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Tamar e pescadores 13jun

Tamar e pescadores

“Aqui no Projeto Tamar fazemos um trabalho forte de educação ambiental, porquê a gente entende que a pesca e o lixo são as duas ameaças que mais atingem as tartarugas, né? Então a gente tem um trabalho forte de educação ambiental aqui dentro do centro de visitantes, pra poder trabalhar esse conceito junto da comunidade.
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Primeira tartaruga 11jun

Primeira tartaruga

“Sou oceanógrafa formada pela FURG. Quando eu me formei, meu primeiro trabalho foi com o SOS Mata Atlântica, e depois eu vim pra Ubatuba e trabalhava aqui no Clube Setorial de Meio Ambiente. Nessa época o Tamar tinha iniciado o trabalho na área de reprodução e precisava iniciar o trabalho na área de alimentação, ou
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Coisas de índio 09jun

Coisas de índio

“Tenho 65 anos e posso afirmar que vi muita coisa mudar no mundo dos índio nesses meus anos de vida. Tem muita coisa que não tem mais, isso me entristece um pouco sabe, porque tem coisas da minha infância que tenho saudade mas que não existem mais. A caça, filhos que ficavam aqui, brincadeiras sem
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Relações de família 08jun

Relações de família

“Com meus pais aprendi a dança e cantar. Acho que foi uma das grandes lições que me deram, pois ela permite manter nossa cultura e fortalecer sempre nossa relações. Afinal, disso é feita uma comunidade: de relações.”

Fé e Família 07jun

Fé e Família

“Desde minha infância tenho uma relação com a Folia do Divino. É algo que vem muito da minha família, por parte da minha mãe e do meu pai, dos meus antepassados, eles eram festeiros do Divino na cidade, faziam festas, e isso era uma tradição. Divino, Divino. Quando eu vim pra essa praia aqui, há
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Vida do meu pai 06jun

Vida do meu pai

“Nasci em 1946, dia 28 de julho de 1946 e costumo dizer que foi ali que começou minha relação com a Folia do Divino. Ela é importante, é um respaldo que meu pai deixou. Com ela vem não só minha fé, mas a memória do meu pai, que foi folião muitos anos.”

Peixe que sonha 30mai

Peixe que sonha

“A pesca pra mim significa tudo. Eu gosto, em geral a família toda gosta da pesca, a nossa história ‘tá’ aí sendo caiçara, nascemos e fomos todos criados aqui, então se tirar isso daí da gente é um peixe fora d’água, com certeza. Meu maior sonho é fruto dessa minha história: tenho um sonho de
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Cidade e mar 28mai

Cidade e mar

“Nasci aqui nessa Praia da Almada em 1941. Aqui era totalmente isolado… mais ou menos no meio da mata Atlântica, não tinha acesso a cidade, não tinha estrada, a gente ia pra cidade a remo. Eram  5 – 6 homens em uma canoa grande, remo e vela, quando o tempo ‘tava’ ruim a gente pegava
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Jovem normal 27mai

Jovem normal

“Gosto de ir na casa de reza dançar nossa dança e jogar futebol como todos os jovens. Como qualquer jovem, não? Não sei, porque o pessoal da cidade acha que aqui na tribo fazemos um monte de coisas diferentes! Fazemos não, sou jovem como todos os jovens!”

Alegria do Divino 25mai

Alegria do Divino

“Eu me sinto feliz quando estou tocando, eu gosto, gosto do fandango, da folia do Divino. Acho que quando a gente passa e o pessoal aplaude a gente, chama a gente pra cantar, é uma maneira deles nos darem carinho sabe. E quem não gosta de receber sentimentos bons e carinho?”

Desafio tradicional 24mai

Desafio tradicional

“Em guarani meu nome é Kerexu Potemini. Sou mãe, eu sou uma dona de casa mesmo, então minha vida é normal mesmo como qualquer outra dona de casa. Muito além dos estereótipos que as pessoas tem sobre os indígenas. Além disso eu sou uma das coordenadoras do grupo de coral, de canto, de dança, então
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Nosso sonho 23mai

Nosso sonho

“Sou professora na Universidade de Taubaté, assim como meu esposo, nós nos conhecemos na Universidade. Ele foi meu professor, era mestre pela USP, eu também segui a carreira acadêmica, sou mestre, sou doutora na área de parasitologia. Como passar dos anos, quando ele se aposentou, escolhemos vir morar aqui na praia. A gente curte muito
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Deus no Divino 21mai

Deus no Divino

“A folia do Divino representa pra mim a fé em Deus, a fé no criador, a fé que um dia o nosso país pode mudar e que dias melhores virão. Quando eu era moleque a gente acompanhava porquê gostava da farra e gosta do movimento, hoje não, hoje a gente ‘tá’ acompanhando porquê é um
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Dançar pra fora 21mai

Dançar pra fora

“Eu gosto mais de dançar do que cantar, gosto de levar pra fora da Aldeia um pouco da nossa cultura.”

Tradição do Divino 20mai

Tradição do Divino

“Sou mestre do Divino do Espírito Santo, da romaria. Comecei no Divino com 11 anos de idade e aí fiquei até minha adolescência, até uns 16 anos de idade. Depois eu parei, estudei um pouco, aí fui fazer outra coisa, né? Essas coisas de adolescente que quer algo diferente daquilo de onde veio. Que experimentar.
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Coral adulto 18mai

Coral adulto

“Sou parte do coral aqui da nossa tribo. Agora que já tenho 14 anos, estou passando pro coral dos adultos, onde cantos e danças são diferentes daqueles que fiz quando era criança. Esse crescimento, essa mudança, é pra mim motivo de muita felicidade.”

Benção do Divino 17mai

Benção do Divino

“Esse é o quinto ano que a Folia do Divino passa aqui e todo ano eu ofereço o almoço pra eles.  Isso pra te mostrar com pra mim a benção deles é muito importante. É uma santidade que nos atende sempre que precisamos. Sempre que preciso de uma graça, de uma bênção nós pedimos à
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Paz na praia 15mai

Paz na praia

“Já vivi em Ilha Bela, Santos e São Sebastião, mas foi aqui em Ubatuba que encontrei um lugar de paz. Aqui é natureza, aqui é vida, qualidade de vida… tudo de bom, praticamente a gente não gasta dinheiro com peixe, porque a gente pega o próprio peixe. Então enquanto Deus me der saúde eu vou
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Nossa cultura importante 15mai

Nossa cultura importante

“Cultura é importante, é a força que mantem viva nossa etnia. Por isso no meu dia-a-dia, tanto lá na minha terra como aqui em Ubatuba, sempre procuro passar mais da cultura pros mais jovens, pras crianças que vão crescendo. Tento ir reforçando, fortalecendo a nossa cultura através de oficinas com a criançada mostro a cultura,
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Várias coisas 13mai

Várias coisas

“Das várias coisas que fazemos aqui na tribo o que eu mais gosto é caçar. E das coisas que fazemos na caça o que eu mais gosto de fazer é armadilha.”