Ubatuba

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Inventar soluções 13nov

Inventar soluções

“Jorge Inocêncio Alves Júnior, 37 anos, sou daqui de Ubatuba mesmo. Eu tive avós muito que além de serem muito criativos sempre incentivaram a minha criatividade. Então sempre tinha casa de farinha, aquelas engrenagens com cintos, correias e tudo mais que tem na roça. O caiçara tem sua forma de fazer, né? Você tem que
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Inventar meu pai 06nov

Inventar meu pai

“Sou Emanuel, tenho 8 anos. Gosto das invenções do meu pai, gosto do carro grandão que ele fez. Acho legal, eu também quero ser um inventor.”

Projeto Tamar 26out

Projeto Tamar

“Tenho 43 anos, 19 aqui em São Paulo. Eu trabalho no Tamar há 28 anos já. Na verdade, a história começou porquê lá no Espírito Santo, eles consertavam os carros do Tamar na oficina do meu pai, então eu já trabalhava com o meu pai de ajudante de mecânico, só que eu não queria ser
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Aprendi com meus pais 23out

Aprendi com meus pais

“Vinturante Manuel de Assunção, 62 anos. Aprendi a fazer isso aqui com o meu pai, com a minha mãe. Aprendi assim, vendo eles fazerem. Porquê eles faziam e a gente ia ajudar, e naquilo que a gente foi ajudando, aprendi. Por isso fico muito feliz em poder fazer oficinas. Aqui foi muito bom. Eu me
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Infância e praia 22out

Infância e praia

“Rosemar Castro de Paula, nascido em Picinguaba em 1966. Eu sou um pescador que já enjoou de pescar em alto mar, é cansativo, muitos dias fora. Hoje eu pesco artesanalmente e faço esse trabalho com os turistas de levar eles nas ilhas, vou levar os turistas pra pescar. Dá muita satisfação mostrar meu território pros
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Vida de ontem 17out

Vida de ontem

“O meu nome é Benedito Correa, nasci em 21 de outubro, tenho 84 anos, morador de Picinguaba. Meu avô foi o primeiro homem que levantou isso aqui, ele e mais 4 famílias, naquele tempo que você não tinha ganância de terra, você chegava e dizia “seu João, posso fazer uma casinha?”. Se deixasse você fazia.
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Minha vida na pesca 12out

Minha vida na pesca

“Meu nome inteiro é Igor de Souza, minha idade é 37 anos. Trabalho na pesca desde muito menino, sempre foi minha grande paixão. Sempre gostei muito ! Hoje em dia não vou dizer pra você que não gosto, porquê ainda faço um pouco, mas faço menos, muito menos do que antes. Antes eu era solteiro,
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Ensinar desafios 10out

Ensinar desafios

“Meu nome é Cistina Maria Luísa da Silva, eu tenho 36 anos, tem 20 anos que eu saí de Macaé, eu moro em Paraty e trabalho aqui no sertão de Ubatumirim, nessa escola já fazem 3 anos. quis muito trabalhar aqui, me identifiquei com a comunidade, com as carências, é um desafio educacional, social e
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Bióloga apaixonada 06out

Bióloga apaixonada

“Márcia Lavor Cintra, parte do projeto Tamar desde 1994, que é quando o projeto estava começando em Ubatuba. Eu vim do Mato Grosso do Sul, eu fazia faculdade de biologia e minha orientadora era amiga da Berenice. Na época uma turma de biólogos ‘tava’ indo fazer um estágio no Tamar, mas la no Espírito Santo,
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Meu paraíso 05out

Meu paraíso

“Meu nome é Antônio Vieira, mais conhecido como Eurico. Hoje com 55 anos posso dizer que as minhas dificuldades já passaram tudo. No trabalho mesmo, antes você tinha que subir o morro ali pra trabalhar, carregar material pra esse morro todo aí, entendeu? Aí um dia eu peguei meu guarda-sol e comecei vender coco. Já
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Professora dos saberes 03out

Professora dos saberes

“Meu nome é Lilian Ramos, trabalho para a Prefeitura de Ubatuba desde 2007, primeiramente como professora adjunta, atualmente estou efetiva na rede municipal. Desses quase 10 anos lecionando, 7 deles trabalho nesse cenário paradisíaco em uma escola pequena chamada E. Mas. Prof. Ibere Ananás Pimentel, com turmas multisseriadas de frente a uma praia calma e
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Tartarugas do Tamar 20ago

Tartarugas do Tamar

“Meu nome é Bruno Amir eu tenho 38 anos e sou gestor do centro de visitantes do Projeto Tamar em Ubatuba. Mas minha história começa em Belém do Pará, onde nasci, e passa por Belo Horizonte, onde estudei e vivi boa parte da minha vida. Conheci o projeto Tamar Ubatuba através de um curso de
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Cultura Caiçara 29jul

Cultura Caiçara

“Meu nome é Mário Ricardo Oliveira, mais conhecido como Mário Gato aqui na região, eu tenho 41 anos, moro aqui mesmo no Ubatumirim. A cultura caiçara já vem inserida em nossa alma. A gente vive, os nossos antigos já viviam a cultura caiçara, meus pais, meus avós, nas pescas, nas folias. Então isso já ‘tá’
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Adeus roça 20jul

Adeus roça

“Jaime Florindo de Souza, um jovem de 58 anos que pesca desde os 16! Posso ser sincero? Comecei a pescar pra fugir da roça mesmo! Meus pais e minha família trabalhavam na roça mas como eu nunca gostei muito da roça, não tive outra opção, resolvi ir pescar. Quer saber mais? O que me expulsou
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Vida da esperança 24jun

Vida da esperança

“Ah, cara, o que fascina no mundo da pesca é a esperança. Sabe, aquela esperança de você ir lá e pegar um peixe. É bonito como o pescador vive de esperança, né? A gente joga a rede lá e fica esperando… aquela ansiedade, isso que me fascina.”

Cultura da vida 20jun

Cultura da vida

“Sou Manoel Santinho dos Santos, nesse mundo desde 1970. Também desde muito pequeno sou pescador. Ai as pessoas me perguntam de onde vem meu amor pela pesca? Eu só penso: como não ser apaixonado por algo que faz parte da sua vida desde sempre. De algo que é parte da nossa cultura, né? Algo que
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Diferentes prazeres 17jun

Diferentes prazeres

“O mundo de hoje traz muitas inovações, muitas novidades, muitas criações. Acho que em grande parte elas são positivas. Trazem facilidades para o dia a dia das pessoas. Só tem uma coisa que me preocupa, e por isso tenho muito prazer em fazer essas oficinas. Me preocupo com o fato que as pessoas de diferentes
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Professor da brincadeira 15jun

Professor da brincadeira

“Fui professor na EMIA, Escola Municipal de Iniciação Artística e minha linguagem lá era teatro, dei aula mais de 20 anos. Fui ‘titeiriteiro’, isso é legal de contar porquê ninguém sabe o que é: é quem vende títere, boneco, então eu era bonequeiro na prefeitura de São Paulo. Foi um cargo que foi entrando em
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Sem fronteiras 15jun

Sem fronteiras

“Sou lá da Argentina, de um tribo que fica a dois dias de viagem aqui de Ubatuba. Nos temos esse sentido de ser iguais sabe, essas fronteiras Brasil, Argentina, Bolívia, pra nós não existem. Somos um só povo que vivemos por essas divisões que não reconhecemos.”

Folia do passado 14jun

Folia do passado

“A passagem do Divino pela minha casa me toca profundamente. Me toca porque minha família é caiçara, meus pais, meus avós, meus bisavós, todos de Ubatuba, e isso vem de raiz. Então eu cresci recebendo na minha casa. Minha mãe sempre recebeu, pra tomar um café, pra abençoar a casa, então é uma cultura que
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