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Futebol Paraisópolis 25set

Futebol Paraisópolis

“Bruno Melo da Silva, 30 anos. Eu nasci aqui em São Paulo, Paraisópolis mesmo. Minha infância, pra ser bem sincero mesmo, era a época mais gostosa, não tinha toda essa tecnologia, meus pais eram caseiros aqui da escola, a gente vivia lá jogando bola o dia inteiro, fazendo arte pela escola, andando pelos telhados. Aqui
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Números 25set

Números

“Sou Bruna de Oliveira Rego, 24 anos. ‘Tô’ aqui nesse trabalho há 10 meses. Eu trabalhava numa empresa só de faturamento, o trabalho englobava um pouco mais de funções. Mas com a crise me dispensaram e fiquei 1 ano desempregada e aí surgiu oportunidade aqui na Asten. Sabe o que me fascina no meu trabalho?
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Aprendizado 22set

Aprendizado

“Geraldo Sérgio Medeiros, 50 anos. Faz 1 ano e 2 meses que eu ‘tô’ morando aqui em Jardinópolis na Fazenda Criciúma. Eu vim pra Jardinópolis por causa da minha família com 3 anos, o serviço meu sempre foi esse, sempre foi na roça. Já foi algodão, café e depois passou pra cana, onde estou hoje.
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Nenhum sonho novo 22set

Nenhum sonho novo

“Antônio Carlos Santos, 66 anos, de Serrana. Só que nunca morei lá, com quase 1 ano a gente mudou pra Ribeirão Preto e aqui fiquei, aqui vivi. A descendência da minha mãe é chinês, um pouco de italiano e português. O meu pai é da Bahia, os dois chegaram a morar na Fazenda ali da
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Nova laranja 18set

Nova laranja

“Me chamo Edson César Zeulle, 56 anos. Faz um ano que trabalho aqui com Laranja. Antes, eu era vendedor de trator, nós tivemos essa crise e a coisa ficou difícil. A cobrança é grande nas vendas, se não vender… Você sabe. Além disso, aqui é uma coisa gostosa trabalhar, trabalho com pessoas boas. Aqui encontrei
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O meu capão 17set

O meu capão

“Meu nome é Carlos Cesar Vicentin Vieira, tenho 18 anos, moro em São Paulo, Capão Redondo. Hoje ‘tô’ trampando de motoboy numa pizzaria, mas já trampei de muita coisa. Trampo aqui na quebrada mesmo, já conheço muita coisa aqui, tenho um filho pra sustentar, uma família… meu filho tem 2 meses, eu ‘tô’ felizão, ‘tô’
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Meus 91 13set

Meus 91

“Meu nome é João Francisco de Bau, 91 anos. Esse espaço é meu reino hoje. Pra mim isso é uma terapia, eu ‘tô’ com essa idade e eu não tenho outra coisa mais a fazer do que isso, e eu sem isso não posso viver. Eu moro sozinho e nesse sozinho você fica encabulando as
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A luta 09set

A luta

“Meu nome completo é João Bosco Padula, tenho exatamente 59 anos, natural de Fonte Nova, Minas Gerais. Minha infância foi maravilhosa, assim, eu não tive complexo da doença que eu tive, né, graças ao esforço da minha mãe, do meu pai, da minha madrinha, que ajudaram bastante e a minha força de vontade pra superar
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Outro preconceito 08set

Outro preconceito

“Pessoas acham que nós que trabalhamos com carvão somos uns bicho, que é só trabalho escravo. É só mais um desses preconceitos que dominam a opinião pública. Digo mais um, porque tem tantos, não tem?”

Nossos sonhos 05set

Nossos sonhos

“Apesar das dificuldades ainda tenho meus sonhos. Mas tem que lutar, tem que trabalhar. Do dia pra noite é difícil de realizar ele. Eu acho que não dá. A gente consegue realizar ele conforme o que a gente gosta, conforme a gente luta.”

Ser feliz 04set

Ser feliz

“Meu nome é João Henrique de Souza, sou do Estado de São Paulo, vim pro interior com 25 anos e chegando aqui eu fui trabalhar de cortador de cana. Logo de cara já achei emprego, mas porque eu aceitava o que aparecesse: bombeador de boi, fiz uns serviços como pedreiro, encanador, eletricista. Uma hora decidi
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Nossa terra 02set

Nossa terra

“Sou José Militão, 74 a lutador do MST. A parte melhor de viver aqui é que aqui é todo mundo irmão, o que acontece com um acontece com todo mundo. Tem outra coisa, aqui nós todos gosta daqui, a nossa patroa é a melhor que tem. Não é puxando o saco, é a realidade, o
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Sozinho na praça 30ago

Sozinho na praça

“Gosto de vir aqui na praça e ficar pensando na vida.’Tá’ difícil as coisas, sozinho na casa, sem dinheiro. Eu entro na casa e a casa não fala comigo, não tenho com quem conversar, saio na rua e só consigo encontrar algum colega pra conversar um pouquinho. ‘Tava’ pensando aqui porquê eu moro sozinho. Eu
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Filho de Paraisópolis 28ago

Filho de Paraisópolis

“Meu nome é Gilson Clemente da Silva, interessante falar que meu pai, que é Lourival Clemente da Silva, conhecido como Louro, foi um dos fundadores aqui de Paraisópolis. Sou o caçula de 4 filhos, nós fomos todos nascidos e criados aqui, numa época que isso aqui era tudo uma grande fazenda, na verdade o Morumbi
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Cidade e roça 28ago

Cidade e roça

“Entre a cidade e a roça, sem dúvida eu fico com a roça.”

Cidade despreparada 25ago

Cidade despreparada

“Meu nome completo é Benedito Honorato dos Santos Filho, eu nasci em São Paulo, atualmente moro em Araçatuba. Ser cadeirante aqui é terrível, você vê a calçada e ao mesmo tempo que ‘tá’ retinha já tem uma rampa. Então é perigoso, ninguém respeita os cadeirantes, ninguém pensa em quem vai passar na rua, só pensam
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Vida na cana 23ago

Vida na cana

“Trabalho com cana fazem 24 anos já, isso mais de metade da minha vida. Nesse longo caminhar eu já fiz de tudo: adubação,  preparação do solo, corte e tudo mais que você pode imaginar. Sabe, as coisas melhoraram muito com a chegada da tecnologia e dos equipamentos. Antes era o dia inteiro embaixo do sol,
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Povo da Roça 18ago

Povo da Roça

“O pessoal da cidade precisa aprender a respeitar mais o povo da roça, sabe. O povo da roça é mais sofrido: é sol quente, chuva, poeira e vários outros obstáculos que não podem fazer com que a gente não trabalhe. Não tem greve aqui, não tem muita escolha. Temos que trabalhar e ponto final.”

Anos de lavoura 17ago

Anos de lavoura

“São 22 anos que trabalho com cana. Uma vida toda na lavoura.”

Trabalho normal 16ago

Trabalho normal

“Muita gente assusta, mas esse pra mim é um trabalho normal. Hoje é muito mais seguro do que no passado. Claro, fisicamente é desgastante, mas assim como muitos outros trabalhos. As pessoas acham que é um trabalho escravo, que estamos aqui por desespero. Mas não é nem um nem outro. É um trabalho digno, e
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