Rogerio Padula

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Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
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Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
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O meu capão 17set

O meu capão

“Meu nome é Carlos Cesar Vicentin Vieira, tenho 18 anos, moro em São Paulo, Capão Redondo. Hoje ‘tô’ trampando de motoboy numa pizzaria, mas já trampei de muita coisa. Trampo aqui na quebrada mesmo, já conheço muita coisa aqui, tenho um filho pra sustentar, uma família… meu filho tem 2 meses, eu ‘tô’ felizão, ‘tô’
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Uma vida de trabalho 15set

Uma vida de trabalho

“Sou Maria Aparecida Maurício, 58 anos. Sou ‘lavrourista’, dia 3 de dezembro vai fazer 5 anos que eu ‘tô’ aqui na fazenda, mas comecei a trabalhar mesmo quando eu tinha 10 anos. Não consigo imaginar uma vida sem trabalho.”

Meu Gui 12set

Meu Gui

“Sou Juliana Freitas dos Santos, tenho 19 anos, moro no Capão, nasci em São Paulo. Minha mãe resolveu mudar pra cá, Parque Santo Antônio, já faz 11 anos. Aqui é bem parado, mas quando eu era criança era bem movimentado, a gente brincava bastante, mas agora que todo mundo cresceu é assim. Eu curti bem minha infância, fui uma criança que brincou bastante, hoje em dia as crianças
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Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
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Saudade do pai 07set

Saudade do pai

“Eu sinto muita falta do meu pai, acho que é a coisa que eu mais sinto falta. Meu pai trabalhava no garimpo, era difícil a vida, mas eu sinto muito a falta dele.”

Amor pela laranja 07set

Amor pela laranja

“Venho de uma família humilde, de trabalhadores rurais. Eu e meu irmão fizemos o máximo pra ajudar nossos pais. Eles tocavam roça, mexia com lavoura de grãos e também tirava leite. Desde pequeno eu acordava muito cedo pra ajudar eles. Lembro da mãe contar pra gente que quando era pequena apanhava algodão na região de
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Nossos sonhos 05set

Nossos sonhos

“Apesar das dificuldades ainda tenho meus sonhos. Mas tem que lutar, tem que trabalhar. Do dia pra noite é difícil de realizar ele. Eu acho que não dá. A gente consegue realizar ele conforme o que a gente gosta, conforme a gente luta.”

A minha luta 04set

A minha luta

“Sou Paula Blanco, tenho 38 anos, sou moradora do Capão há 36 anos e nunca saí daqui. Minha infância aqui no bairro foi muito tranquila, se passou praticamente dentro de um condomínio, então eu acabei não sofrendo muito a influência do que era uma convivência na rua, ou até de assistir a violência que se
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Rolezinho no shopping 02set

Rolezinho no shopping

“Eu sou Yasmin Oliveira da Silva, tenho 18 anos, nasci aqui no Paraisópolis, fui criada aqui e nunca me mudei. Minha infância aqui foi normal, sempre tive amizade, sempre conheci muita gente. Eu me inscrevi no Homero, que tem o supletivo, como eu parei ‘tô’ voltando agora, ‘tô’ no 2º ano. Hoje em dia eu
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Costura da alegria 29ago

Costura da alegria

“Participar de uma casa de caridade como essa faz muito bem, sabe. É bom para distrair minha cabeça, minha depressão e foi aonde eu me encontrei: na costura. Aqui a gente passa a parte da manhã do sábado, bem gostoso, a gente ri, diverte, desabafa, faz novos amigos. A gente faz bem e recebe o
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Filho de Paraisópolis 28ago

Filho de Paraisópolis

“Meu nome é Gilson Clemente da Silva, interessante falar que meu pai, que é Lourival Clemente da Silva, conhecido como Louro, foi um dos fundadores aqui de Paraisópolis. Sou o caçula de 4 filhos, nós fomos todos nascidos e criados aqui, numa época que isso aqui era tudo uma grande fazenda, na verdade o Morumbi
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Sonho do Capão 25ago

Sonho do Capão

“Sou Valmir Roberto da Silva, tenho 35 anos. Valmir é um pobre louco, que situa constantemente cheio de complexos no sentido social, não aceita muito as condições sociais que o Estado nos oferece e vê diversas formas de ajudar as pessoas que precisam. Fui um moleque que sofreu muito, sou filho de Dona Maria Conceição
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Meu Capão 24ago

Meu Capão

“Meu nome é Erasmo Cássio Ferreira, eu ‘tô’ com 46 anos. Eu sou nascido em Mirabela, município de Montes Claros, em Minas Gerais. Lá no Estado de Minas eu fui criado com uma sueca, filho adotivo de uma sueca, quase como se fosse um orfanato, e depois de 17 anos eu vim conhecer São Paulo.
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Viver sonhos 18ago

Viver sonhos

“Meu nome é Nara Ousana Nogueira, tenho 44 anos nasci em Guaíra, eu vim pra Ribeirão criança, eu tinha 8 anos de idade. Antes porém morei em Brasília e de Brasília eu vim pra cá criança. Me sinto ribeirão pretana, foi aqui que me casei, foi aqui que tive meu filho, hoje com 20 anos
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Anos de lavoura 17ago

Anos de lavoura

“São 22 anos que trabalho com cana. Uma vida toda na lavoura.”

Equipe Teatro 10ago

Equipe Teatro

“Sou Jeferson Fernandes Menino, 26 anos. Sou aqui de Pradópolis e vivo aqui em Ribeirão desde que eu estudava teatro. A gente se formou e abriu uma Companhia de estátua viva, eu, o Marcos, a Carol e a Ana e a gente apresenta aqui no calçadão, a gente gosta de fazer coletivamente porquê a gente faz algumas
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