares Machado mas me residi aqui em Presidente Prudente. Minha mãe é meu grande exemplo. Minha rainha. Ela trabalha em dois serviços, né, ela entra 6h30 em um e sai meio-dia, aí depois ela trabalha da 13h10 e só sai 17h,
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Fé da Bahia 08jul

Fé da Bahia

“Aurelina Naltério de Brito, tenho 85 anos e faz um mês que cheguei da Bahia. Sou de uma família de 4 filhos, duas meninas e dois meninos. Todos lá de Maracás. Já ouviu falar? Fica no interior da Bahia, nossa terra era pra lá de Maracás. A vida lá foi dura então eu e a
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DJ trance 07jul

DJ trance

“Meu nome é Lucas Ednaldo Gonçalves de Souza, tenho 20 anos, sou da cidade de Presidente Prudente, trabalho como DJ nas baladas noturnas, trance, ‘tá’ ligado? Aqui na cidade não é muito fácil. A cena eletrônica tem sido muito pequena aqui dentro, tem espaço mais pra funk, balada sertaneja, então dentro disso a gente começou
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Superação da Vida 04jul

Superação da Vida

“Meu nome é Cesar, eu tenho 46 anos, sou casado há 28 anos e sou hoje um profissional de segurança em um condomínio. Mas já viajei muito! Morei durante 3 anos na Irlanda, trabalhando no ramo frigorífero e tive uma fase da minha vida que usava maconha e bebia demais. Isso foi há mais ou
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Sentir o Violino 16jun

Sentir o Violino

“Meu nome é Saulo Cesar Matos de Souza, tenho 20 anos. Faz uns 2 anos, eu comecei a tocar violino por um projeto que tinha lá no bairro que eu moro, eu comecei tocando um tempo e depois voltei. O violino me atraiu muito mais do que os instrumentos que são mais populares, com guitarra e
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