Rogerio Padula

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Série Retratos no Capão 17fev

Série Retratos no Capão

Um dos bairros mais cinzas e e populosos da capital da capital paulista o Capão Redondo será mas próximas semana o palco do Retratos Brasileiros. Um espetáculo que trará rostos, histórias, lutas e conquistas que buscam trazer histórias que nos mostrem além dos banais esteriótipos que normalmente nos são passados quando falamos de realidades periféricas
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Lanchonete 16fev

Lanchonete

“Alípio Solto Carvalho, vou fazer 80 anos, tenho 79 ainda. Quem é o Alípio? Alípio é o Alípio mesmo. Nasci em Aracaçu, interior de São Paulo. Eu vim pra São Paulo em 1958, servir o exército. Minha infância foi só alegria, eu morava no sítio do meu pai, eu ajudava ele tirar leite, lidava com
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Desafios do Capão 14fev

Desafios do Capão

“Meu nome é Felipe Guilherme de Souza Chagas Melo, tenho 20 anos. Hoje eu moro no Capão, nasci aqui e moro aqui desde pequeno. A minha infância é bem complicada, eu nasci com muita parte do corpo deformada, isso fez eu superar muito desafios. O que ajudou também foi a vivência na rua, aprendi muito
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Recado pra quebrada 13fev

Recado pra quebrada

“Mano, sou nascido e criado no Grajaú, nascido na Zona Sul de São Paulo. Sou um cara pra frente, tenho uma visão de futuro, dar um conforto pra minha família. Hoje graças a Deus tenho uma profissão daora, na qual batalhei muito pra chegar onde cheguei. Hoje eu moro com a minha esposa, tenho 3
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Vida no Café 25out

Vida no Café

“Vivi todos meus anos no mundo do café. Da infância até hoje. Fico feliz, muito feliz, quando olho para trás e vejo tudo que vivi.”

A minha vida 23out

A minha vida

“Meu nome é Elizandra Cerqueira, tenho 29 anos. Eu nasci em Poções, na Bahia. A minha mãe, a origem dela é do Paraná, meu pai é da Bahia, eles se conheceram aqui em Paraisópolis e foram embora pra Bahia. Meu pai veio morar na construção civil aqui, pra ajudar a família na Bahia, e minha
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Minha comunidade 20out

Minha comunidade

“Eu tenho 71 anos. Elena Simão dos Santos. Eu nasci em Pernambuco, Garanhuns, a terra que não chove e o mato é verde. Casei em 1970, vim pra cá e ‘tô’ aqui até hoje… eu fui pra Penha, morei 3 anos e meio lá, voltei pra Pernambuco duas vezes, e ‘tô’ dentro do Paraisópolis há
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Rotina pesada 18out

Rotina pesada

“Sou Silvio Donizette Pereira Lima, 45 anos. Mexo na parte da roça, dos tratores. Já tem uns 15 anos que eu faço isso. Minha rotina é pesada, acordo 4h da manhã, venho pra cá, limpo os coxos, trato o gado, roço os pastos. Tem muita coisa durante o dia. Aqui na fazenda eu aprendi muita
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Morar na Capão 14out

Morar na Capão

“Meu nome é Rodrigo Gomes de Lima, fazendo 40 anos hoje, sou paulistano, nascido em São Paulo e ‘tamo’ aí. Nasci no Jardim Mirian, mas moro no Capão atualmente. Aqui eu não tenho muita história, minha história é mais pra lá mesmo, minha vida sempre foi trabalhar, cuidar de família, é isso aí. Minha infância
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Viver Paraisópolis 12out

Viver Paraisópolis

“Meu nome completo é Ismael Silva Maia, tenho 23 anos, na quebrada sou conhecido como Link. Aqui no Paraisópolis eu participo da junta de modelos, sou tatuador, ando de skate nas horas vagas e é isso. Nasci na Bahia, vim morar aqui bem no dia do meu aniversário de 12 anos, vim com a minha
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Aprender com ele 09out

Aprender com ele

“Meu nome é Antônio Edinaldo da Silva, conhecido por Bebela, maluco beleza do Morumbi, sou pernambucano, tenho 53 anos, vim pra São Paulo no começo de 2001. Primeiro eu vim sozinho, lá no Pernambuco as coisas era muito difícil pra sobreviver, aí eu vi que pra gente viver melhor tinha que procurar um lugar melhor
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Surpreender com a vida 08out

Surpreender com a vida

“Meu nome é William da Rosa, tenho 21 anos. Nasci no interior do Rio Grande do Sul, capital das missões, Santo Ângelo. Vivi lá até meus 19 anos, meus pais ainda moram lá, comecei a trabalhar nas Lojas Americanas, conheci o gerente, acabou rolando um clima e fui demitido da empresa… enfim, longa história, fui
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Luta pela educação 07out

Luta pela educação

“Sergio Alberto Soares, tenho 40 anos. Então, a minha história de vida é o seguinte, comecei com 7 anos nas artes marciais, no karatê, e passei por várias outras. Minha vida toda foi em prol das artes marciais e vivo até hoje com 40. Me formei, peguei faixa preta em karatê, em kickboxing, fui conhecendo
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Arte no Capão 03out

Arte no Capão

“Sou o Carlos Henrique, tenho 31 anos, moro aqui no Capão Redondo desde que nasci, atualmente faço grafite mas desde pequeno gosto de desenho. Minha infância foi toda como pichador, aí a gente cresce e precisa pagar as contas, então ‘tô’ há uns 3 anos dedicando a grafite na rua, legal, ilegal, autorizado, não autorizado.
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Fui aprendendo 27set

Fui aprendendo

“Paulo Sérgio Moura, tenho 50 anos de idade. Eu comecei aqui em 1993, e eu comecei como tratorista. Trabalhei demais da conta. Eu tinha 26 anos quando comecei aqui e ai fui me desenvolvendo, fui aprendendo, fui melhorando. Hoje ‘tô’ de encarregado, é quebrar a cabeça mas é mais tranquilo que naquele tempo. Antes era
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Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
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Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
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O meu capão 17set

O meu capão

“Meu nome é Carlos Cesar Vicentin Vieira, tenho 18 anos, moro em São Paulo, Capão Redondo. Hoje ‘tô’ trampando de motoboy numa pizzaria, mas já trampei de muita coisa. Trampo aqui na quebrada mesmo, já conheço muita coisa aqui, tenho um filho pra sustentar, uma família… meu filho tem 2 meses, eu ‘tô’ felizão, ‘tô’
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