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Números 25set

Números

“Sou Bruna de Oliveira Rego, 24 anos. ‘Tô’ aqui nesse trabalho há 10 meses. Eu trabalhava numa empresa só de faturamento, o trabalho englobava um pouco mais de funções. Mas com a crise me dispensaram e fiquei 1 ano desempregada e aí surgiu oportunidade aqui na Asten. Sabe o que me fascina no meu trabalho?
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Nossa Senhora 23set

Nossa Senhora

“Sou Aldenira, eu tenho 53 anos, moro aqui em Presidente Prudente, sinto muita emoção quando venho nessa festa, é muita fé, uma bênção. Não dá pra explicar, é muita coisa boa. já participo da festa há 14 anos, eu venho desde que começou A gente sempre arruma um tempinho pra Nossa Senhora, não tem trabalho
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Doença incurável 23set

Doença incurável

“Sou Sandra, tenho 58 anos. Já passei por quase todos hospitais aqui em Campinas. Todos, e o que eu encontrei o tratamento melhor, que é mais liberto, mais livre, mais higiênico, que dá liberdade de falar, de pensar, de agir também, seja a forma que for foi aqui no caps David Capistrano. No outro lado
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Lavoura de sonho 22set

Lavoura de sonho

“Sou João Carlos Brito, 42 anos. Praticamente comecei na parte da lavoura mesmo, carpindo, tinha na faixa de 14 anos, um trabalho mais braçal mesmo. Fui evoluindo, saí das usinas, entrei na fazenda aqui e comecei a pegar um trator aqui, uma máquina ali, fui tirar minha carta e o primeiro registro foi de tratorista.
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Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
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A minha cidade 21set

A minha cidade

“Meu nome é Míria Souza dos Santos, tenho 33 anos, sou natural de Presidente Prudente. Trabalho atualmente no Tênis Clube, minha trajetória aqui na cidade eu comecei trabalhando profissionalmente com 12 anos, na atual Fundação Mirim, e vim trabalhando desde cedo, a cidade sempre me proporcionou coisas boas. Já fui morar fora e realmente a
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A depressão 20set

A depressão

“Sou Lucimara Lessi, 46 anos. Já tem 9 anos que eu faço tratamento de depressão. Eu fazia particular, trabalhando, até que eu fui afastada do trabalho por causa da depressão, aí eu não pude mais voltar a trabalhar, a empresa não me aceitou mais. Aí eu fiquei sem receber, tô na justiça pra poder me
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Minha vida na rua 20set

Minha vida na rua

“Sou José Roberto Fernandes, de 16/05/1966. Estou na rua a 12 anos, cheguei aqui depois de uma separação um pouco traumática. Eu era amasiado, tenho 3 filhos, sou avô e ‘tô’ há 12 anos na rua porquê não consegui mais trabalho, sou eletricista, depois que eu caí na rua e não tinha endereço fixo, as
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Sonho em Ribeirão 19set

Sonho em Ribeirão

“Eu sou do interior do Estado de Goiás, uma cidade chamada Ouvidor e aí a família da minha mãe veio pra cá, meu pai acabou conhecendo ela aqui. Assim as coisas mudaram,né. Eles foram pra lá onde eu nasci mas acabaram escolhendo ribeirão como cidade pra vive. Por isso eu ‘tô’ aqui desde que eu
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Nova laranja 18set

Nova laranja

“Me chamo Edson César Zeulle, 56 anos. Faz um ano que trabalho aqui com Laranja. Antes, eu era vendedor de trator, nós tivemos essa crise e a coisa ficou difícil. A cobrança é grande nas vendas, se não vender… Você sabe. Além disso, aqui é uma coisa gostosa trabalhar, trabalho com pessoas boas. Aqui encontrei
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O meu capão 17set

O meu capão

“Meu nome é Carlos Cesar Vicentin Vieira, tenho 18 anos, moro em São Paulo, Capão Redondo. Hoje ‘tô’ trampando de motoboy numa pizzaria, mas já trampei de muita coisa. Trampo aqui na quebrada mesmo, já conheço muita coisa aqui, tenho um filho pra sustentar, uma família… meu filho tem 2 meses, eu ‘tô’ felizão, ‘tô’
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Mãe exemplar 16set

Mãe exemplar

“Me chamo Aparecida das Graças Votolino de Souza, eu vou fazer 60 anos. Quarenta anos aqui nessa propriedade. Eu procuro ser uma mãe exemplar, uma mãe espelho, procuro colocar na família aquilo que eu tenho à base de vida, ao longo da vida. Eu procuro ouvir mais e falar menos, pra gente conviver com todas
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Uma vida de trabalho 15set

Uma vida de trabalho

“Sou Maria Aparecida Maurício, 58 anos. Sou ‘lavrourista’, dia 3 de dezembro vai fazer 5 anos que eu ‘tô’ aqui na fazenda, mas comecei a trabalhar mesmo quando eu tinha 10 anos. Não consigo imaginar uma vida sem trabalho.”

Vida na estrada 14set

Vida na estrada

“Sou Maria José Ferreira dos Santos, 63 anos. Olha, se eu fosse homem eu seria caminhoneiro, pra ficar na estrada, sempre na estrada. Esse sentimento de movimento sempre me perseguiu! Quando eu trabalhava nas casas de família eu nunca quis ter carteira registrada, porque se o patrão me olhasse torto, eu já falava tchau. Voltava
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Ser estrangeiro 13set

Ser estrangeiro

“Sou o Pedro Manzanga, 21 anos e faço faculdade de psicologia. Sou de Angola. Fui muito bem acolhido pelo povo brasileiro. Tenho uma relação bem tranquila com o povo da cidade, eles admiram um pouco o estrangeiro, é uma cidade do interior então é bem tranquilo.”

Meu Gui 12set

Meu Gui

“Sou Juliana Freitas dos Santos, tenho 19 anos, moro no Capão, nasci em São Paulo. Minha mãe resolveu mudar pra cá, Parque Santo Antônio, já faz 11 anos. Aqui é bem parado, mas quando eu era criança era bem movimentado, a gente brincava bastante, mas agora que todo mundo cresceu é assim. Eu curti bem minha infância, fui uma criança que brincou bastante, hoje em dia as crianças
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Empoderamento negro 12set

Empoderamento negro

“O que eu encontrei aqui dentro desta comunidade, além dessa conexão com a ancestralidade, a Casa de Cultura fazenda Roseira e a comunidade do Jongo Dito Ribeiro, pra mim funcionam como uma universidade livre, onde eu aprendo que não é só a história do negro vindo escravizado e sofrido, não é isso que a gente
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Café de ontem 11set

Café de ontem

“A gente era acostumado a trabalhar, não achava difícil, era gostoso.A gente frequentava a escola e quando chegava tinha que almoçar e capinar arroz, feijão. Tudo descalço, não tinha nada pra colocar no pé não, e coitada, minha mãe que morreu cedo demais era muito trabalhadeira, povo honesto a vida inteira. Só que depois que
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Minha vida 11set

Minha vida

“Sou José Paulino Reis, 59 anos, estou aqui no CAPS desde outubro de 2006. O dia a dia meu aqui hoje é muito gostoso, mas quando eu comecei aqui era muito perturbado, eu não tinha assim, vontade de viver mais. Tentei tirar a minha vida, a primeira vez foi com remédios. Comecei com tratamento em
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