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Vida na arte 10jan

Vida na arte

‘Eu tinha 14 anos quando comecei a me envolver com arte. Foi graças a uma vizinha, que comentou que iria começar um curso e eu acabei indo junto. Na época eu não conhecia nada, eu era uma menina ainda. Era um curso difícil mas apaixonante e portanto, quando fiz 18 anos, precisei decidir o que
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Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
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Música em Bauru 24ago

Música em Bauru

“Eu sou Marcela Fernandes, tenho 35 anos, sou professora de arte em Bauru e sou maranhense de São Luís. ‘Tô’ aqui há 7 anos, vim pra estudar música, me formei em música aqui em Bauru mesmo já tendo uma formação em Artes Visuais lá no Maranhão. Me formei em música, sempre trabalhei com arte, com
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Meu Capão 24ago

Meu Capão

“Meu nome é Erasmo Cássio Ferreira, eu ‘tô’ com 46 anos. Eu sou nascido em Mirabela, município de Montes Claros, em Minas Gerais. Lá no Estado de Minas eu fui criado com uma sueca, filho adotivo de uma sueca, quase como se fosse um orfanato, e depois de 17 anos eu vim conhecer São Paulo.
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Ensinar crianças 06ago

Ensinar crianças

“Meu nome é Gessica Andrade Melo, tenho 26 anos, eu trabalho com essa parte de cavalos pra crianças, aulas pra crianças. A base é ensinar a montar, arrear, aprender a lidar com o cavalo. Tem 8 anos que eu faço isso, na verdade eu monto desde os 3 anos de idade, minha família mexia com
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Iguape de ontem 19jun

Iguape de ontem

“Meu nome é Paulo de Moraes Tangari, 83 anos vividos nessa linda Iguape. Ao longo dessa vida eu pesquisei muito a história de Iguape, até hoje continuo fazendo e descobrindo novas coisas. Agora eu estava pesquisando sobre o coronel Diogo Ribeiro, que foi prefeito de Iguape em 1936 e era muito amigo de meu pai.
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Professor da brincadeira 15jun

Professor da brincadeira

“Fui professor na EMIA, Escola Municipal de Iniciação Artística e minha linguagem lá era teatro, dei aula mais de 20 anos. Fui ‘titeiriteiro’, isso é legal de contar porquê ninguém sabe o que é: é quem vende títere, boneco, então eu era bonequeiro na prefeitura de São Paulo. Foi um cargo que foi entrando em
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Ator e professor 11jun

Ator e professor

“Sou historiador, musico e ator. Áreas que se encontram em vários momentos, né, e desemboca no que é de praxe sempre que é a militância política. Todas essas áreas te trazem uma determinada consciência de classe, de trabalho, o engajamento nas políticas públicas. Minha primeira profissão é ator, já fiz diversas coisas no ramo, fiz
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Fé e Família 07jun

Fé e Família

“Desde minha infância tenho uma relação com a Folia do Divino. É algo que vem muito da minha família, por parte da minha mãe e do meu pai, dos meus antepassados, eles eram festeiros do Divino na cidade, faziam festas, e isso era uma tradição. Divino, Divino. Quando eu vim pra essa praia aqui, há
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Desafio tradicional 24mai

Desafio tradicional

“Em guarani meu nome é Kerexu Potemini. Sou mãe, eu sou uma dona de casa mesmo, então minha vida é normal mesmo como qualquer outra dona de casa. Muito além dos estereótipos que as pessoas tem sobre os indígenas. Além disso eu sou uma das coordenadoras do grupo de coral, de canto, de dança, então
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Nosso sonho 23mai

Nosso sonho

“Sou professora na Universidade de Taubaté, assim como meu esposo, nós nos conhecemos na Universidade. Ele foi meu professor, era mestre pela USP, eu também segui a carreira acadêmica, sou mestre, sou doutora na área de parasitologia. Como passar dos anos, quando ele se aposentou, escolhemos vir morar aqui na praia. A gente curte muito
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Outro tempo 29abr

Outro tempo

“Passei anos fora daqui da minha terra até chegar a uma conclusão, que hoje parece obvia, mas que me fez voltar pra cá: percebi que estava vendendo minha vida, não trabalho. Quando você nasce na cidade tem um ciclo de vida lá, todo mundo ‘tá’ acostumado com aquilo lá. Quando você nasce aqui, você tem
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Vida na arte 24abr

Vida na arte

“Eu tinha 14 anos quando comecei a me envolver com arte. Foi graças a uma vizinha, que comentou que iria começar um curso e eu acabei indo junto. Na época eu não conhecia nada, eu era uma menina ainda. Era um curso difícil mas apaixonante e portanto, quando fiz 18 anos, precisei decidir o que
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Tapa na cara 12abr

Tapa na cara

“Eu comecei em 2009 ainda na faculdade, eu comecei um projeto; eu tenho tino para trabalhar com pessoas com deficiência, quero trabalhar com pessoas com deficiência, fui atleta de natação muito anos e aí eu comecei. É muito tapa na cara que a gente leva. A vida, você vai dando aula. Chegou um cara, tinha
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Vida do Teatro 11abr

Vida do Teatro

“Eu, Thais Quadros, nasci em Campinas, mas com 17 anos vim morar em Valinhos e aí começou a minha caminhada. Faltando 2 dias para completar 18 anos descobri que tinha diabetes, foi então que entrei no Teatro e fui muito bem acolhida por todos e foi no Centro Cultural que descobri em que profissão seguir.
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Aprender respeito 10abr

Aprender respeito

“Durante anos fui vigiado e vigiei Santa Luzia e Santa Rita, fixadas no alto das paredes da casa da minha avó Ermelinda. Troquei olhares com outras imagens nas igrejas e capelinhas e aos poucos passei a gostar dos santos, do seu colorido, da composição dos gestos e do olhar. Vivi manhãs de diversão, correndo pelas
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Aula Rural 05abr

Aula Rural

“Vir dar aula aqui na zona rural foi uma surpresa, no começo fiquei um pouco receosa, sabe. Mas olha, foi só chegar que fiquei encantada com tudo isso aqui ao nosso redor. Com as crianças daqui, com o ambiente que temos aqui na zona rural. Claro, existem dificuldades, ainda mais comparada a cidade posso dizer
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Japão – Brasil 18mar

Japão – Brasil

“Eu fui pro Japão com sete anos, né, meus pais foram a trabalho e fui junto pra uma região onde não tinha muitos estrangeiros. Daí eu fui obrigada a ir pra escola japonesa, junto com japoneses. Imagina que eu fui a primeira estrangeira a entrar na escola quando tinha só sete anos ! Foi um
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03fev

Longe de casa

‘Então, pra mim viver fora do Brasil é estar diariamente lutando e fazendo um grande sacrifício de estar longe da minha casa, dos amigos e da minha terra natal!’

Paradoxo do Brasil 11dez

Paradoxo do Brasil

‘Aqui no Brasil, onde os problemas da escolas são enormes, nós aqui enfrentamos algo paradoxal: a estrutura é boa, temos até uma baita biblioteca, mas a grande dificuldade é convencer pais e alunos a tirarem seus filhos da lavoura, do trabalho braçal, e manda-los aqui pra escola. Sabe, aqui no Quilombo essa geração que hoje
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