Valinhense

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Dar o máximo 30nov

Dar o máximo

“João Bosco Agostinho Lopes, 53 anos. 16 anos na Asten. Cheguei aqui por um acaso, vi um anúncio no jornal, liguei aqui, fiz a entrevista, tudo bem no padrão. Não tinha experiência nas coisas que fábrica faz, mas conversei direitinho com o gerente e ele me deu essa oportunidade. Entrei como líder da produção, hoje
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Gosto da vida 13ago

Gosto da vida

“Sou José Carlos Pereira, gosto de duas coisas teatro e jogar bola. Gosto quando as pessoas batem palma no espetáculo do teatro. Gosto das risadas do futebol.”

Bóia Fria 04ago

Bóia Fria

“Sou Maria de Lourdes Alves Pereira, 50 anos. Já fiz muita coisa na vida, meu filho. Comecei trabalhando como bóia fria, carpia soja, carpia trigo, carpia café. Era muito difícil, muito mesmo. Só quem já foi sabe o quanto é difícil, mas você faz isso pelos filhos, né? O pior é que apesar de difícil
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Espiritismo em grupo 28jul

Espiritismo em grupo

“Eu sou o João Vitor, atualmente moro em Campinas mas nasci em Valinhos. Tenho 31 anos, venho na casa desde que eu nasci praticamente. Fiquei um tempo afastado mas depois voltei pois pra mim participar desse grupo é muito bom, satisfatório e a gente aprende muito aqui. A gente aprende juntos, cada um com seus
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Anos de Asten 21jul

Anos de Asten

“Claudemir Antônio Biazoli, tenho a idade de 49 anos. Entrei aqui com 16 anos, pelo Senai na época. Entrei na área de montagem mas passei por muitas outras áreas nesses anos todos de empresa. Cheguei a trabalhar no laboratório, depois recebi um convite pra trabalhar na qualidade e depois na área de desenvolvimento dos motores,
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Meus amores 16jul

Meus amores

“Um dia eu ‘tava’ um dia no hospital com o meu menino quando vi o Conselho Tutelar baixar lá e levar uma menina embora. Fiquei angustiada e fui atrás de quem era. A menininha ficou 5 meses no orfanato e quando eu cheguei lá e tirei ela tinha 7 meses de vida. Ou seja, quase
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Atacante de amanhã 14jul

Atacante de amanhã

“Meu nome é Guilherme e eu sempre venho aqui no centro fazer atividades. Gosto bastante. Me prepara para eu atingir meu sonho de ser uma atacante de futebol igual ao Neymar.”

Sangue e injeção 08jul

Sangue e injeção

“Médica, vou ser médica. Não tenho medo nem de sangue nem de injeção.”

Mudança constante 13jun

Mudança constante

“Meu nome é Gustavo Carvalho Mendes, eu tenho 19 anos. Atualmente eu faço psicologia em Campinas mesmo. Frequento a Casa de Caridade Irmã Vera Cruz desde que eu tenho 7 anos e eu acho que é sempre uma mudança constante, porquê mesmo sempre vindo toda semana a gente sempre aprende uma coisa nova, é sempre
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Ser juiz 29mai

Ser juiz

“Quando crescer quero ser Juiz! Sabe porque? Porquê minha mãe foi em um por causa do meu irmãozinho. Então por isso quero ser juiz.”

Crescer estilista 26mai

Crescer estilista

“Já faz muito tempo que decidi: quando crescer quero ser estilista.”

Fora da cidade 09mai

Fora da cidade

“Tinha três anos e meio quando mudei aqui pra essa casa. Esse terreno é propriedade da minha família a mais de 100 anos! Nessas ruas já conheci até italianos que vieram fugido de lá porque lá o Mussolini fez eles tomarem um litro de óleo rícino. Mas entres várias histórias vi sobretudo o bairro mudar.
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Minha mãe é maior 03mai

Minha mãe é maior

“Dos vários orgulhos que tenho na vida, acho que minha mãe é o maior!”

Ferrovia de Valinhos 02mai

Ferrovia de Valinhos

“Nasci em 1943 e com 13 anos de idade comecei a trabalhar em cerâmicas do distrito de Valinhos e em 1963 entrei para uma empresa terceirizada da ferrovia. Em 1965 me tornei funcionário da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, na turma 118 do bairro Capuava. Meu primeiro trabalho na ferrovia foi com troca de
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Vida na Ferrovia 29abr

Vida na Ferrovia

“Comecei a trabalhar na ferrovia aos 16 anos de idade e em 1973, com 18 anos, entrei para a recém fundada Ferrovia Paulista S/A – FEPASA, onde fiquei até 1994. Passei muitas vezes por este trecho que havia pertencido à Companhia Paulista de Estradas de Ferro, entre Jundiaí e Campinas, é um caminho muito bonito
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Sempre trabalhar 22abr

Sempre trabalhar

“Trabalho desde sempre! Desde muito menina ajudei minha mãe aqui no comércio. Nunca parei, eu sou enfermeira aposentada, então hoje não exerço. Mas depois que sai, eu entrei no comércio da minha mãe. E olha, não vou parar tão cedo, não. Eu acho que eu vou puxar meu pai que com 94 anos e ainda
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Ideias Malucas 21abr

Ideias Malucas

“Sou Valinhense, nascido e criado aqui… tenho orgulho disso e a cidade acolhe minhas ideias “malucas” há quase 10 anos! Estamos sempre fazendo diferente do tradicional e nossos clientes estão sempre do nosso lado nos defendendo até como irmãos!!! Não saio dessa cidade por nada”

História da academia 20abr

História da academia

“Me chamo Leila Duque, tenho 45 anos e estou no ramo das academias a uns 20 anos. Comecei como professora e era muito feliz. Mas em 1990 uma nossa antiga professora teve uma mudança na vida e passou pra mim e meu marido a responsabilidade de tocar essa academia. Hoje a Strutura tem 5 unidades,
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Sonho de criança 18abr

Sonho de criança

“Eu sou treinador formado pela federação catarinense, né?! Eu fiz o curso de treinadores no sindicato de Santa Catarina e tenho meu mentor lá, que é o Paulo Autuori, que fez o curso junto comigo.  Ele deu a palestra pra gente lá. Paulo Autuori, Murici Ramalho. Então eu venho dessa escola aí. Tenho meu projeto
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Infância no Trem 13abr

Infância no Trem

“Meu nome é Antonio Violla Filho. Nasci em Campinas e morei  bons anos de minha infância na casa da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, mais precisamente perto do túnel novo, onde antigamente existia uma cancela. Na cidade de Valinhos. Bons tempos, viajei muito, mas muito mesmo de trem, porque meu pai trabalhava na Companhia
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