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Rua de São Paulo 19out

Rua de São Paulo

“Sou Reginaldo Andrade dos Santos, 38 anos. Eu sou agente de segurança privada, aconteceu que vim pra São Paulo do Paraná e fiquei desempregado. Agora já fiz os treinamentos novamente pra poder voltar a trabalhar. No mês de junho eu vou pegar meu dinheiro e fazer a reciclagem de vigilante e voltar pro meu serviço.
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Rotina pesada 18out

Rotina pesada

“Sou Silvio Donizette Pereira Lima, 45 anos. Mexo na parte da roça, dos tratores. Já tem uns 15 anos que eu faço isso. Minha rotina é pesada, acordo 4h da manhã, venho pra cá, limpo os coxos, trato o gado, roço os pastos. Tem muita coisa durante o dia. Aqui na fazenda eu aprendi muita
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Minha vida na pesca 12out

Minha vida na pesca

“Meu nome inteiro é Igor de Souza, minha idade é 37 anos. Trabalho na pesca desde muito menino, sempre foi minha grande paixão. Sempre gostei muito ! Hoje em dia não vou dizer pra você que não gosto, porquê ainda faço um pouco, mas faço menos, muito menos do que antes. Antes eu era solteiro,
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Araçatuba e UNESP 11out

Araçatuba e UNESP

“Meu nome é Marina Costa Faria, tenho 24 anos e sou médica veterinária. faz algum tempo que eu ando de um lado pro outro por causa da faculdade que sempre exigiu muito essa coisa de fazer os estágios e de conhecer novos campos de trabalho, e com isso eu vim parar em Araçatuba, caí meio
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Luta pela educação 07out

Luta pela educação

“Sergio Alberto Soares, tenho 40 anos. Então, a minha história de vida é o seguinte, comecei com 7 anos nas artes marciais, no karatê, e passei por várias outras. Minha vida toda foi em prol das artes marciais e vivo até hoje com 40. Me formei, peguei faixa preta em karatê, em kickboxing, fui conhecendo
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Nova geração 05out

Nova geração

“Antônio Luiz Carvalho, eu nasci 12 de junho de 1953. Eu nasci aqui nessa fazenda, na Fazenda Criciúma. Eu nasci aqui, estudei aqui, cresci aqui. Meus pais trabalhavam aqui, era só café, depois veio algodão, milho e a partir de 82 começou a iniciar o plantio de cana. Aí construiu a destilaria e apareceu mais
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Sonho do trabalho 04out

Sonho do trabalho

“José de Souza Santos, 59 anos. A minha história é dura. Eu fui abandonado pelos meus pais aqui onde antigamente era creche, nunca mais vieram me buscar em São Paulo. Dormi duas noites aqui e depois fui pro Belenzinho, depois me transferiram lá pra Sorocaba, cresci lá, não conheço nem pai nem mãe, fiquei em
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Mundo da cana 02out

Mundo da cana

“Tenho 35 anos, meu nome é Alex Aparecido Francisco. Antigamente eu trabalhava de auxiliar de servente, por 8 anos trabalhei em obras. Depois trabalhei em outra empresa mais 13 e agora ‘tô’ aqui na cana fazem 2 anos. Trabalho no bombeiro com caminhão pipa, aqui a gente tem a função de emitir nota pra empresa,
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Ela e ele 02out

Ela e ele

“A arte nos uniu, a música dele, as artes visuais minhas. Acho que essa sensibilidade que acabou nos unindo, apesar de linguagens diferentes. A sensibilidade de enxergar o mundo, ele através da música, eu através dos desenhos, das cores. A gente acabou unindo uma coisa à outra e fizemos a Clara.” (Ela) “Realmente, a arte
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Quebrar tabus 27set

Quebrar tabus

“Me sinto um quebrador de tabus aqui no meu trabalho. Quebrando tabus, no sentido assim, no barco se ouve muito assim ‘ah mas sempre foi assim, não dá pra mudar’. Eu não penso assim. Dá pra melhorar? ‘Vamo’ melhorar. O exemplo que eu ia dar é bobo, mas esse barco aqui não tem alternador pra
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Músico e pai 26set

Músico e pai

“Meu nome é Fabinho Barreiro, tenho 33 anos, já canto há 20 anos na rua, sou artista de rua, é difícil, muito difícil. O preconceito é muito grande, a gente vive com a palavra ‘não’. ‘não’ pode isso, ‘não’ pode aquilo, por isso tem tanto marginal perdido por aí, se as autoridades e os políticos
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Experiências da vida 21set

Experiências da vida

“Vivi uma experiência curiosa com fotografia esses tempos atrás. Eu ‘tava’ andando na 13 de Maio em Campinas e daí chegou em mim um fotógrafo e perguntou se podia fazer uma sessão de fotos, para um trabalho que, basicamente, era um projeto que buscava pessoas que não entravam tanto no ‘padrão tradicional da personalidade campineira’.
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A depressão 20set

A depressão

“Sou Lucimara Lessi, 46 anos. Já tem 9 anos que eu faço tratamento de depressão. Eu fazia particular, trabalhando, até que eu fui afastada do trabalho por causa da depressão, aí eu não pude mais voltar a trabalhar, a empresa não me aceitou mais. Aí eu fiquei sem receber, tô na justiça pra poder me
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Sossego em casa 19set

Sossego em casa

“Vivo um período da minha vida que eu quero mais é sossego. Só sossego, o resto deixo pra segundo lugar.”

Música guia 14set

Música guia

“Estou aqui para tratar de um transtorno bipolar. Faz um tempo, se eu não me engano fazem uns 3 anos porque eu estava num outro CAPS lá no Taquaral, aí eu parei de tomar os remédios e voltou tudo de novo. Foi quando minha mãe me trouxe até aqui e eu comecei a fazer o
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Ser estrangeiro 13set

Ser estrangeiro

“Sou o Pedro Manzanga, 21 anos e faço faculdade de psicologia. Sou de Angola. Fui muito bem acolhido pelo povo brasileiro. Tenho uma relação bem tranquila com o povo da cidade, eles admiram um pouco o estrangeiro, é uma cidade do interior então é bem tranquilo.”

Meus 91 13set

Meus 91

“Meu nome é João Francisco de Bau, 91 anos. Esse espaço é meu reino hoje. Pra mim isso é uma terapia, eu ‘tô’ com essa idade e eu não tenho outra coisa mais a fazer do que isso, e eu sem isso não posso viver. Eu moro sozinho e nesse sozinho você fica encabulando as
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Bagunça e escola 09set

Bagunça e escola

“Até gosto de ir na escola, mas brinca com meus amigos aqui em casa é bem mais legal.”

A música 08set

A música

“Meu nome é Joyce Rodrigues, tenho 20 anos. Eu aprendi a tocar instrumentos quando eu tinha uns 6 anos o violão, minha mãe sempre tocou desde pequena, aí eu lembro que um dia ela ‘tava’ saindo de casa pra fazer alguma coisa e eu enchendo o saco dela há horas pra tocar violão. Aí ela
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Nossa terra 02set

Nossa terra

“Sou José Militão, 74 a lutador do MST. A parte melhor de viver aqui é que aqui é todo mundo irmão, o que acontece com um acontece com todo mundo. Tem outra coisa, aqui nós todos gosta daqui, a nossa patroa é a melhor que tem. Não é puxando o saco, é a realidade, o
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