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Vida no chá 10set

Vida no chá

“Conhecer o chá eu conheci com cinco anos. Porque o meu pai trouxe uma muda, uma semente de chá não sei de onde! Ele semeou na areia e esse chá começou brotar! Então o meu pai me deu uma latinha e disse “Agora você vai ‘escoiê’ os broto e ‘colocá’ nessa latinha.” Isso eu lembro
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Meu desafio 23abr

Meu desafio

“Meu nome é Cindy Muniz, e tenho 22 anos. Comparando com os outros, eu nem tive tantas dificuldades, nem tantas assim. Surgiram algumas pedras nos caminhos, problemas, claro, mas problemas sempre surgem. O verdadeiro desafio da minha vida, a verdadeira dificuldade, sou eu, sempre fui eu. Desde que me entendo por gente eu sinto medo,
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Ele e ela 07abr

Ele e ela

“A coisa que mais gosto na minha mulher é a alegria que ela tem, sempre me deixa feliz. Agora, o que eu não gosto muito é quando ela fica brava e quer me dar bronca”, disse ele. “Isso porque não sou eu que as vezes chego cheio de cachaça em casa, né! Isso é a
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Aula Rural 05abr

Aula Rural

“Vir dar aula aqui na zona rural foi uma surpresa, no começo fiquei um pouco receosa, sabe. Mas olha, foi só chegar que fiquei encantada com tudo isso aqui ao nosso redor. Com as crianças daqui, com o ambiente que temos aqui na zona rural. Claro, existem dificuldades, ainda mais comparada a cidade posso dizer
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Cultura do Japão 26mar

Cultura do Japão

“Mudei aqui pra cidade meio sem rumo, sabe. Quando me casei meu marido se formou médico e viemos pra cá em uma viagem de volta de Santa Catarina pra São Paulo. Quando paramos aqui ele conheceu os diretores do hospital filantrópico aqui da cidade e ficou sabendo que estavam precisando de um médico. Foi uma
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Japão – Brasil 18mar

Japão – Brasil

“Eu fui pro Japão com sete anos, né, meus pais foram a trabalho e fui junto pra uma região onde não tinha muitos estrangeiros. Daí eu fui obrigada a ir pra escola japonesa, junto com japoneses. Imagina que eu fui a primeira estrangeira a entrar na escola quando tinha só sete anos ! Foi um
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Vida do Japão 18mar

Vida do Japão

‘Tenho 88 anos vividos em parte aqui em Registro. Deixa eu explicar porque. Nasci aqui, mas quando completei meus 12 anos não tinha mais escola então fui sozinho pra São Paulo pra estudar, porque na filosofia dos meus pais os filhos tinham que estudar. ‘Pra ser lavrador basta nós. Vocês tem que estudar, não pode
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Pai pra filho 17mar

Pai pra filho

‘Não vou mentir: o meu é um trabalho cansativo, tem dia que você chega em casa que só quer dormir. Mas é também muito gratificante, sabe. Não que a gente queira elogio, mas o patrão falar que o cliente que ‘tá’ comprando a nossa banana está grato com o nosso serviço é muito bom. Motiva
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Trabalho fácil 12mar

Trabalho fácil

‘Meu primeiro ano aqui ‘ensacano’ banana. Gosto porque é um trabalho fácil, sabe. Um trabalho que não cansa muito. Quem já trabalhou colhendo e carregando esses cachos ai sabe o que trabalho difícil. Ensacar, moço ? Ensacar é fácil.’

Cultura da Banana 12mar

Cultura da Banana

‘Estou aqui nessa fazenda há muitos anos, tem sido uma experiência fascinante. Durante muito tempo foi exclusivamente pecuária, durante 22 anos e agora há uns sete anos começamos a trabalhar também com banana! Vejo dois grandes desafios: a responsabilidade ambiental e a necessidade de superar barreiras culturais. No primeiro caso, é uma aplicação trabalhosa. Não
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Familia Taiko 12mar

Familia Taiko

‘Já se passaram 5 anos desde que me juntei ao grupo de Taiko. Já fazem 5 anos que em todos os treinos eu agradeço por fazer parte do grupo. O taiko deixou de ser apenas um hobby há muito tempo; agora ele é simplesmente meu ar! Os laços que construímos são simplesmente incríveis. Eu realmente
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São Paulo 05mar

São Paulo

‘Quando era moço fui lá pra São Paulo pra trabalhar, tinhas uns 17-18 anos na época, e foi uma experiência muito legal pra eu crescer. Se de um lado sinto muita falta dos meus meninos que ficaram por lá, por outro não sinto nenhuma falta da bagunça que é aquela cidade. O trânsito, a violência,
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Segunda família 03mar

Segunda família

‘Ribeira ryofu daiko, é minha segunda família essas pessoinhas são especias é difícil conseguir explicar . Entrei no taiko no finalzinho de 2012 , era algo completamente diferente. Aqui umas pessoas maluquinhas me receberam super bem, me confundindo com minha irmã gêmea. Foram engraçadas as confusões. Tive meu primeiro treino com o Minowa sensei e
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Me divirto 01mar

Me divirto

‘Me divirto muito quando estou aqui, faz pouco tempo mas já parece que é muito.

História do fascínio 27fev

História do fascínio

‘A História me fascina porque é o que nós vivemos, o momento, o dia a dia, o instante, o segundo. Sem a história não existe a pessoa, ela se torna algo que não existiu e então cada um tem que ter uma. Seja ela boa, seja ela ruim. Mas haverá de ter, queira ou não
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Trabalho leve 26fev

Trabalho leve

‘Cheguei aqui nesse trabalho por causa do meu primo, que trabalha aqui faz bastante tempo já. Eu mesmo tenho 21 anos e fazem 4 anos que estou nesse trabalho. É um trabalho bom: fixo, registrado e com uma boa estrutura pra trabalhar. Parece pouco, mas pouca gente tem tudo isso aqui na região. ‘Cê’ acredita
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Minha filha 22fev

Minha filha

‘Esse é o trabalho que eu ‘tô’ acostumado a fazer. Faço pra minha menina, se que cada banana que ensaco é algo a mais que levo pra ela.’

Incrível Taiko 21fev

Incrível Taiko

‘Me chamo Natasha, tenho 20 anos e moro na cidade de Registro. No ano de 2009 eu entrei no Taiko. Entrei mais pelo fato de apreciar bastante e pela vontade de aprender a tocar da mesma forma que eu via os outros tocadores nas apresentações. Não imaginava que fosse permanecer até hoje (já se passaram
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Sonho de cultura 18fev

Sonho de cultura

‘Tenho 22, todos vividos aqui em Registro e mal criado em São Paulo. Vou pra láa de vez em quando porque tenho família lá, tenho tias e parentes lá. Até gosto de lá e tudo mais, mas não troco Registro por São Paulo. Já pensei nisso e apesar da cidade ter tudo o que não
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Cultura familiar 14fev

Cultura familiar

‘Fazem uns 6 anos que eu tenho tocado aqui na associação. Fico feliz por saber que isso mantém viva a tradição do meu povo, a cultura japonesa aqui no Brasil. Algo que desde meus avós tem sido uma parte da nossa família e agora eu dou continuidade.’