Rogerio Padula

Você está aqui:
TODOS
Vida no Café 25out

Vida no Café

“Vivi todos meus anos no mundo do café. Da infância até hoje. Fico feliz, muito feliz, quando olho para trás e vejo tudo que vivi.”

A minha vida 23out

A minha vida

“Meu nome é Elizandra Cerqueira, tenho 29 anos. Eu nasci em Poções, na Bahia. A minha mãe, a origem dela é do Paraná, meu pai é da Bahia, eles se conheceram aqui em Paraisópolis e foram embora pra Bahia. Meu pai veio morar na construção civil aqui, pra ajudar a família na Bahia, e minha
...continue lendo

Minha comunidade 20out

Minha comunidade

“Eu tenho 71 anos. Elena Simão dos Santos. Eu nasci em Pernambuco, Garanhuns, a terra que não chove e o mato é verde. Casei em 1970, vim pra cá e ‘tô’ aqui até hoje… eu fui pra Penha, morei 3 anos e meio lá, voltei pra Pernambuco duas vezes, e ‘tô’ dentro do Paraisópolis há
...continue lendo

Rotina pesada 18out

Rotina pesada

“Sou Silvio Donizette Pereira Lima, 45 anos. Mexo na parte da roça, dos tratores. Já tem uns 15 anos que eu faço isso. Minha rotina é pesada, acordo 4h da manhã, venho pra cá, limpo os coxos, trato o gado, roço os pastos. Tem muita coisa durante o dia. Aqui na fazenda eu aprendi muita
...continue lendo

Morar na Capão 14out

Morar na Capão

“Meu nome é Rodrigo Gomes de Lima, fazendo 40 anos hoje, sou paulistano, nascido em São Paulo e ‘tamo’ aí. Nasci no Jardim Mirian, mas moro no Capão atualmente. Aqui eu não tenho muita história, minha história é mais pra lá mesmo, minha vida sempre foi trabalhar, cuidar de família, é isso aí. Minha infância
...continue lendo

Viver Paraisópolis 12out

Viver Paraisópolis

“Meu nome completo é Ismael Silva Maia, tenho 23 anos, na quebrada sou conhecido como Link. Aqui no Paraisópolis eu participo da junta de modelos, sou tatuador, ando de skate nas horas vagas e é isso. Nasci na Bahia, vim morar aqui bem no dia do meu aniversário de 12 anos, vim com a minha
...continue lendo

Aprender com ele 09out

Aprender com ele

“Meu nome é Antônio Edinaldo da Silva, conhecido por Bebela, maluco beleza do Morumbi, sou pernambucano, tenho 53 anos, vim pra São Paulo no começo de 2001. Primeiro eu vim sozinho, lá no Pernambuco as coisas era muito difícil pra sobreviver, aí eu vi que pra gente viver melhor tinha que procurar um lugar melhor
...continue lendo

Surpreender com a vida 08out

Surpreender com a vida

“Meu nome é William da Rosa, tenho 21 anos. Nasci no interior do Rio Grande do Sul, capital das missões, Santo Ângelo. Vivi lá até meus 19 anos, meus pais ainda moram lá, comecei a trabalhar nas Lojas Americanas, conheci o gerente, acabou rolando um clima e fui demitido da empresa… enfim, longa história, fui
...continue lendo

Luta pela educação 07out

Luta pela educação

“Sergio Alberto Soares, tenho 40 anos. Então, a minha história de vida é o seguinte, comecei com 7 anos nas artes marciais, no karatê, e passei por várias outras. Minha vida toda foi em prol das artes marciais e vivo até hoje com 40. Me formei, peguei faixa preta em karatê, em kickboxing, fui conhecendo
...continue lendo

Arte no Capão 03out

Arte no Capão

“Sou o Carlos Henrique, tenho 31 anos, moro aqui no Capão Redondo desde que nasci, atualmente faço grafite mas desde pequeno gosto de desenho. Minha infância foi toda como pichador, aí a gente cresce e precisa pagar as contas, então ‘tô’ há uns 3 anos dedicando a grafite na rua, legal, ilegal, autorizado, não autorizado.
...continue lendo

Fui aprendendo 27set

Fui aprendendo

“Paulo Sérgio Moura, tenho 50 anos de idade. Eu comecei aqui em 1993, e eu comecei como tratorista. Trabalhei demais da conta. Eu tinha 26 anos quando comecei aqui e ai fui me desenvolvendo, fui aprendendo, fui melhorando. Hoje ‘tô’ de encarregado, é quebrar a cabeça mas é mais tranquilo que naquele tempo. Antes era
...continue lendo

Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
...continue lendo

Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
...continue lendo

Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
...continue lendo

Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
...continue lendo

O meu capão 17set

O meu capão

“Meu nome é Carlos Cesar Vicentin Vieira, tenho 18 anos, moro em São Paulo, Capão Redondo. Hoje ‘tô’ trampando de motoboy numa pizzaria, mas já trampei de muita coisa. Trampo aqui na quebrada mesmo, já conheço muita coisa aqui, tenho um filho pra sustentar, uma família… meu filho tem 2 meses, eu ‘tô’ felizão, ‘tô’
...continue lendo

Uma vida de trabalho 15set

Uma vida de trabalho

“Sou Maria Aparecida Maurício, 58 anos. Sou ‘lavrourista’, dia 3 de dezembro vai fazer 5 anos que eu ‘tô’ aqui na fazenda, mas comecei a trabalhar mesmo quando eu tinha 10 anos. Não consigo imaginar uma vida sem trabalho.”

Meu Gui 12set

Meu Gui

“Sou Juliana Freitas dos Santos, tenho 19 anos, moro no Capão, nasci em São Paulo. Minha mãe resolveu mudar pra cá, Parque Santo Antônio, já faz 11 anos. Aqui é bem parado, mas quando eu era criança era bem movimentado, a gente brincava bastante, mas agora que todo mundo cresceu é assim. Eu curti bem minha infância, fui uma criança que brincou bastante, hoje em dia as crianças
...continue lendo

Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
...continue lendo

Saudade do pai 07set

Saudade do pai

“Eu sinto muita falta do meu pai, acho que é a coisa que eu mais sinto falta. Meu pai trabalhava no garimpo, era difícil a vida, mas eu sinto muito a falta dele.”