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Trabalho salvador 10nov

Trabalho salvador

“Meu nome é Leila e eu tenho 40 anos de idade. Minha grande luta hoje é contra o cigarro. Já fumei muito, desde os 18. Mas teve as pausas, assim, quando eu engravidei do meu filho eu parei, aí depois de 4 anos eu engravidei de novo e fiquei após a gravidez 4 anos sem
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Inventar meu pai 06nov

Inventar meu pai

“Sou Emanuel, tenho 8 anos. Gosto das invenções do meu pai, gosto do carro grandão que ele fez. Acho legal, eu também quero ser um inventor.”

Morar na rua 06nov

Morar na rua

“Sou bauruense, meu nome é Cristiano Caetano Soares Barbosa, tenho 31 anos, desde os 13 anos eu moro na rua. O tratamento que as pessoas nos dão é meio duro sabe. Tirando os irmãos da igreja que nos ajuda com roupa e alimentação o resto passa perto de nós como se a gente fosse invisível,
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Trabalho nas ruas 01nov

Trabalho nas ruas

“Aparecido Cardoso, vou fazer 61 anos agora em outubro. essa atividade é uma atividade que praticamente eu trabalhei em várias empresas em São Paulo e até agora não pude pagar o restante pra completar o INSS, eu queria pagar de uma vez mas não pude pagar, o meu serviço na minha cidade não existe mais,
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Fotografia e Capão 31out

Fotografia e Capão

“Meu nome é Anderson, Anderson Vieira, tenho 28 anos, sou conhecido como Tom, apelido de família, desde pivete me chamam assim. Moro no Capão há uns 15 anos, sou de Vitória da Conquista, na Bahia, vim pra cá com 2 anos, aquela famosa história da família que vem tentar a sorte na terra da oportunidade.
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Rap de Hoje 30out

Rap de Hoje

“Meu nome é Adnan Estevam de Oliveira Santos, tenho 22 anos, atualmente eu atuo no grupo Dilema Rap. Em questão de dificuldade, o mais difícil é a questão da produção, em geral é difícil pra todo mundo, mas pra gente é mais difícil, a questão do marketing, da publicidade, colocar o trabalho na rua, conseguir
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Paraisópolis do bem 28out

Paraisópolis do bem

“Joildo Barreto dos Santos, tenho 31 anos. Então, eu nasci numa cidade chamada Ituberá, lá no Sul da Bahia, uma cidade que tem cachoeira, que tem praia, é uma cidade no litoral baiano bastante quente, e lá é o segundo maior produtor de guaraná do Brasil, então a empresa lá emprega muita gente local nessa
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A minha vida 23out

A minha vida

“Meu nome é Elizandra Cerqueira, tenho 29 anos. Eu nasci em Poções, na Bahia. A minha mãe, a origem dela é do Paraná, meu pai é da Bahia, eles se conheceram aqui em Paraisópolis e foram embora pra Bahia. Meu pai veio morar na construção civil aqui, pra ajudar a família na Bahia, e minha
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Minha comunidade 20out

Minha comunidade

“Eu tenho 71 anos. Elena Simão dos Santos. Eu nasci em Pernambuco, Garanhuns, a terra que não chove e o mato é verde. Casei em 1970, vim pra cá e ‘tô’ aqui até hoje… eu fui pra Penha, morei 3 anos e meio lá, voltei pra Pernambuco duas vezes, e ‘tô’ dentro do Paraisópolis há
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Rua de São Paulo 19out

Rua de São Paulo

“Sou Reginaldo Andrade dos Santos, 38 anos. Eu sou agente de segurança privada, aconteceu que vim pra São Paulo do Paraná e fiquei desempregado. Agora já fiz os treinamentos novamente pra poder voltar a trabalhar. No mês de junho eu vou pegar meu dinheiro e fazer a reciclagem de vigilante e voltar pro meu serviço.
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Amor por Paraisópolis 16out

Amor por Paraisópolis

“Meu nome é Francisca Quitéria da Silva Rodrigues, tenho 33 anos, nasci em Fortaleza e cheguei em São Paulo em 87, veio eu, minha mãe e 2 irmãs, viemos porquê minha mãe veio fugida do meu pai porquê ele era agressivo quando bebia. Meus tios ajudaram, minha mãe pegou a gente um dia e falou
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Morar na Capão 14out

Morar na Capão

“Meu nome é Rodrigo Gomes de Lima, fazendo 40 anos hoje, sou paulistano, nascido em São Paulo e ‘tamo’ aí. Nasci no Jardim Mirian, mas moro no Capão atualmente. Aqui eu não tenho muita história, minha história é mais pra lá mesmo, minha vida sempre foi trabalhar, cuidar de família, é isso aí. Minha infância
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Morar na ocupação 14out

Morar na ocupação

“Maura Aparecida Souza Clementino, eu moro aqui na região de Sumaré há 37 anos. Não moro aqui no Vila Soma, eu tenho casa no Bandeirantes. Mas sabe, apesar de todas as dificuldades que o pessoal tem vivendo aqui nessa ocupação eu viria pra cá se tivesse a oportunidade. Viria pra respirar, sabe. Seja a questão
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Sonho do trabalho 04out

Sonho do trabalho

“José de Souza Santos, 59 anos. A minha história é dura. Eu fui abandonado pelos meus pais aqui onde antigamente era creche, nunca mais vieram me buscar em São Paulo. Dormi duas noites aqui e depois fui pro Belenzinho, depois me transferiram lá pra Sorocaba, cresci lá, não conheço nem pai nem mãe, fiquei em
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Arte no Capão 03out

Arte no Capão

“Sou o Carlos Henrique, tenho 31 anos, moro aqui no Capão Redondo desde que nasci, atualmente faço grafite mas desde pequeno gosto de desenho. Minha infância foi toda como pichador, aí a gente cresce e precisa pagar as contas, então ‘tô’ há uns 3 anos dedicando a grafite na rua, legal, ilegal, autorizado, não autorizado.
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Mais pessoas 02out

Mais pessoas

“Keita Souza Matos, tenho 32 anos. Trabalho como engraxate fazem uns 2 anos, mais ou menos. Sabe o que tem de bom? Conhecer as pessoas, encontrar todo tipo de pessoas.”

A minha família 29set

A minha família

“Meu nome é Ricardo Paulo Barbosa Rodrigues, tenho 25 anos, sou do ano de 1991. Eu nasci em São Simão, moro em Serra Azul, morava em Santa Cruz da Esperança, com a minha mãe e com a minha irmãzinha. Só que o que acontece, minha mãe morreu quando eu tinha 24 anos. Nós eramos muito
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Músico e pai 26set

Músico e pai

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua, sou artista de rua, é difícil, muito difícil. O preconceito é muito grande, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos
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Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
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Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
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